O Instituto Motiva, sob a liderança de Renata Ruggiero, investirá R$ 750 milhões em projetos sociais até 2035, destacando a inclusão de comunidades caiçaras e quilombolas na Flip e na COP 30.

A sustentabilidade é um dos pilares do futuro, afirma a presidente do Instituto Motiva, Renata Ruggiero. Desde sua fundação em 2014, a entidade, originada da ex-CCR, tem se destacado em iniciativas voltadas à educação e cultura. Durante a Festa Literária de Paraty (Flip), que ocorrerá de 30 de julho a 4 de agosto, Ruggiero anunciou a participação de comunidades caiçaras e quilombolas, além de planos para a COP 30, que acontecerá em novembro no Pará.
Na COP 30, o Instituto Motiva pretende formar uma coalizão com diferentes segmentos do transporte, focando em um sistema de deslocamento sustentável. Ruggiero destacou que a nova estratégia do instituto prioriza o tema “cidades sustentáveis”, que é tratado com atenção e profundidade. O lema da entidade é a democratização do acesso à cultura, visto como um caminho para a transformação social.
O investimento de R$ 2 milhões na Flip 2025 marca a terceira participação consecutiva do Instituto Motiva no festival, que integra uma estratégia mais ampla de incentivo à cultura e à educação. Até 2035, a empresa planeja investir R$ 750 milhões em projetos de impacto social em todo o Brasil, reforçando seu compromisso com a responsabilidade social.
Entre as próximas iniciativas, destaca-se a Casa Motiva, um espaço com programação gratuita na Flipelô, em Salvador (BA). O local reunirá mais de 20 autores, incluindo o escritor marfinense Armand Patrick Gbaka-Brédé, conhecido como GauZ’, e Tatiana Gomes, neta do renomado dramaturgo Dias Gomes, que será homenageado nesta edição.
Essas ações demonstram o empenho do Instituto Motiva em promover a inclusão social e a valorização da cultura local. A participação de comunidades tradicionais em eventos como a Flip e a COP 30 é uma oportunidade para dar voz a grupos historicamente marginalizados, promovendo a diversidade cultural e a sustentabilidade.
Nossa união pode ser fundamental para apoiar iniciativas que visam a transformação social e a valorização da cultura. Projetos como esses merecem ser estimulados pela sociedade civil, garantindo que mais vozes sejam ouvidas e que a cultura e a educação se tornem acessíveis a todos.

A 6ª Semana Legislativa pela Mulher na Câmara Legislativa do DF destacou a urgência da presença feminina em posições de poder, com discursos de Dra. Jane Klebia e Dai Schmidt sobre representatividade e políticas públicas.

O Estúdio Escarlate lançou o Prêmio Chico Vive para destacar novos artistas brasileiros e produziu um longa-metragem e um documentário sobre Chico Mendes, que será exibido na COP30. A iniciativa visa valorizar a cultura e a preservação ambiental na Amazônia, reunindo ações que conectam arte e ativismo social.

Senado aprova projeto de lei que garante direitos a mães em luto gestacional e neonatal, incluindo suporte psicológico e rituais de despedida, promovendo atendimento humanizado nas maternidades.

Famílias enfrentam dificuldades para matricular crianças com deficiência em escolas, tanto públicas quanto privadas, apesar da Lei Brasileira de Inclusão, que proíbe a recusa. O Ministério Público investiga essas práticas.

Especialistas debatem a urgência de estabelecer idades mínimas para o uso de smartphones e redes sociais, destacando riscos como vícios e violência entre adolescentes. O painel 'Like e laços' no Rio Innovation Week abordou a necessidade de proteção digital.

Após uma busca frustrante por um vestido de noiva, a autora, mulher midsize, encontrou um modelo desenhado especialmente para seu corpo, superando experiências constrangedoras em ateliês. A realidade da moda nupcial ainda exclui muitos corpos, evidenciando a necessidade de inclusão no mercado.