O Instituto Pretos Novos lançará o circuito “Mercado a Mercado” em 26 de julho, conectando os mercados de escravizados da Rua Direita e do Valongo, promovendo uma reflexão sobre a história da escravidão no Rio de Janeiro.

O Instituto Pretos Novos lançará o circuito “Mercado a Mercado: Uma Jornada Pela História da Escravidão e da Luta Preta no Rio”, que conecta os mercados de escravizados da Rua Direita e do Valongo. O evento ocorrerá no dia 26 de julho, às 9h, com ponto de encontro na Praça da Pira Olímpica, ao lado do Museu Casa França-Brasil e do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB).
Este novo circuito oferece uma imersão crítica na história da escravidão no Rio de Janeiro, guiado por pesquisadores do Instituto Pretos Novos. O percurso revela como a cidade colonial operava o comércio de corpos negros e destaca a resistência negra que persiste nas ruas e construções do centro.
“Mercado a Mercado” é uma iniciativa que visa fortalecer a memória afro-brasileira em um contexto de crescente interesse pelo turismo histórico-cultural e pela justiça histórica. O projeto busca iluminar histórias esquecidas, dar voz aos silenciados e reafirmar a importância da população negra na formação do Brasil.
O passeio não é apenas uma atividade turística, mas uma oportunidade de reflexão sobre o passado e suas repercussões no presente. A proposta é que os participantes compreendam a relevância histórica dos locais visitados e a luta contínua por reconhecimento e justiça.
O Instituto Pretos Novos convida a sociedade a participar desse momento de aprendizado e conscientização. A iniciativa é uma forma de promover a valorização da cultura afro-brasileira e de estimular o debate sobre a história da escravidão e suas consequências.
Projetos como esse merecem apoio e incentivo da sociedade civil. A união em torno de causas que promovem a justiça histórica pode fazer a diferença na valorização da memória e na construção de um futuro mais justo e igualitário.

Teatro de Contêiner Mungunzá enfrenta despejo em São Paulo, levantando questões sobre a falta de alternativas para moradia e a expulsão de populações vulneráveis do centro. O espaço é vital para a cultura e inclusão social.

Coletivo Favela In, fundado por empreendedores da Rocinha em 2020, promove inclusão produtiva e empreendedorismo por meio de educação e inovação, fortalecendo negócios locais e capacitando jovens e mulheres.

O Museu Nacional reabre parcialmente após sete anos, com reforma de R$ 517 milhões e exposição de peças recuperadas, como o meteorito Bendegó e um esqueleto de cachalote. A nova fase promete revitalizar a cultura e a história.

Maria José Luacute Kapilango e 21 estudantes angolanos iniciam pós-graduação na Escola de Enfermagem da USP, visando fortalecer o sistema de saúde em Angola por meio de um novo convênio. A recepção contou com apresentações culturais e emocionantes homenagens à história de sua mãe, Judith Luacute, uma das pioneiras na formação de enfermeiros angolanos no Brasil.

Neste domingo (27), Niterói celebra a cultura afro-brasileira com o aniversário de três anos do Samba das Yabás e uma roda de samba de Mingo Silva, promovendo ancestralidade e valorização feminina. O evento no Teatro Popular Oscar Niemeyer contará com diversas atrações, enquanto a roda no Espaço Oásis busca apoiar jovens talentos da Engenhoca.

A 32ª edição do Prêmio BTG da Música Brasileira homenageou Chitãozinho & Xororó e revelou que 84% dos artistas enfrentam dificuldades financeiras. O projeto Música é Negócio oferecerá cursos online gratuitos para impulsionar carreiras.