Lívia Gueissaz, influenciadora de moda, vivenciou práticas ancestrais com mulheres Guajajara no Festival do Mel, promovido pela ministra Sonia Guajajara, destacando a conexão espiritual com a floresta. A experiência, sem registros, foi um profundo aprendizado sobre escuta e respeito à cultura indígena.

Lívia Gueissaz, influenciadora de moda e consultora de imagem, participou de uma vivência simbólica com mulheres Guajajara durante a edição reservada do Festival do Mel, no Maranhão. O convite foi feito pela ministra dos Povos Indígenas, Sonia Guajajara, que organizou o encontro para promover a reconexão com práticas ancestrais, reunindo lideranças indígenas e mulheres consideradas estratégicas. A vivência durou quatro dias, onde Lívia dormiu em redes, foi pintada com jenipapo e acompanhou rituais coletivos.
O mel, elemento central da celebração, é visto pelos Guajajara como um símbolo de cura e conexão espiritual com a floresta. Lívia destacou a pureza e generosidade das crianças presentes, afirmando que "tudo ali era purificação". Sua presença foi marcada pela ausência de celulares e registros planejados, permitindo uma experiência de escuta e observação. Ela descreveu a vivência como uma travessia silenciosa, onde o gesto e a escuta foram mais importantes que qualquer discurso.
Após a vivência, Lívia retornou aos ensaios para o Miss Europe Continental 2025, onde representa o Brasil. Apesar de sua trajetória na moda, ela afirmou que nada se compara à potência simbólica do encontro com as mulheres Guajajara. A edição do Festival foi restrita, sem cobertura de imprensa, para preservar o caráter íntimo da proposta e valorizar a cultura indígena.
Sonia Guajajara enfatizou a importância de ouvir antes de falar e viver antes de traduzir. Para ela, o momento foi um passo inicial para um caminho de valorização cultural. Lívia, por sua vez, refletiu sobre a beleza que se manifesta através do respeito e da conexão com a natureza, destacando que a floresta, as mulheres e o mel deixaram marcas profundas em sua experiência.
A vivência de Lívia Gueissaz com as mulheres Guajajara é um exemplo de como a moda e a cultura podem se entrelaçar em experiências significativas. Essa interação não apenas enriquece a trajetória pessoal da influenciadora, mas também ressalta a importância de iniciativas que promovem a cultura indígena e a preservação ambiental.
Iniciativas como essa merecem ser apoiadas pela sociedade civil, pois a união em torno de projetos que valorizam a cultura e a natureza pode gerar impactos positivos e duradouros. O apoio a essas causas é fundamental para garantir que experiências transformadoras continuem a acontecer.

O Hospital Albert Einstein lança a área GATE para desenvolver tecnologias que visam reduzir iniquidades em saúde, com projetos inovadores como VIGIAMBSI, integrando dados de saúde e saneamento em Distritos Indígenas.

Bruno Salomão, chef maranhense, superou alcoolismo e obesidade, perdendo mais de 70 kg. Ele compartilha sua jornada de transformação e agora participa do reality show "Chef de Alto Nível".

Estão abertas as inscrições para o projeto Galeria dos Becos, que ocorrerá em 23 de agosto de 2025, no Setor Comercial Sul, promovendo grafite, dança urbana e música. O evento visa inclusão e valorização cultural. Serão selecionados grafiteiros, arte-educadores e DJs, priorizando artistas do Distrito Federal e regiões periféricas. Além das intervenções artísticas, haverá oficinas gratuitas e um espaço de convivência pacífica, reafirmando a importância histórica e cultural dos becos na arte urbana de Brasília.

Neste sábado (9), às 9h, a Casa de Cura em Vargem Grande receberá o Circuito Helinho, uma corrida inclusiva para crianças típicas e atípicas, idealizada por Isabel André e Angélica. O evento visa promover empatia e inclusão desde a infância, com inscrições gratuitas via Instagram.

No dia 30, será inaugurado o Museu de Vassouras, com a presença do ministro Luís Roberto Barroso, destacando a história do Ciclo do Café e a figura de Marianna Crioula, líder de uma revolta pela liberdade.

O Brasil alcançou um recorde de 30,3 mil transplantes em 2024, mas o número de doadores caiu para 4.086. O ministério busca melhorar a aceitação familiar e introduzir novos procedimentos complexos.