O consórcio GS Inima-Forte Ambiental e a Acciona conquistaram o leilão de coleta e tratamento de esgoto em 43 municípios do Espírito Santo, com investimentos de quase R$ 7 bilhões, beneficiando 1,18 milhão de capixabas.

O consórcio GS Inima-Forte Ambiental e a empresa Acciona foram os vencedores do leilão realizado pelo governo do Espírito Santo e pela Companhia Espírito-santense de Saneamento (Cesan) para a coleta e tratamento de esgoto em 43 municípios. O leilão, que ocorreu na B3 em São Paulo, prevê um investimento de quase R$ 7 bilhões e beneficiará 1,18 milhão de capixabas.
A GS Inima conquistou o bloco 1, que inclui a capital Vitória e mais 34 municípios, oferecendo um desconto de 25,32% sobre a contraprestação que a estatal pagará à concessionária. O investimento previsto para este bloco é de R$ 1,08 bilhão, com custos operacionais de R$ 3,85 bilhões ao longo de 25 anos. O CEO da GS Inima, Paulo Roberto de Oliveira, destacou a continuidade da parceria com o governo do estado.
A Acciona, por sua vez, venceu o bloco 2, que abrange os municípios de Anchieta, Afonso Cláudio, Castelo, Guarapari, Ibatiba, Itapemirim, Iúna e Viana, com um desconto de 13,88%. O investimento neste bloco será de R$ 399,6 milhões, com custos operacionais de R$ 1,39 bilhão durante 23 anos. André de Angelo, CEO da Acciona Brasil, enfatizou a importância do investimento em saneamento para alcançar a universalização dos serviços no país.
No bloco 1, o valor máximo de pagamento pela Cesan à concessionária é estimado em R$ 4,9 bilhões, enquanto no bloco 2, o total é de R$ 2,1 bilhões. A Aegea, que já atua no estado, também participou do leilão, mas não conseguiu superar as propostas vencedoras. A Cesan afirmou que o leilão visa ampliar a cobertura dos serviços de esgoto sem impactar as tarifas atuais.
A concessionária vencedora será responsável pela construção de 39 Estações de Tratamento de Esgoto (ETE), 219 Estações Elevatórias de Esgoto (EEE) e pela implantação de 1.200 quilômetros de redes coletoras. Atualmente, as operações em Serra, Vila Velha e Cariacica já são realizadas por meio de Parcerias Público-Privadas (PPPs), todas sob a gestão da Aegea. O governador do Espírito Santo, Renato Casagrande, expressou a expectativa de que o estado alcance a universalização dos serviços até 2033.
Com a expansão das parcerias, a iniciativa busca garantir saúde e qualidade de vida para todos os capixabas. Projetos como esse devem ser estimulados pela sociedade civil, pois a união pode fazer a diferença na melhoria da infraestrutura de saneamento e na promoção do bem-estar da população.

Durante a cúpula do Brics no Rio de Janeiro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou a OTAN e a AIEA, propondo um novo modelo de desenvolvimento e anunciando a Parceria pela Eliminação de Doenças Socialmente Determinadas. Lula destacou que desigualdades sociais impactam a saúde e defendeu investimentos em infraestrutura e educação para combater doenças.

Cinquenta e sete meninas entre 10 e 14 anos se tornam mães diariamente no Brasil, evidenciando a gravidade da gravidez infantil, especialmente em áreas isoladas e entre populações indígenas. O estudo do Instituto AzMina revela a falta de informação e acesso a políticas públicas, destacando a naturalização da maternidade infantil e a necessidade urgente de intervenções eficazes.

Aluno transexual da Polícia Militar de Goiás conquistou o direito de usar fardamento masculino após intervenção da Defensoria Pública, que garantiu respeito à sua identidade de gênero.

Em julho de 2015, a Lei Brasileira de Inclusão foi sancionada, marcando um avanço significativo nos direitos das pessoas com deficiência no Brasil. O senador Romário Faria, relator da lei, destacou a importância da inclusão e o compromisso com sua implementação. Apesar dos avanços, desafios persistem, como a falta de acessibilidade e preconceito, tornando a LBI um ponto de partida para a luta por dignidade e igualdade.

Flavia Aranha, estilista pioneira em sustentabilidade, anuncia novas coleções na Flip, incluindo itens para casa e uma collab com Amyr Klink, destacando o artesanato local de Paraty.

Renata Capucci, jornalista de 52 anos, compartilha sua jornada com Parkinson no programa Sem Censura, buscando desmistificar a doença e incentivar o tratamento e a prática de exercícios físicos. Ela relembra o impacto inicial do diagnóstico e destaca a importância de quebrar preconceitos, transformando sua experiência em um recomeço.