O Instituto Pretos Novos lançará o circuito “Mercado a Mercado” em 26 de julho, conectando os mercados de escravizados da Rua Direita e do Valongo, promovendo uma reflexão sobre a história da escravidão no Rio de Janeiro.

O Instituto Pretos Novos lançará o circuito “Mercado a Mercado: Uma Jornada Pela História da Escravidão e da Luta Preta no Rio”, que conecta os mercados de escravizados da Rua Direita e do Valongo. O evento ocorrerá no dia 26 de julho, às 9h, com ponto de encontro na Praça da Pira Olímpica, ao lado do Museu Casa França-Brasil e do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB).
Este novo circuito oferece uma imersão crítica na história da escravidão no Rio de Janeiro, guiado por pesquisadores do Instituto Pretos Novos. O percurso revela como a cidade colonial operava o comércio de corpos negros e destaca a resistência negra que persiste nas ruas e construções do centro.
“Mercado a Mercado” é uma iniciativa que visa fortalecer a memória afro-brasileira em um contexto de crescente interesse pelo turismo histórico-cultural e pela justiça histórica. O projeto busca iluminar histórias esquecidas, dar voz aos silenciados e reafirmar a importância da população negra na formação do Brasil.
O passeio não é apenas uma atividade turística, mas uma oportunidade de reflexão sobre o passado e suas repercussões no presente. A proposta é que os participantes compreendam a relevância histórica dos locais visitados e a luta contínua por reconhecimento e justiça.
O Instituto Pretos Novos convida a sociedade a participar desse momento de aprendizado e conscientização. A iniciativa é uma forma de promover a valorização da cultura afro-brasileira e de estimular o debate sobre a história da escravidão e suas consequências.
Projetos como esse merecem apoio e incentivo da sociedade civil. A união em torno de causas que promovem a justiça histórica pode fazer a diferença na valorização da memória e na construção de um futuro mais justo e igualitário.

Mural de David Wojnarowicz, criado em 1985, foi descoberto em 2023, mas agora está novamente coberto por drywall, levantando preocupações sobre sua preservação e acesso à arte socialmente engajada.

A médica Denise Ozores, diagnosticada com câncer de mama em 2020, celebra cinco anos de recuperação e lança o livro "Curados pela Fé", refletindo sobre autoconhecimento e empatia na estética. Sua experiência transformou sua prática, enfatizando a importância do cuidado humanizado e da verdadeira essência interior.

O Brasil sediará pela segunda vez o Congresso Internacional de Educação Ambiental dos Países e Comunidades de Língua Portuguesa em Manaus, de 21 a 25 de julho, abordando a emergência climática e justiça ambiental. O evento, promovido pela Rede Lusófona de Educação Ambiental (REDELUSO), reunirá educadores de diversos países lusófonos para fortalecer iniciativas de educação ambiental. As atividades incluirão conferências, oficinas e visitas a projetos, visando construir uma educação ambiental com identidade local e alcance global.

O Distrito Federal se destaca na prevenção ao HIV, alcançando a categoria 4 na PrEP e a menor taxa de descontinuidade do tratamento no Brasil, com 21%. A SES-DF promove acesso seguro e gratuito à profilaxia.

Ministério Público do Rio de Janeiro move ação civil pública por superlotação nas prisões, com taxa de ocupação de 161% e menos de 10% dos detentos com acesso à educação. A situação exige ampliação urgente do sistema prisional.

O Hospital São Vicente de Paulo (HSVP) reformulou seu modelo de visitas, permitindo acesso direto aos pacientes e introduzindo visitas pet, resultando em mais de 50 visitas na primeira semana. A mudança visa fortalecer vínculos familiares e proporcionar suporte emocional.