Lucas Henrique dos Santos, conhecido como Menino do Vício, superou a dependência de drogas ao se dedicar à leitura e inspirar outros em sua jornada de sobriedade. Após uma recaída em 2022, ele decidiu retomar a sobriedade em 2025, utilizando livros como apoio e conquistando uma comunidade de mais de 55 mil seguidores que o ajudam com doações.

Lucas Henrique dos Santos, conhecido como Menino do Vício, compartilha sua luta contra a dependência de drogas e sua jornada de sobriedade através da literatura. Após uma recaída severa em 2022, ele decidiu retomar a sobriedade em 2025, utilizando a leitura como ferramenta de apoio e incentivando outros a enfrentarem seus vícios. Lucas acumula seguidores e doações, mostrando que sua experiência pode inspirar muitos.
Desde a adolescência, Lucas convive com a depressão e, aos dezoito anos, encontrou na maconha um refúgio. Ele admite que a substância se tornou um vício que afetou sua vida. Ao perceber a gravidade da situação, decidiu substituir o vício das drogas pela leitura, investindo seu dinheiro em livros ao invés de substâncias. Essa mudança foi crucial para sua recuperação e ele começou a compartilhar sua jornada no TikTok.
Com mais de cinquenta e cinco mil seguidores, Lucas se tornou uma referência para aqueles que enfrentam problemas semelhantes. Ele relata que o apoio do público foi fundamental para sua sobriedade. "Viralizei na internet contando minha história e muitas pessoas se inspiraram em mim para enfrentar sua própria batalha contra o vício", afirma. O apoio vem na forma de mensagens motivacionais e doações de livros, que ajudam Lucas a continuar sua jornada.
Em 2022, Lucas teve uma recaída um dia antes de completar cinco meses de sobriedade. Ele admite que a tentação foi forte e acabou usando outras drogas, o que levou sua vida a um colapso. Sua saúde deteriorou rapidamente, e ele percebeu que precisava mudar novamente. "Eu disse: 'Isso não é vida. Se eu consegui parar uma vez, consigo de novo'", conta. Essa determinação o levou a retomar a leitura como forma de lidar com a abstinência.
Lucas lê, em média, cinco a seis livros por mês, utilizando a literatura como uma forma de escapar de sua realidade. Ele prefere narrativas leves e envolventes, que o ajudam a manter o foco. "Cada livro é uma viagem para um mundo diferente. Sem dúvidas, foi o melhor vício da minha vida. O vício do bem", destaca. Ele também enfrenta desafios, como a ressaca literária, mas encontrou maneiras de contornar essa dificuldade, mudando de gêneros literários.
A jornada de Lucas Henrique dos Santos é um exemplo de superação e resiliência. O apoio que ele recebe de seus seguidores demonstra a importância da comunidade na luta contra vícios. Projetos que promovem a leitura e o apoio a pessoas em recuperação são essenciais e podem fazer a diferença na vida de muitos. A união em torno de causas como essa pode ajudar a transformar vidas e oferecer novas oportunidades para aqueles que enfrentam desafios semelhantes.

A Justiça de São Paulo autorizou a quebra de sigilo de 233 perfis que acusaram o youtuber Felipe Bressanim Pereira, conhecido como Felca, de pedofilia, considerando-o vítima de injúria. Ele processou os usuários e propôs um acordo para doações a instituições de proteção infantil.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva homologou três terras indígenas no Ceará, totalizando 16 áreas reconhecidas desde 2023, em um ato que reforça os direitos dos povos originários. A medida, celebrada na 1ª Conferência Nacional das Mulheres Indígenas, visa devolver autonomia e fortalecer a resistência das comunidades.

O projeto de lei que proíbe testes em animais para cosméticos foi aprovado na Câmara dos Deputados e aguarda sanção do presidente Lula, após 12 anos de mobilização. Organizações e artistas apoiam a medida.

A Fundação Paulistana e o Instituto Capim Santo expandem os cursos gratuitos do programa Cozinha Escola, focando em confeitaria e marmitas, para promover inclusão e geração de renda em São Paulo. As aulas ocorrem em diversas regiões, visando capacitar pessoas em situação de vulnerabilidade econômica.

Representantes do Centro de Defesa das Vítimas de Trânsito (CDVT) estão em Brasília para propor um projeto de lei que exige seguro de vida e acidentes para motociclistas e entregadores. A proposta prevê indenizações de R$ 150 mil em caso de morte acidental e R$ 20 mil para despesas médicas. O CDVT já se reuniu com deputados e senadores para discutir a iniciativa, que visa melhorar a proteção dos trabalhadores do setor.

O setor social atrai profissionais em busca de impacto, com destaque para gestores sociais, assistentes e especialistas em captação de recursos. Habilidades como comunicação e empatia são essenciais.