Luana Marques Ferreira, do Morro da Pedreira, foi aceita em seis universidades americanas para o doutorado em Química, escolhendo a University of Massachusetts Amherst. Ela deseja impactar sua comunidade com seu conhecimento.

A trajetória de Luana Marques Ferreira é um exemplo de superação e determinação. Criada no Morro da Pedreira, em Costa Barros, ela enfrentou desafios financeiros e a falta de recursos para a educação. Apesar das dificuldades, Luana nunca abandonou seu sonho de estudar fora. Aos 28 anos, ela foi aceita em seis universidades americanas para o doutorado em Química, optando pela University of Massachusetts Amherst, uma das instituições mais respeitadas na área nos Estados Unidos.
Luana expressa sua emoção ao ver seu sonho se concretizando: “Confesso que ainda é difícil acreditar no que aconteceu. Tenho aquela sensação de que estou sonhando.” Sua jornada incluiu o aprendizado de inglês de forma autodidata, utilizando vídeos e livros emprestados, além de explorar outros idiomas, como francês e igbo, uma língua africana. Essa busca por conhecimento foi essencial para sua aceitação nas universidades.
O apoio que Luana recebeu ao longo de sua trajetória foi fundamental. Ela conquistou uma bolsa integral para o ensino médio, o que a levou a conhecer o EducationUSA, um programa que oferece informações sobre estudos nos Estados Unidos. Com essa ajuda, Luana teve aulas de inglês focadas no teste de proficiência Toefl e recebeu suporte financeiro para custos de provas e deslocamentos.
Mais do que realizar um sonho pessoal, Luana deseja impactar sua comunidade. “Quero deixar a minha marca nesse mundo, assim como meu avô fez”, afirma. Ele tinha uma creche comunitária e ensinou a importância da educação. Luana planeja usar seu conhecimento em química para criar um projeto que financie jovens cientistas e apadrinhe crianças, especialmente as de sua comunidade.
Durante sua graduação em Química na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Luana se destacou como organizadora do programa Mulheres Negras Fazendo Ciência, que promoveu iniciativas educativas. Ela também se dedicou a palestras em escolas e igrejas, compartilhando informações sobre universidades públicas e a possibilidade de estudar fora, desmistificando barreiras que muitos enfrentam.
A história de Luana é um convite à ação. Projetos como o dela, que visam transformar vidas por meio da educação, merecem apoio e incentivo da sociedade. A união em torno de causas sociais pode fazer a diferença na vida de muitos jovens que, assim como Luana, sonham em alcançar novos horizontes.

O Grupo Corpo, em sua nova coreografia "Piracema", utiliza 82 mil latas de sardinha para explorar a relação do homem com a natureza e a transformação, celebrando seus 50 anos de arte. A obra, que reflete a identidade brasileira, destaca a urgência de uma nova relação ecológica, unindo dança e música de forma inovadora.

A partir de 1º de setembro, planos de saúde devem cobrir implante contraceptivo hormonal e radioterapia de intensidade modulada, enquanto inclusão de transplante de membrana amniótica foi adiada para ajustes.

Com o retorno de Donald Trump em 2025, políticas de diversidade enfrentam resistência, especialmente contra pessoas trans. No Brasil, empresas ainda veem a inclusão como uma estratégia valiosa e lucrativa.

A Praça Santos Dumont, na Gávea, agora conta com uma fonte de água potável, beneficiando pessoas e animais. A iniciativa do Instituto Francisco, em parceria com a Brava Arena Jockey, visa combater a desidratação.

Pesquisas recentes indicam que a vacinação contra o herpes zoster pode reduzir o risco de demência, reforçando a teoria de que vírus comuns estão ligados ao Alzheimer. Ruth Itzhaki, pioneira na área, destaca a importância de mais estudos.

Cuidadores de pacientes com Alzheimer no Brasil são majoritariamente mulheres, enfrentando sobrecarga emocional e financeira. Estudo revela que 86% dos cuidadores são do sexo feminino, com custos que podem ultrapassar R$ 8 mil.