A Justiça Federal do Pará reintegra militares temporários desligados por diagnóstico de HIV entre 2014 e 2019, assegurando a reserva remunerada e analisando pedidos de indenização. A decisão combate discriminação e busca reparação.

A Justiça Federal do Pará decidiu que a União deve reintegrar militares temporários diagnosticados com HIV, que foram desligados das Forças Armadas entre 20 de novembro de 2014 e 2019, mesmo sem apresentar sintomas. A determinação, que possui alcance nacional, assegura que esses militares retornem à reserva remunerada, da qual estavam excluídos. A juíza Maria Carolina Valente do Carmo, da 5ª Vara Cível do Pará, fundamentou sua decisão na legislação de 2019 e na jurisprudência anterior.
A legislação de 2019 estabelece que apenas militares efetivos têm direito à reserva remunerada quando são portadores do HIV. Para os temporários, o benefício é garantido apenas se houver incapacidade para funções militares e civis devido ao vírus. Assim, a magistrada concluiu que os militares assintomáticos que foram desligados devem retomar os pagamentos. Antes da nova lei, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) já reconhecia o direito à reforma para militares com HIV, mesmo sem sintomas.
A decisão foi proferida no contexto de uma ação civil pública movida pela Defensoria Pública da União (DPU), que também solicitou indenizações por danos morais coletivos, no valor de R$ 2 milhões, e individuais, de R$ 200 mil para cada militar afastado. Essas solicitações ainda estão sendo analisadas e serão decididas ao longo do processo.
A juíza Maria Carolina destacou que a passagem dos militares temporários para a reserva é uma decisão discricionária das Forças Armadas, mas não pode ser baseada em critérios discriminatórios e estigmatizantes. O desligamento de militares assintomáticos resulta na perda de uma fonte de sustento, o que justifica a urgência da decisão judicial.
Essa reintegração representa um avanço significativo na proteção dos direitos dos militares diagnosticados com HIV, refletindo uma mudança de postura em relação à saúde e à dignidade dos profissionais das Forças Armadas. A decisão também pode servir de precedente para outros casos semelhantes em todo o país.
É fundamental que a sociedade se mobilize em apoio a iniciativas que promovam a inclusão e a proteção dos direitos de grupos vulneráveis. Projetos que visam garantir a dignidade e o sustento de pessoas afetadas por questões de saúde devem ser incentivados, contribuindo para um ambiente mais justo e solidário.
Grupo de Trabalho Interministerial é criado para fortalecer o Programa Amazônia Azul, visando inclusão social e econômica nas comunidades litorâneas e impulsionando a economia azul. A iniciativa envolve 24 ministérios e busca reduzir desigualdades regionais.

Exposição no Centro Cultural Justiça Federal revela o lado pintor de Jorge Selarón, com 350 obras que retratam o cotidiano carioca. Iniciativas visam restaurar a famosa escadaria e catalogar sua produção artística.

Estudo da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica revela que 55,5% das oncologistas enfrentam discriminação de gênero, com 50% relatando assédio moral e 24% assédio sexual, evidenciando a urgência de ações para promover igualdade.

Após sete anos do incêndio que devastou o Museu Nacional, a instituição reabre parcialmente com a mostra "Entre Gigantes", destacando o meteorito Bendegó e captando R$ 169,6 milhões para a recuperação total. A reabertura foi marcada por um evento com a presença de Andrea Costa, Roberto Medronho e Camilo Santana, que enfatizaram a importância do museu como espaço educacional e cultural. A visitação inclui três salões restaurados, com destaque para a Sala das Vigas, que preservará marcas do incêndio como testemunho histórico.

O Sesc FestClown 2025 traz mais de 30 apresentações gratuitas de palhaçaria ao Distrito Federal, incluindo visitas a hospitais e um circo na Asa Norte, promovendo alegria e cultura. Artistas como Kika de Moraes e a Excêntrica Família Firula se destacam, oferecendo oficinas e performances. O festival visa democratizar o acesso à arte circense, levando momentos de descontração a pacientes e profissionais de saúde em diversas instituições.

A startup MedFlow inova ao oferecer antecipação de honorários para médicos plantonistas, permitindo pagamentos em até 24 horas, com hospitais assumindo a responsabilidade financeira. A meta é atingir mil médicos até dezembro.