Iniciou a 18ª edição do curso Introdução ao Plano de Negócios no IFB Planaltina, com 65 jovens do meio rural, promovido pela Emater-DF para fomentar o empreendedorismo na agricultura familiar. O curso, que vai até 25 de outubro, capacita os participantes na elaboração de planos de negócios e inovação, visando a permanência dos jovens no campo e a valorização da sucessão familiar rural.
Teve início na última terça-feira, 22 de outubro, a 18ª edição do curso Introdução ao Plano de Negócios, realizado no Instituto Federal de Brasília (IFB) campus Planaltina. Promovido pela Emater-DF, o curso conta com a participação de sessenta e cinco jovens do meio rural e se estenderá até a próxima sexta-feira, 25 de outubro. O objetivo é capacitar esses jovens para o empreendedorismo, fornecendo ferramentas que possibilitem transformar ideias em projetos viáveis e sustentáveis.
O curso é voltado para filhos de agricultores familiares do Distrito Federal e busca estimular a permanência dos jovens no campo, promovendo a geração de renda e a valorização da sucessão familiar rural. Durante as aulas, os participantes aprenderão sobre elaboração de planos de negócios, identificação de oportunidades, análise de mercado, estruturação de custos e gestão de empreendimentos rurais.
Adriana Dutra, coordenadora do programa Filhos deste Solo, destaca que o curso é uma etapa fundamental na formação dos jovens como empreendedores. “Nossa intenção é mostrar que é possível inovar e empreender no campo, ensinando as etapas de planejamento, de forma que consigam colocar em prática suas ideias de negócios de maneira sustentável e economicamente viável”, afirma.
A jovem Helena Xavier, uma das participantes, ressalta que o curso ajuda a desbloquear o potencial criativo dos jovens, incentivando o empreendedorismo na região. “Esse projeto desperta o jovem para a questão da sucessão na agricultura familiar, trazendo inovação e pensando em produtos exclusivos”, comenta. A iniciativa também promove a troca de experiências entre os participantes, fortalecendo os laços entre os jovens empreendedores do campo.
Os jovens terão a oportunidade de desenvolver seus próprios projetos, que poderão ser apresentados no último dia do curso. Após a conclusão, eles contarão com sessenta dias de suporte da Emater-DF para esclarecer dúvidas e obter acompanhamento na estruturação de seus negócios. Adriana destaca que, mesmo após esse período, os jovens podem solicitar suporte e visitas técnicas.
Essa capacitação não apenas oferece conhecimentos técnicos, mas também cria uma rede de apoio e colaboração entre os jovens. Projetos como esse devem ser estimulados pela sociedade civil, pois podem impactar positivamente a vida de muitos jovens e fortalecer a agricultura familiar na região.

A Aparelhagem Crocodilo agitou o Vale do Anhangabaú na Virada Cultural de São Paulo, com um DJ set ao lado de Miss Tacacá, destacando a cultura nortista e ritmos como tecnomelody e brega. O evento promoveu visibilidade a artistas regionais e gerou reflexões sobre a importância da arte na sociedade.

A inclusão digital dos idosos é essencial, com smartphones adaptados que oferecem maior acessibilidade. Ajustes como aumento de contraste, comandos de voz e funções de emergência promovem segurança e conforto.

O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional lançou uma nova linha do AgroAmigo, com R$ 1 bilhão para microcrédito rural, beneficiando 100 mil famílias no Norte e Centro-Oeste. O programa oferece condições acessíveis, como juros de 0,5% ao ano e prazos de até três anos para pagamento, visando apoiar agricultores familiares e promover inclusão produtiva.

Andrea Schwarz, influenciadora e ativista, denunciou discriminação em restaurante de São Paulo ao ser negada uma mesa acessível, evidenciando a falta de empatia em ambientes sofisticados. A situação ressalta a urgência por inclusão e respeito aos direitos das pessoas com deficiência.

A empresa X anunciou o lançamento de uma nova linha de produtos sustentáveis, com preços e datas definidas, além de firmar parceria com a ONG Y para promover educação ambiental nas escolas.

Cresce a pejotização no Brasil, afetando especialmente mulheres grávidas, que enfrentam demissões sem direitos trabalhistas. O STF suspendeu processos sobre a legalidade dessa prática, gerando insegurança e precarização.