A juíza Vanessa Cavalieri defende a aprovação do projeto de lei sobre adultização, que visa proteger crianças e adolescentes no ambiente digital. O presidente da Câmara, Hugo Motta, prometeu acelerar a votação.

A juíza da Vara da Infância e Adolescência do Rio, Vanessa Cavalieri, defendeu a aprovação do projeto de lei sobre adultização, que está em tramitação avançada na Câmara dos Deputados. Em sua fala, ela destacou que o texto não se aplica a adultos, o que torna desnecessária a discussão sobre censura. Cavalieri enfatizou que o projeto visa proteger crianças e adolescentes no ambiente digital, sendo uma questão que transcende divisões partidárias.
Cavalieri participou de uma reunião com o presidente da Câmara, Hugo Motta, onde pediu agilidade na votação do projeto. O grupo saiu da reunião com a promessa de que o texto seria levado ao plenário na próxima semana. O projeto já foi aprovado no Senado e tem sido debatido em mais de cinquenta reuniões técnicas desde o ano passado.
O projeto prevê que contas de jovens de até dezesseis anos estejam vinculadas às de seus responsáveis e que mecanismos de verificação de idade sejam implementados nas lojas de aplicativos. A juíza ressaltou que muitas famílias não têm o conhecimento necessário para proteger seus filhos no ambiente digital, o que torna a responsabilidade das empresas ainda mais crucial.
Na terça-feira, Motta anunciou a criação de uma comissão para discutir uma série de projetos sobre adultização, após um vídeo do influenciador digital Felipe Bressanim Pereira, conhecido como Felca, que expôs casos de exploração de crianças e adolescentes. No entanto, essa decisão foi vista como um retrocesso por defensores do projeto, que temem que a proposta seja adiada.
O relatório atual, sob a relatoria de Jadyel, apresenta restrições mais rigorosas do que as aprovadas anteriormente no Senado. Entre as mudanças, estão regras mais rígidas para a verificação de idade e a não proibição da venda de caixas de recompensas (loot boxes), mas com novas regras que visam proteger os jogadores mais jovens.
A urgência do tema foi reafirmada por Motta, que afirmou que a Câmara enfrentará essa discussão em breve. A proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital é uma responsabilidade coletiva, e iniciativas que busquem apoiar essa causa são fundamentais. Nessa situação, nossa união pode ajudar os menos favorecidos a terem um ambiente digital mais seguro.

Museu de Geociências da USP é reinaugurado em 30 de maio, Dia do Geólogo, com novas exposições, incluindo um meteorito gigante e diamantes coloridos, e entrada gratuita. A reforma visa tornar o espaço mais acessível e educativo.

O youtuber Felipe Bressamin Pereira, conhecido como Felca, participará do programa "Altas Horas" para discutir seu vídeo viral sobre "adultização", que já conta com mais de 31 milhões de visualizações. O conteúdo gerou investigações sobre a exploração de crianças na internet e mobilizou o Congresso Nacional. A atração vai ao ar no sábado (16) e contará com a presença de outros convidados renomados.

A autolesão entre adolescentes no Brasil cresceu 21% entre 2011 e 2022, especialmente após a pandemia. A psicóloga Luiza Cesar Riani Costa desenvolveu uma cartilha com alternativas de alívio emocional.

Vini Jr., eleito o melhor jogador do mundo pela FIFA, apresenta o filme infantil "Clarice Vê Estrelas" no Marché du Film em Cannes, promovendo inclusão e combate ao racismo. A produção, que narra a jornada de autodescoberta de uma menina, é a primeira apoiada pelo Instituto Vini Jr. e destaca o Brasil como país homenageado no festival.

Caroline Aymi Okumura, única garota brasileira na Olimpíada Internacional de Biologia, busca inspirar mais meninas nas ciências após conquistar 17 medalhas em competições nacionais. Ela embarca para as Filipinas em julho.

A Comissão de Previdência da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 3981/23, que padroniza os protocolos de pré-natal no SUS, respeitando as particularidades regionais. A proposta visa garantir melhores práticas na saúde da mulher e da gestante, ampliando o acesso aos serviços de saúde. O projeto segue para análise das comissões de Saúde e de Constituição e Justiça.