Cem idosos dos Lares de Velhinhos Maria Madalena e Bezerra Menezes desfrutaram de um passeio de barco no Lago Paranoá, promovido pela Abetur, proporcionando alegria e interação social. O evento, que trouxe sorrisos e recordações, destacou a importância de experiências externas para a saúde mental dos idosos, promovendo bem-estar e conexão com o mundo.

Recentemente, cem idosos dos Lares de Velhinhos Maria Madalena e Bezerra Menezes participaram de um passeio de barco no Lago Paranoá, promovido pela Associação Brasiliense de Empresas de Transporte de Passageiros, Eventos e Turismo Náutico no Lago Paranoá (Abetur). O evento teve como objetivo proporcionar momentos de lazer e interação social para pessoas em situação de vulnerabilidade.
Durante o passeio, Juliana Batista, de setenta e nove anos, inicialmente hesitou em entrar no barco, mas logo se deixou levar pela experiência. "Eu nunca tinha pisado em um barco, mas gostei. Gostei muito", declarou a idosa, que encontrou alegria em meio à brisa do lago. O passeio durou cerca de uma hora e passou pela famosa ponte JK, proporcionando vistas deslumbrantes.
Abdenago Almeida, de setenta e seis anos, também compartilhou sua alegria. Ele relembrou suas origens no Rio Grande do Norte e expressou seu amor pela água, afirmando que "para quem nasceu na praia, ficar só na terra é um lamento". Édio Alves, de sessenta e cinco anos, que vive no lar há apenas dois meses, recordou suas experiências de pesca no Pará e destacou a importância de momentos como esse para o bem-estar dos idosos.
A psicóloga do Bezerra de Menezes, Quézia Aguiar, ressaltou a relevância de passeios como esse para a saúde mental dos residentes. "Esse contato com o lado de fora é essencial, porque eles acabam ficando muito tempo institucionalizados", explicou. A interação com o ambiente externo ajuda a preservar as habilidades cognitivas e promove um bem-estar geral.
Maria Neuza, de oitenta e três anos, expressou sua felicidade durante o passeio, afirmando que nunca havia estado em um barco antes. "O Lago é muito bonito, nunca tinha visto assim tão de perto", disse, radiante. O presidente da Abetur, Fabiano Dias, considerou o evento um sucesso e afirmou que pretende realizar mais passeios no futuro, visando beneficiar outras associações que atendem pessoas em situação de vulnerabilidade.
Os idosos retornaram aos lares com sorrisos e lembranças felizes, refletindo a importância de iniciativas que promovem inclusão e alegria. Projetos como esse devem ser incentivados pela sociedade civil, pois cada ação pode fazer a diferença na vida de quem mais precisa de apoio e carinho.

Sônia Gomes de Oliveira, assistente social e presidente da Comissão Nacional do Laicato Brasileiro, foi convidada a participar do sínodo no Vaticano, onde leigos e mulheres terão direito a voto pela primeira vez. Essa mudança histórica, promovida pelo papa Francisco, representa um avanço significativo na inclusão de vozes femininas na Igreja Católica, apesar das resistências de setores conservadores. Sônia, que atua com grupos vulneráveis, expressa preocupação com possíveis retrocessos e destaca a importância da participação feminina na Igreja.

Agentes comunitários de saúde podem conquistar aposentadoria especial com regras mais favoráveis, com audiência pública no Senado em 8 de julho. Proposta prevê aposentadoria a homens aos 52 anos e mulheres aos 50, com 20 anos de serviço.

Andrea Schwarz, influenciadora e ativista, denunciou discriminação em restaurante de São Paulo ao ser negada uma mesa acessível, evidenciando a falta de empatia em ambientes sofisticados. A situação ressalta a urgência por inclusão e respeito aos direitos das pessoas com deficiência.

A Danone Brasil, sob a liderança de Tiago Santos, busca reduzir o açúcar em produtos infantis para 10% até 2030, enfrentando desafios de sabor e aceitação. A empresa renovou sua certificação B Corp, reafirmando seu compromisso com a sustentabilidade.

Em 2024, o Gasto Social com Crianças e Adolescentes caiu após cortes orçamentários, apesar do aumento anterior. Ipea e Unicef alertam para a urgência de priorizar investimentos sociais em tempos de ajuste fiscal.

O documentário "Yõg Ãtak: Meu Pai, Kaiowá", dirigido por Sueli Maxakali e outros, narra a busca de Sueli por seu pai, Luiz Kaiowá, e revela as memórias de violências sofridas pelos povos indígenas. A obra destaca a reconexão familiar e a luta contínua dos guarani-kaiowá e Maxakali, transformando a câmera em um espaço de pertencimento e resistência cultural.