Gabeu, filho de Solimões, resgata suas raízes sertanejas ao criar o movimento queernejo, unindo tradição e modernidade, e promovendo reconciliações familiares através da música.

Gabeu, filho do renomado músico sertanejo Solimões, cresceu imerso na cultura caipira, mas inicialmente se afastou desse universo. Recentemente, ele se reconectou com suas raízes ao criar o movimento queernejo, que combina tradições sertanejas com elementos contemporâneos. Em entrevista ao GLOBO, Gabeu compartilha como a música sempre fez parte de sua vida e o impacto que isso teve em sua formação artística.
Durante sua infância, a presença da música em casa era natural para Gabeu, que relata: "A pergunta que mais ouvi na vida foi: 'como é ser filho de famoso?' Ele admite que essa realidade era comum para ele, mas que só na adolescência percebeu que era diferente. O artista destaca a influência de seu pai na construção de seu repertório musical, que abrange desde duplas caipiras até artistas internacionais.
No entanto, na juventude, Gabeu buscou se distanciar do sertanejo, sentindo que não se via representado. "Tive um ímpeto muito grande de me desvincular ao máximo do sertanejo, por não me identificar com nada", explica. Ele encontrou refúgio na música pop, especialmente na obra de Lady Gaga, que moldou sua identidade durante esse período de busca.
Com o passar do tempo, Gabeu começou a se questionar sobre sua origem e a possibilidade de criar sua própria música sertaneja. "Me reconectar com minha raiz sertaneja é uma coisa recente na minha vida", afirma. Essa reflexão levou à criação do queernejo, um movimento que tem ganhado destaque na cena musical e promovido uma nova visão sobre o sertanejo.
Uma das maiores alegrias de Gabeu é receber relatos de pessoas que se reaproximaram de suas famílias através de sua música. Ele destaca: "Nada supera as várias histórias que chegam até mim sobre como o meu trabalho e a minha relação com meu pai ajudaram a aproximar pais e filhos". Essa conexão emocional tem sido um aspecto fundamental de sua trajetória artística.
O impacto do queernejo vai além da música, promovendo diálogos entre gerações e incentivando a aceitação das raízes culturais. Projetos que buscam fortalecer laços familiares e culturais merecem apoio da sociedade civil, pois podem transformar vidas e promover a inclusão. A união em torno de iniciativas que valorizem a diversidade e a tradição pode fazer a diferença na vida de muitos.
O Hospital Regional do Guará (HRGu) completou 33 anos com uma festa que homenageou servidores e destacou melhorias na infraestrutura, como a modernização da sala vermelha. A celebração reforçou o compromisso com um atendimento humanizado e de qualidade.

Brasília recebe o 33º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental, destacando inovações em saneamento, como o projeto de R$ 80 milhões na comunidade Santa Luzia. O evento reúne especialistas e autoridades para discutir soluções sustentáveis.

A Universidade Zumbi dos Palmares e a Iniciativa Empresarial pela Igualdade Racial premiaram empresas e líderes que promovem a diversidade no mercado de trabalho. O evento, realizado em São Paulo, destacou a importância da equidade racial em um contexto de luta por inclusão.

O Museu da Justiça, no Centro do Rio de Janeiro, inicia em julho a revitalização com salas interativas da SuperUber, destacando códigos antigos e casos marcantes da Justiça brasileira. A nova exposição traz histórias de Luiz Gama e Inês Etienne Romeu, promovendo uma reflexão sobre a evolução da Justiça no Brasil.

Ministros do STF decidirão se o INSS deve pagar benefícios a mulheres afastadas do trabalho por violência doméstica, com impacto nas políticas de proteção. O julgamento pode redefinir a natureza do benefício e sua competência judicial.

A produção de pinhão no Brasil se expande para a Serra da Mantiqueira, com exportações para os EUA aumentando de seis para doze toneladas em 2024, impulsionando a cadeia produtiva local.