O Instituto Pretos Novos lançará o circuito “Mercado a Mercado” em 26 de julho, conectando os mercados de escravizados da Rua Direita e do Valongo, promovendo uma reflexão sobre a história da escravidão no Rio de Janeiro.

O Instituto Pretos Novos lançará o circuito “Mercado a Mercado: Uma Jornada Pela História da Escravidão e da Luta Preta no Rio”, que conecta os mercados de escravizados da Rua Direita e do Valongo. O evento ocorrerá no dia 26 de julho, às 9h, com ponto de encontro na Praça da Pira Olímpica, ao lado do Museu Casa França-Brasil e do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB).
Este novo circuito oferece uma imersão crítica na história da escravidão no Rio de Janeiro, guiado por pesquisadores do Instituto Pretos Novos. O percurso revela como a cidade colonial operava o comércio de corpos negros e destaca a resistência negra que persiste nas ruas e construções do centro.
“Mercado a Mercado” é uma iniciativa que visa fortalecer a memória afro-brasileira em um contexto de crescente interesse pelo turismo histórico-cultural e pela justiça histórica. O projeto busca iluminar histórias esquecidas, dar voz aos silenciados e reafirmar a importância da população negra na formação do Brasil.
O passeio não é apenas uma atividade turística, mas uma oportunidade de reflexão sobre o passado e suas repercussões no presente. A proposta é que os participantes compreendam a relevância histórica dos locais visitados e a luta contínua por reconhecimento e justiça.
O Instituto Pretos Novos convida a sociedade a participar desse momento de aprendizado e conscientização. A iniciativa é uma forma de promover a valorização da cultura afro-brasileira e de estimular o debate sobre a história da escravidão e suas consequências.
Projetos como esse merecem apoio e incentivo da sociedade civil. A união em torno de causas que promovem a justiça histórica pode fazer a diferença na valorização da memória e na construção de um futuro mais justo e igualitário.
O Distrito Federal registra 23 casos do sorotipo 3 da dengue, levando a Secretaria de Saúde a intensificar ações de combate, incluindo o uso de um novo inseticida e aumento no número de agentes de saúde.

Ana Maria Gonçalves faz história ao ser eleita a primeira mulher negra da Academia Brasileira de Letras, destacando-se com seu livro "Um Defeito de Cor" e abrindo portas para maior diversidade literária.

Policiais militares resgataram uma recém-nascida abandonada em Belford Roxo. A menina, chamada Bárbara, está estável na UTI neonatal após receber os primeiros socorros.

Pesquisadores da Universidade Tufts desenvolveram o fio dental "eMIP", que detecta cortisol na saliva, oferecendo uma solução acessível para monitorar o estresse em minutos. A tecnologia pode revolucionar a detecção de condições de saúde.

Governo Lula implementa nova política de saúde mental, encerrando manicômios, mas enfrenta críticas pela falta de estrutura e vagas no SUS. Especialistas alertam para a inadequação do atendimento em hospitais gerais.

A Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro lança um edital de R$ 1,3 milhão para Rodas Culturais e de Rima, com a presença de autoridades, visando apoiar 32 projetos de hip-hop. O edital contempla categorias de manutenção, circulação e um festival, promovendo a cultura urbana e fortalecendo identidades das juventudes periféricas.