Jeniffer e Julio, após 17 anos sonhando em ser pais, adotaram cinco irmãos em Telêmaco Borba, enfrentando desafios e descobrindo que têm Transtorno do Espectro Autista (TEA). A família cresceu e se uniu.

Jeniffer e Julio, um casal de Telêmaco Borba, Paraná, sonharam durante 17 anos em ter filhos e decidiram entrar na fila da adoção, inicialmente buscando duas crianças entre 0 e 7 anos. No entanto, a história deles tomou um rumo inesperado quando conheceram cinco irmãos, com idades entre 1 e 12 anos, e decidiram não separá-los. O casal passou um ano e dois meses na fila de adoção, tempo que coincidia com o período em que as crianças estavam no abrigo.
A pedagoga Jeniffer Aparecida Amaral Souza de Oliveira e o consultor financeiro Julio Cesar Soares de Oliveira foram apresentados aos irmãos em fevereiro de 2023. A conexão foi imediata, e a adoção foi finalizada rapidamente. Jeniffer destacou que muitos grupos de irmãos são frequentemente separados, mas eles estavam determinados a manter a unidade familiar. A adaptação, no entanto, trouxe desafios, como a necessidade de ampliar a casa e trocar o carro por um modelo que comportasse todos.
Durante o processo de adaptação, o comportamento de um dos filhos levou à descoberta do diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista (TEA) no menino. Essa revelação também fez com que Jeniffer e Julio identificassem características semelhantes em si mesmos. Após consultas médicas, o casal também recebeu o diagnóstico de TEA, o que os motivou a buscar mais informações e suporte para entender melhor a situação.
Atualmente, os filhos do casal têm idades entre 3 e 14 anos, e todos receberam os sobrenomes de Jeniffer e Julio, Souza de Oliveira. O casal compartilha sua experiência nas redes sociais, abordando temas relacionados à adoção e ao autismo. Eles se apresentam como uma família composta por três autistas com diagnóstico e mais três filhos em investigação, buscando conscientizar e apoiar outras famílias que enfrentam desafios semelhantes.
Jeniffer e Julio relatam que a aproximação com as crianças foi rápida e intensa. Desde o primeiro encontro, o casal visitou os irmãos diariamente, estabelecendo um vínculo forte e imediato. Eles expressam gratidão por terem encontrado uma família e afirmam que a experiência de adotar cinco irmãos superou todas as expectativas que tinham sobre a paternidade.
Histórias como a de Jeniffer e Julio são inspiradoras e mostram a importância da união e do apoio à adoção. Muitas crianças ainda aguardam por uma família que as acolha. A sociedade civil pode desempenhar um papel fundamental em apoiar iniciativas que promovam a adoção e ofereçam suporte às famílias que enfrentam desafios, como os relacionados ao autismo. Essa solidariedade pode transformar vidas e criar laços familiares duradouros.

Projeto de lei propõe centros de apoio 24 horas para mulheres vítimas de violência no DF. A iniciativa, do deputado Hermeto (MDB), visa oferecer atendimento especializado e acolhimento imediato, atendendo a uma demanda urgente na região. Os centros serão instalados em áreas com altos índices de violência, com equipes multidisciplinares disponíveis a qualquer hora.

O 19º Congresso Brasileiro de Oncologia Pediátrica, promovido pela SOBOPE, ocorrerá de 14 a 17 de maio em São Paulo, focando na equidade no tratamento oncológico para crianças e adolescentes. Especialistas discutirão avanços e desafios, visando melhorar a sobrevida e garantir acesso universal às tecnologias terapêuticas.

A Câmara Juvenil do Rio propõe leis para proteger crianças e adolescentes após denúncias de assédio e saúde mental. Projetos incluem o "Programa Não é Não" e saúde mental nas escolas, defendidos por jovens vereadores.

Jesuíta Barbosa retorna ao teatro com a peça "Sonho Elétrico", após seis anos, em parceria com a Companhia Brasileira de Teatro e o neurocientista Sidarta Ribeiro, abordando crises sociais e ambientais. O espetáculo, que explora sonhos e memórias, destaca a importância da arte como resistência e renovação em tempos difíceis.

Gastos com assistência social no governo Lula 3 aumentam, refletindo prioridade em políticas sociais. O governo federal destinou R$ 168,2 bilhões ao Bolsa Família e R$ 106,6 bilhões ao Benefício de Prestação Continuada (BPC) em 2024, com previsão de gastos de R$ 158,6 bilhões e R$ 113,6 bilhões, respectivamente, para este ano. Essa ampliação, que representa 13% das despesas totais, é impulsionada por um aumento no número de beneficiários e reajustes acima da inflação, destacando a prioridade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em fortalecer a assistência social.

O Brasil registrou uma queda de 18,1% no número de trabalhadores domésticos com carteira assinada entre 2015 e 2024, totalizando 1,34 milhão. A pandemia e a alta de diaristas impactaram essa redução.