Desde janeiro de 2023, a Ancine promove a inclusão nas salas de cinema, com 99% das sessões oferecendo acessibilidade, totalizando mais de 8,1 milhões de exibições. Em 2025, 186 filmes brasileiros já disponibilizaram recursos acessíveis, um aumento de 23% em relação ao ano anterior.

Desde janeiro de 2023, a Ancine (Agência Nacional do Cinema) implementou uma Instrução Normativa que visa aumentar a acessibilidade nas salas de cinema do Brasil. Essa iniciativa garante que os cinemas ofereçam recursos de acessibilidade visual e auditiva, como legendas descritivas, audiodescrição e interpretação em Libras. Como resultado, 99% das sessões exibidas nos anos de 2023 e 2024 contaram com esses recursos, com exceção de um pequeno percentual que não é obrigado a oferecer acessibilidade.
Ao todo, foram mais de 8,1 milhões de sessões acessíveis durante esse período, refletindo um compromisso significativo com a inclusão. Os cinemas também têm apoiado essa mudança por meio de aplicativos específicos que facilitam o acesso a esses recursos para o público com deficiência. Essa transformação é um passo importante para garantir que todos possam desfrutar da experiência cinematográfica.
Além disso, em 2025, 186 filmes brasileiros já foram lançados com recursos de acessibilidade, representando um aumento de 23% em relação ao ano anterior. Essa evolução demonstra um esforço contínuo da indústria cinematográfica em atender a um público mais amplo e diversificado, promovendo a inclusão e a igualdade de oportunidades no acesso à cultura.
A implementação desses recursos não apenas beneficia as pessoas com deficiência, mas também enriquece a experiência de todos os espectadores. A acessibilidade é um direito fundamental e a sua promoção deve ser uma prioridade para todos os setores da sociedade. O cinema, como forma de arte e entretenimento, tem um papel crucial na construção de uma sociedade mais inclusiva.
Com a crescente demanda por acessibilidade, é essencial que a sociedade civil se mobilize para apoiar iniciativas que promovam a inclusão em diversas áreas. Projetos que visam aumentar a acessibilidade em espaços culturais e de entretenimento devem ser incentivados e apoiados, garantindo que todos tenham acesso a experiências enriquecedoras.
Nessa situação, nossa união pode ajudar os menos favorecidos a terem acesso a experiências culturais que transformam vidas. O apoio a projetos que visam a inclusão e a acessibilidade pode fazer uma diferença significativa na vida de muitas pessoas, permitindo que todos desfrutem do cinema e da cultura de forma plena.

O FGV Ibre e a Umane lançaram um painel sobre Atenção Primária à Saúde, revelando avanços na cobertura, mas também alta rotatividade de profissionais e baixa vacinação. A ferramenta visa auxiliar gestores na melhoria da APS.

Malala Yousafzai, ativista paquistanesa e ganhadora do Nobel da Paz, visitou o Brasil em 2023 para discutir a educação de meninas, destacando a situação crítica no Afeganistão sob o Talibã. A jovem, agora casada e formada em Oxford, enfatiza a urgência de ações internacionais para garantir os direitos educacionais de meninas afegãs, que enfrentam severas restrições.

A Niari Cosméticos, co-fundada por Sandrinha Flávia, inaugurou sua fábrica em 2023, com produção de 2 toneladas mensais e planos de dobrar a capacidade até 2025, além de projetos sociais.

Cine OP, festival de Ouro Preto, celebra sua 20ª edição destacando o cinema nacional e a importância do streaming. Raquel Hallak ressalta a preservação e o impacto de filmes como "Ainda estou aqui" e "Marte 1".

O Ministério da Saúde lançou novos Projetos Referenciados para os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), visando aprimorar as instalações e expandir os serviços de saúde mental no SUS. As melhorias incluem ambientes acolhedores e suporte contínuo para pessoas em sofrimento psíquico, com a expectativa de construir 300 novas unidades até 2025.

O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional reconheceu a situação de emergência em cinquenta cidades afetadas por desastres naturais, permitindo que prefeituras solicitem recursos federais. As cidades enfrentam estiagem, seca e inundações, e agora podem pedir apoio para ações de defesa civil, como distribuição de alimentos e kits de higiene.