Jovens dominam a Bienal do Livro, com ingressos esgotados e forte presença no BookTok. Autores como Lynn Painter e Ariani Castelo se destacam, impulsionando vendas e engajamento literário.

A Bienal do Livro, um dos maiores eventos literários do Brasil, está sendo dominada por jovens leitores nesta edição, que ocorreu no último sábado, com ingressos esgotados. Os adolescentes formam a maioria do público, lotando estandes e filas em busca de títulos populares e promoções. O fenômeno é impulsionado pela comunidade ativa nas redes sociais, especialmente no TikTok, onde o BookTok tem incentivado a leitura entre as gerações Z e Alpha.
Livros como “Melhor do que nos filmes”, de Lynn Painter, e “Quarta asa”, de Rebecca Yarros, estão entre os mais vendidos, ocupando os primeiros lugares nas listas de sucesso das editoras. Alice Goes, uma jovem de 17 anos, compartilha que começou a ler por influência de uma amiga e que o TikTok tem sido fundamental para suas escolhas literárias. Ela destaca a importância das redes sociais na formação de novos leitores.
Lynn Painter, autora de comédias românticas, é um dos grandes nomes do evento. Ela acredita que as redes sociais transformaram a leitura em uma atividade comunitária. “Durante a minha juventude, eu era uma leitora solitária. As redes transformaram isso”, afirma. A escritora também mencionou a importância de equilibrar leituras clássicas e contemporâneas, ressaltando que isso pode despertar o interesse dos jovens pela literatura.
Ariani Castelo, autora da romantasia “O abismo de Celina”, também se destacou na Bienal, com seu livro ocupando o segundo lugar nas vendas da editora Rocco. Ela acredita que as redes sociais são essenciais para conectar leitores e autores, permitindo que obras cheguem a um público mais amplo. “Muito do sucesso do meu livro se deve às redes, especialmente o TikTok”, declarou.
Uma nova iniciativa chamada Curto-Circuito foi introduzida nesta edição, visando aproximar adolescentes e pré-adolescentes da literatura. O projeto promove bate-papos com influenciadores e autores, buscando engajar ainda mais o público jovem. O evento está repleto de atividades que atraem novos leitores, refletindo a crescente popularidade da literatura entre os jovens.
O sucesso da Bienal do Livro demonstra a importância de iniciativas que promovem a leitura e a literatura entre os jovens. Projetos que incentivam a aproximação entre autores e leitores devem ser apoiados pela sociedade civil, pois podem contribuir significativamente para o desenvolvimento cultural e educacional das novas gerações.

O professor Wallace Corbo, primeiro docente negro de Direito Constitucional na Uerj, foi eleito personalidade do ano pelo Prêmio Lumumba, destacando a urgência da representatividade nas universidades. Ele ressalta que a diversidade no corpo docente é crucial para enriquecer o ensino e ampliar debates acadêmicos.

No Distrito Federal, programas como "Absorva o Bem" e "Dignidade Menstrual" visam combater a pobreza menstrual, oferecendo absorventes gratuitos a mulheres em situação de vulnerabilidade. A iniciativa busca garantir saúde e dignidade, mas enfrenta desafios na distribuição.

Avanços na integração de equipamentos médicos no Brasil estão superando a fragmentação digital nas UTIs, utilizando padrões como HL7 e HSMRR para melhorar a segurança do paciente e reduzir erros. Essa transformação permite uma comunicação eficaz entre dispositivos, otimizando o cuidado intensivo e possibilitando alertas precoces em situações críticas. No entanto, desafios persistem, como a resistência de fabricantes e a necessidade de regulamentação para garantir a interoperabilidade.

O Hospital de Base do Distrito Federal lançou o Programa de Redução de Infecção de Sítio Cirúrgico (Prisc) para melhorar a recuperação de pacientes e reduzir complicações. A iniciativa, que será expandida para o Hospital Regional de Santa Maria, visa estabelecer um padrão de excelência em saúde.

Mais de 73% dos custos da demência no Brasil são suportados por pacientes e cuidadores informais, totalizando R$ 87,3 bilhões em 2019. Estudo destaca a urgência de políticas públicas para apoiar esses cuidadores.

Especialistas no Brain Congress 2025 pedem a criação de um protocolo para o tratamento da esquizofrenia no SUS, destacando a subutilização da clozapina e a necessidade de capacitação das equipes de saúde.