O Governo do Distrito Federal lançou o "Manual dos Fluxos de Atendimento Integrado" para crianças e adolescentes vítimas de violência, promovendo um atendimento padronizado e evitando a revitimização. O documento, resultado de quatro anos de trabalho do Grupo de Gestão Colegiada da Rede de Cuidado e Proteção, foi apresentado em evento com especialistas e representantes da rede de proteção. A nova abordagem centraliza a escuta especializada, garantindo um processo mais eficiente e respeitoso para as vítimas.

O Governo do Distrito Federal (GDF) lançou o "Manual dos Fluxos de Atendimento Integrado de Crianças e Adolescentes Vítimas ou Testemunhas de Violência". O documento visa organizar e padronizar o atendimento a essas vítimas, abrangendo desde a notificação inicial até o acompanhamento das medidas protetivas, envolvendo setores como saúde, educação, assistência social, segurança pública e justiça. O evento de lançamento ocorreu no Centro Integrado 18 de Maio, na 307 Sul, com a presença de representantes da rede de proteção e especialistas.
O manual é resultado de quatro anos de trabalho do Grupo de Gestão Colegiada da Rede de Cuidado e Proteção (GGCORP). A secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, destacou que o documento é um instrumento de proteção, fundamentado no respeito à dignidade e na escuta qualificada das vítimas. Ela enfatizou que a entrega do manual representa uma vitória coletiva de todos que lutam pela proteção das crianças e adolescentes.
O GGCORP, criado pelo Decreto nº 42.542/2021, é composto por representantes de órgãos do GDF, do sistema de justiça e da sociedade civil. O grupo tem como objetivo garantir um processo de escuta e acolhimento das vítimas, conforme estabelecido pela Lei Federal nº 13.431/2017. O manual estabelece procedimentos unificados desde a notificação até o encerramento do caso, promovendo uma atuação articulada entre os diversos setores envolvidos.
Um dos principais avanços do manual é a centralidade da escuta especializada, que busca evitar a revitimização das crianças e adolescentes, reduzindo o número de entrevistas. O documento foi elaborado a partir de um diagnóstico que analisou mais de oito mil casos de violência registrados em 2020 e mais de nove mil em 2021. A promotora de Justiça do Ministério Público do DF e Territórios, Liz Elainne Mendes, afirmou que o novo fluxo reflete a maturidade da rede de proteção.
A defensora pública Karine França Brito, que atua na Vara da Infância e da Juventude, ressaltou a clareza do fluxo, que orienta os profissionais sobre quem acionar em cada situação. A conselheira tutelar de Sobradinho II, Nice Pereira, celebrou a entrega do material como uma conquista significativa na garantia dos direitos das crianças e adolescentes. O manual é visto como um avanço real na proteção infantojuvenil no Distrito Federal.
Iniciativas como essa são fundamentais para fortalecer a rede de proteção e garantir que as vítimas recebam o suporte necessário. A mobilização da sociedade civil pode ser crucial para apoiar projetos que visem a proteção e o acolhimento de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade. A união em prol dessa causa pode fazer a diferença na vida de muitos jovens que precisam de apoio e assistência.

O Papa Leão XIV recebeu cartas de 58 detentos do Presídio Regional de Xanxerê, que pedem a continuidade do legado de paz do Papa Francisco e destacam a importância da leitura no cárcere. A iniciativa visa promover a ressocialização e a humanização dos presidiários.

A Universidade de São Paulo (USP) reafirma sua relevância ao desenvolver respiradores e vacinas durante a pandemia, promovendo inclusão e permanência de estudantes de escolas públicas e grupos minoritários. A instituição busca garantir recursos e valorizar seus profissionais, enfrentando desafios econômicos para manter sua excelência.

Uma mulher de 25 anos foi à UPA de Guanambi com sua boneca reborn, alegando que o "bebê" sentia dor, gerando preocupações sobre sua saúde mental e propostas de acolhimento psicossocial.

Cerca de 10% a 20% de crianças e adolescentes enfrentam transtornos mentais, como depressão, segundo a OMS. A psicóloga Ana Cristina Smith Gonçalves alerta para sinais como mudanças de humor e queixas físicas.

O programa Território Hip Hop, da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo, investiga como as letras de rap moldam a identidade de jovens negros e periféricos, destacando a influência das mensagens sobre negritude.

Chico Osório, ex-garimpeiro de Serra Pelada, ainda busca ouro em meio a um lago, enquanto jovens locais preferem educação e turismo a retornar ao garimpo, refletindo uma mudança de mentalidade na região.