O Instituto Pretos Novos lançará o circuito “Mercado a Mercado” em 26 de julho, conectando os mercados de escravizados da Rua Direita e do Valongo, promovendo uma reflexão sobre a história da escravidão no Rio de Janeiro.

O Instituto Pretos Novos lançará o circuito “Mercado a Mercado: Uma Jornada Pela História da Escravidão e da Luta Preta no Rio”, que conecta os mercados de escravizados da Rua Direita e do Valongo. O evento ocorrerá no dia 26 de julho, às 9h, com ponto de encontro na Praça da Pira Olímpica, ao lado do Museu Casa França-Brasil e do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB).
Este novo circuito oferece uma imersão crítica na história da escravidão no Rio de Janeiro, guiado por pesquisadores do Instituto Pretos Novos. O percurso revela como a cidade colonial operava o comércio de corpos negros e destaca a resistência negra que persiste nas ruas e construções do centro.
“Mercado a Mercado” é uma iniciativa que visa fortalecer a memória afro-brasileira em um contexto de crescente interesse pelo turismo histórico-cultural e pela justiça histórica. O projeto busca iluminar histórias esquecidas, dar voz aos silenciados e reafirmar a importância da população negra na formação do Brasil.
O passeio não é apenas uma atividade turística, mas uma oportunidade de reflexão sobre o passado e suas repercussões no presente. A proposta é que os participantes compreendam a relevância histórica dos locais visitados e a luta contínua por reconhecimento e justiça.
O Instituto Pretos Novos convida a sociedade a participar desse momento de aprendizado e conscientização. A iniciativa é uma forma de promover a valorização da cultura afro-brasileira e de estimular o debate sobre a história da escravidão e suas consequências.
Projetos como esse merecem apoio e incentivo da sociedade civil. A união em torno de causas que promovem a justiça histórica pode fazer a diferença na valorização da memória e na construção de um futuro mais justo e igualitário.

Triatleta Marta Dombi, que ficou paraplégica após acidente em 2018, voltou a caminhar com implantes de inteligência artificial, resultado de cirurgia experimental na Suíça. Avanço promissor, mas ainda depende de ajustes técnicos.

Após atentados em 2023 e 2024, o Iphan planeja a primeira reforma significativa da Praça dos Três Poderes desde 1960, com custos entre R$ 22 milhões e R$ 25 milhões, visando revitalizar o espaço e atrair público.

O Movimento Desconecta, fundado por mães preocupadas com os impactos dos celulares na infância, lançou um acordo coletivo online para limitar o uso de dispositivos entre crianças e adolescentes. O movimento, inspirado no livro "Geração Ansiosa" de Jonathan Haidt, busca promover interações no mundo real e já se espalhou por diversas escolas do Brasil. Com a adesão de mais famílias, espera-se que mais crianças possam viver sua infância de forma saudável, longe dos danos das redes sociais.

O Canomama, equipe de canoagem em dragon boat formada por sobreviventes do câncer de mama, promove reabilitação e apoio emocional. Novas remadoras, como Francinélia Soares e Maria de Souza, encontram força e significado no esporte.

São Paulo deixou de arrecadar até R$ 1,2 bilhão em isenções fiscais para habitações de interesse social, segundo estudo da Fundação Tide Setubal e do Cebrap, evidenciando a falta de transparência na gestão.

A Câmara dos Deputados aprovou urgência para projeto que combate a "adultização" de crianças e adolescentes nas redes sociais, após repercussão de vídeo do influenciador Felca. O texto, já aprovado no Senado, estabelece responsabilidades para plataformas digitais e visa proteger menores de crimes como pedofilia. A proposta, de autoria do senador Alessandro Vieira (MDB-ES), exige que redes sociais adotem um "dever de cuidado". Apesar do apoio geral, há críticas de parlamentares da oposição sobre regulamentações consideradas excessivas.