Cerca de 80 bilhões de latas de alumínio são descartadas anualmente, mas todas podem ser recicladas. Novas ideias criativas para reutilizar anéis de latas incluem cabides, vasos e brincos, promovendo a sustentabilidade.

Você sabia que aproximadamente oitenta bilhões de latas de bebidas são descartadas anualmente no mundo? Segundo a OKON Recycling, uma empresa de reciclagem, essas latas são totalmente recicláveis, tanto em processos industriais quanto em casa. Elas são comuns em refrigerantes, cervejas e alimentos enlatados, destacando-se pela durabilidade e resistência do alumínio, que também é um material versátil e amplamente utilizado.
Além da reciclagem, a reutilização de partes das latas, como os anéis, tem ganhado destaque. Esses pequenos aros, que normalmente são descartados, podem ser transformados em itens úteis e criativos. Por exemplo, um anel pode ser usado como um cabide extra, permitindo pendurar duas peças em um único cabide, ideal para quem tem pouco espaço.
Outra ideia é a criação de vasos suspensos. Basta colar anéis na borda de um vaso e passar fios por eles para pendurá-lo. É uma solução econômica e sustentável, desde que as plantas não sejam muito pesadas. Além disso, os anéis podem servir como suportes para quadros, facilitando a decoração de paredes sem a necessidade de suportes tradicionais.
Os anéis também podem ser transformados em brincos artesanais. Com um pouco de lã ou linha, é possível criar acessórios únicos e personalizados. Outra utilidade prática é substituir o puxador de um zíper quebrado por um anel, tornando o fechamento de casacos mais fácil e funcional.
O alumínio é um material que pode ser reciclado várias vezes, o que traz benefícios significativos para o meio ambiente e a economia. A reciclagem do alumínio reduz a necessidade de extração de novos recursos e diminui a quantidade de resíduos. Essa prática não só contribui para a sustentabilidade, mas também pode ser uma fonte de inovação e criatividade em casa.
Iniciativas que promovem a reutilização e a reciclagem devem ser apoiadas pela sociedade. Projetos que incentivam a criatividade na utilização de materiais recicláveis podem ter um impacto positivo significativo. A união em torno dessas causas pode ajudar a transformar a maneira como lidamos com o lixo e a promover um futuro mais sustentável.

Em 2024, a Amazônia e a Mata Atlântica sofreram incêndios devastadores, queimando 30 milhões de hectares, o pior registro em quatro décadas, com um aumento de 62% em relação à média histórica. A Floresta Atlântica perdeu mais de 1 milhão de hectares, enquanto a Amazônia sozinha respondeu por 15 milhões de hectares queimados. A Terra Indígena Utiatiti, em Mato Grosso, foi severamente afetada, com mais de 2 milhões de hectares destruídos. A maioria dos incêndios ocorreu entre agosto e outubro, durante a estiagem.

A COP30, marcada para novembro de 2025 em Belém, enfatiza a Amazônia na bioeconomia. Estudo propõe governança experimentalista para integrar políticas públicas e fortalecer a efetividade local.

A COP30, em novembro de 2025 em Belém (PA), pode marcar um novo paradigma ao discutir que 30% dos alimentos servidos venham da agricultura familiar local, injetando R$ 3,3 milhões na economia regional. A proposta, apoiada por diversas entidades, visa promover práticas sustentáveis e fortalecer a produção local, refletindo a diversidade da Amazônia.

O Rio Grande do Sul enfrenta temporais e queda brusca de temperatura nesta quarta-feira, com previsão de neve na Serra e ressaca no litoral. A Defesa Civil alerta para riscos de chuvas intensas e ventos fortes.

Aumento de 55% nos alertas de desmatamento na Amazônia em abril preocupa governo, que revisa planos de controle. Amazonas, Mato Grosso e Pará são os estados mais afetados. Medidas preventivas estão em andamento.

Especialistas reavaliam o experimento Biosfera 2, destacando suas lições sobre ecologia e a complexidade de recriar sistemas naturais, além de seu valor na pesquisa sobre mudanças climáticas. O projeto, que custou cerca de US$ 150 milhões, revelou a dificuldade de sustentar a vida humana fora da Terra e a importância de proteger nosso planeta.