Liana Moraes, aos 70 anos, celebra marcos significativos: 50 anos de casamento e 25 à frente do Hospital A.C. Camargo, referência em oncologia no Brasil, além de criar o Prêmio José Eduardo Ermírio de Moraes.

Recentemente, Liana Moraes, uma cidadã engajada e reconhecida por seu trabalho no Hospital A.C. Camargo, celebrou três importantes marcos em sua vida: seu septuagésimo aniversário, cinquenta anos de casamento com José Ermírio de Moraes Neto e vinte e cinco anos à frente do hospital, que se tornou um dos principais centros de oncologia do Brasil. O hospital, sob sua liderança, implementou um modelo integrado que abrange prevenção, diagnóstico, tratamento, ensino e pesquisa, posicionando-se entre as melhores instituições do mundo na área.
Além de suas conquistas pessoais e profissionais, Liana também criou o Prêmio José Eduardo Ermírio de Moraes, em homenagem ao filho falecido, que visa reconhecer e estimular projetos que transformem o ambiente de negócios e a sociedade brasileira. A premiação, realizada em parceria com o Insper, é um exemplo de como a dor pode ser ressignificada em ações que promovem o bem-estar coletivo.
O impacto de Liana na vida das pessoas é notável. Sua presença é descrita como luminosa, e sua capacidade de se conectar com os outros é admirável. Em uma conversa, mesmo diante de dificuldades, Liana mantém o foco no interlocutor, transmitindo uma sensação de que tudo é possível. Uma anedota curiosa ilustra sua personalidade: ao se deparar com um leão no jardim, ela não hesitou em pedir que o animal e seu dono fossem levados a um local mais apropriado, demonstrando seu amor pela ordem e pelo natural.
Filha da atriz Lia Amanda, uma figura proeminente do cinema italiano, e neta de Carmen Caissutti, Liana herdou uma forte presença e uma paixão pelas artes. Sua mãe, que abandonou a carreira no auge para viver no Brasil, influenciou Liana a se envolver em diversas discussões, desde literatura até política e projetos de infraestrutura. Essa diversidade de interesses reflete sua intensidade e curiosidade pela vida.
As viagens de Liana são marcadas por um olhar atento às inovações na medicina. Ela frequentemente busca conhecer novas tecnologias e tratamentos, demonstrando um compromisso com a evolução do setor de saúde. Sua abordagem prática e engajada é um lembrete de que a verdadeira influência não se mede pela visibilidade, mas pelo impacto real que se causa na vida das pessoas.
O exemplo de Liana Moraes é inspirador e nos convida a refletir sobre como podemos contribuir para causas que realmente importam. Projetos que visam transformar a sociedade e apoiar aqueles que enfrentam dificuldades devem ser incentivados. A união em torno de iniciativas que promovem a saúde e o bem-estar pode fazer a diferença na vida de muitos, mostrando que a solidariedade é um caminho poderoso para a mudança.

O caso de Alice, uma menina brasileira autista não verbal, que aguardou 50 dias para se reunir com seu cão de companhia, inspirou a "Lei Teddy", proposta pela deputada Inês de Sousa Real. O projeto visa proibir o transporte de animais no porão de aviões, garantindo dignidade e segurança para famílias com necessidades especiais. O pai de Alice expressou esperança na aprovação da lei, ressaltando a importância de direitos para pessoas com deficiência.

A crescente demanda por bonecas reborns, com 20% das vendas voltadas a pacientes com Alzheimer, reflete um aumento de 70% no faturamento da loja de Isabelita Brilhante, destacando seu uso terapêutico.
A Câmara dos Deputados votará um projeto de lei para proteger crianças e adolescentes na internet, incluindo controle parental e sanções para empresas que não cumprirem as normas. O texto busca garantir segurança digital e responsabiliza Estado, plataformas e famílias.

A morte de Juliana Marins, jovem brasileira, expõe os desafios enfrentados por mulheres negras em viagens, como racismo e machismo. Iniciativas como o Bitonga Travel buscam mudar essa realidade.

Sobreviventes de câncer pediátrico na América Latina enfrentam sérias complicações físicas e mentais, com apenas um terço realizando exames regulares. Estudo destaca a urgência de acompanhamento estruturado e políticas públicas eficazes.

Rayssa de Melo e Thays Moura fundaram a fintech Agree em 2022, focada em facilitar o acesso ao crédito para o agronegócio, movimentando R$ 800 milhões e mirando R$ 1 bilhão até 2025. A empresa utiliza tecnologia para otimizar processos e planeja lançar um Fundo de Investimento em Direitos Creditórios.