Artista conhecida por sua luta pelos direitos das mulheres, compartilha sua vitória sobre o câncer e expressa desejo de se conectar com seus fãs, reafirmando sua missão de transformação através da arte.

A artista, conhecida por sua luta pelos direitos das mulheres e por sua conexão com a ancestralidade, recentemente compartilhou uma importante vitória em sua vida: a superação do câncer. Em suas palavras, “A minha essência é a minha força, a minha verdade e a minha fé.” Essa declaração reflete não apenas sua resiliência, mas também seu compromisso em transformar o mundo através da arte.
Ela se descreve como “uma mulher gorda, preta, bissexual” e expressou seu desejo de conhecer melhor seus fãs, afirmando: “Quero saber quem são vocês”. Essa interação demonstra sua vontade de construir uma comunidade mais próxima e solidária, onde todos possam se sentir representados e ouvidos.
A artista também enfatiza a importância de sua ancestralidade, mencionando que “tenho meus orixás e meus santos católicos”, o que revela a profundidade de sua fé e a influência cultural que moldou sua identidade. Essa conexão com suas raízes é um elemento central em sua obra, que busca mostrar que “todos somos iguais, independentemente das diferenças”.
Além de sua luta pessoal, ela se posiciona como uma defensora dos direitos das mulheres, afirmando que “a minha voz é a voz daqueles que não podem se expressar”. Essa frase ressalta seu papel como porta-voz de causas sociais, utilizando sua arte como uma ferramenta de empoderamento e conscientização.
Com sua trajetória inspiradora, a artista não apenas supera desafios pessoais, mas também motiva outros a se unirem em prol de causas que promovem igualdade e justiça. Sua missão de transformar o mundo através da arte é um chamado à ação para todos que acreditam em um futuro mais inclusivo.
Nessa jornada, a união da sociedade civil pode fazer a diferença, apoiando iniciativas que promovem a saúde e o bem-estar de todos. Projetos que visam ajudar pessoas em situações semelhantes à dela são essenciais e merecem ser incentivados por todos nós.

O Museu Kuahí dos Povos Indígenas do Oiapoque reabre após doze anos, com reformas e um acervo digitalizado na plataforma Tainacan, promovendo a cultura indígena e atraindo turistas. A iniciativa visa fortalecer a identidade cultural e as relações entre indígenas e visitantes.

Três vacinas em desenvolvimento no Instituto Butantan foram incluídas no Programa de Desenvolvimento e Inovação Local (PDIL) do Ministério da Saúde, visando fortalecer o SUS. As vacinas são para dengue, gripe aviária e uma nova versão para idosos.

A 20ª edição da CinePO — Mostra de Cinema de Ouro Preto começa em 25 de outubro, com exibição gratuita de 144 filmes e homenagens a Marisa Orth e outros. O evento destaca a memória do audiovisual brasileiro.

O Grupo Said, líder em atendimento domiciliar a idosos, conquistou o primeiro lugar no ranking do Great Place To Work Rio de Janeiro, destacando-se pelo acolhimento e investimento em educação para suas colaboradoras.

O Paraná conta com 242.942 doadores de sangue, superando a média nacional. O secretário da Saúde, Beto Preto, destaca benefícios como bem-estar emocional e meia-entrada em eventos culturais.

Renata Ceribelli estreia nova temporada do quadro "Prazer, Renata" no "Fantástico", abordando vivências de pessoas com 60 anos ou mais, desafiando preconceitos sobre envelhecimento. A série propõe um olhar renovado sobre a longevidade e a diversidade de experiências, promovendo diálogos intergeracionais e a importância de combater o etarismo.