O Profissão Pet, programa do Instituto Impacto Criativo, capacita moradores de favelas e periferias, priorizando mulheres e LGBTQIAPN+, para atuar no setor pet. Com 498 inscritos, 100 concluíram a formação, gerando empregos e negócios.

O Profissão Pet é um programa inovador que visa capacitar moradores de favelas e periferias, com foco em mulheres e pessoas LGBTQIAPN+ em situação de vulnerabilidade. A iniciativa, criada pelo Instituto Impacto Criativo, promove formação híbrida e oportunidades de empreendedorismo no setor pet, gerando renda e transformação social. A primeira edição do programa, realizada em 2024, contou com 498 inscrições, das quais 100 participantes concluíram a formação.
O programa oferece vivências práticas em empresas do setor pet, além de acesso a uma plataforma digital com conteúdos, mentorias e fóruns. Os idealizadores, Saulo Eduardo e Patrick Corrêa, destacam que a ideia surgiu a partir da escuta ativa nas comunidades, identificando uma oportunidade de inserção produtiva em um mercado que movimentou mais de R$ 70 bilhões em 2024, com crescimento anual acima de 13% nos últimos anos.
O Profissão Pet capacita os participantes para atuarem como pet sitters, dog walkers e banhistas, promovendo o empreendedorismo. Durante a primeira edição, 67,8% dos participantes eram pessoas negras, 83% estavam desempregadas e 55,6% tinham ensino médio completo. O curso tem duração média de três meses e já resultou em 19% dos formados atuando profissionalmente no setor pet, além de 5% abrindo seus próprios negócios.
O impacto do programa vai além da geração de renda, incluindo o fortalecimento emocional e o aumento da autoestima dos alunos. Paula Nogueira, da equipe de comunicação, ressalta que os principais desafios incluem garantir a sustentabilidade das formações e obter apoio financeiro para bolsas e materiais. Apesar das dificuldades, o projeto já conquistou certificação binacional e validação como tecnologia social pela Universidade Federal Fluminense.
O Profissão Pet é itinerante e já atuou em diversas localidades, como Duque de Caxias e bairros do Rio de Janeiro. A cada nova edição, o projeto se adapta às realidades locais, mantendo articulações com lideranças comunitárias. A iniciativa também conta com parcerias estratégicas que oferecem apoio jurídico, microcrédito e mentorias, ampliando o alcance e a eficácia do programa.
Com quase quinhentas pessoas na fila de espera para as próximas turmas, a demanda por capacitação no setor pet é crescente. Projetos como o Profissão Pet devem ser estimulados pela sociedade civil, pois podem transformar vidas e promover a inclusão social. A união em torno de iniciativas como essa pode fazer a diferença na vida de muitos que buscam oportunidades e autonomia.

Um jovem revela sua luta interna ao se moldar às expectativas sociais, escondendo sua verdadeira identidade. Agora, ele busca autoconhecimento e aceitação, aprendendo que ser diferente é uma força, não uma fraqueza.

Bergson Gurjão Farias, estudante e ativista político desaparecido em 1972, receberá um diploma post mortem da Universidade Federal do Ceará em homenagem ao seu legado. A cerimônia ocorrerá no dia 16, às 17h30, e emocionará sua família.

Em 2024, o rendimento médio das famílias brasileiras alcançou um recorde, com a desigualdade social diminuindo, conforme dados do IBGE. O Índice de Gini caiu para 0,506, refletindo crescimento de 17,6% entre os mais pobres.

O Hospital Erasto Gaertner inaugurou o Centro de Treinamento em Cirurgia Avançada, oferecendo um curso em cirurgia robótica para 20 médicos, com foco no SUS e apoio da FINEP. A iniciativa visa qualificar profissionais para procedimentos complexos, melhorando o atendimento à saúde pública.

Após a gestão criticada da pandemia de COVID-19, a sociedade civil pressionou por um auxílio emergencial de R$ 600, revelando a urgência de uma política pública permanente para calamidades. A desigualdade no Brasil intensifica os impactos de crises, exigindo ação imediata do governo.

A Galeria de Arte do Sesc Niterói inaugura a exposição "Rio Acima – Uma Jornada pelo Xingu" em 12 de julho, destacando a cultura Kuikuru através de obras de três artistas. A mostra, com entrada gratuita, resulta de uma imersão cultural no Alto Xingu e visa promover a preservação das tradições e do meio ambiente.