Ludhmila Hajjar, cardiologista e intensivista, foi premiada na Categoria Ciência e Saúde pelo seu trabalho em políticas antidrogas e acolhimento humanizado, destacando a urgência de investimentos em ciência e educação.

Ludhmila Hajjar, médica cardiologista e intensivista, foi agraciada com o prêmio Faz Diferença na Categoria Ciência e Saúde por sua contribuição em políticas antidrogas e acolhimento humanizado de usuários. A cerimônia ocorreu no Teatro do Copacabana Palace, no Rio de Janeiro, onde a profissional expressou sua honra pelo reconhecimento em um momento significativo, o centenário do jornal O GLOBO. Ela destacou a importância de investimento em ciência, educação e saúde para um futuro melhor no Brasil.
Hajjar, que é professora titular de Emergências na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) e colunista do GLOBO, enfatizou que o papel do profissional de saúde vai além do tratamento de doenças. Segundo ela, é fundamental buscar justiça social e transformar a vulnerabilidade da população em políticas públicas efetivas. A médica também mencionou a necessidade de um investimento sólido em educação como ferramenta de transformação social.
Com mais de 284 publicações internacionais e reconhecida como uma das cientistas mais influentes do mundo pela Universidade de Stanford, Hajjar tem se destacado no debate sobre políticas antidrogas. Em 2024, ela coordenou um grupo acadêmico multidisciplinar que elaborou propostas para o enfrentamento do uso de drogas, apresentando um documento ao Supremo Tribunal Federal (STF) durante o julgamento da descriminalização do porte de drogas para uso pessoal.
O documento defendia o fortalecimento de políticas de prevenção, cuidado, redução de danos e reinserção social, refletindo a visão de que a saúde pública deve ser uma prioridade. Atualmente, Hajjar também lidera uma pesquisa que integra inteligência artificial em procedimentos de regulação de pacientes graves e está à frente de um projeto para a construção de um Hospital Inteligente de Emergências em São Paulo, que promete ser o maior hospital público do país.
Nascida em Anápolis, Goiás, em mil novecentos e setenta e sete, Hajjar se formou na Universidade de Brasília em dois mil. Além de suas funções acadêmicas e de pesquisa, ela é chefe de cardiologia do Vila Nova Star e atua em UTIs em hospitais de São Paulo. Sua trajetória ilustra a importância da ciência e da saúde na construção de um futuro mais justo e igualitário.
Iniciativas como a de Hajjar são essenciais para a transformação social e merecem apoio. A união da sociedade civil pode ser um motor para impulsionar projetos que visem a melhoria das condições de saúde e educação no Brasil, beneficiando aqueles que mais precisam e promovendo um futuro mais solidário.

O projeto ConeCta-SP lançou a segunda edição da newsletter "Conhecimento e Ação", abordando inquérito populacional e um sistema informatizado para monitorar programas de rastreamento do câncer. A iniciativa visa transformar conhecimento científico em ações eficazes para melhorar as políticas de prevenção do câncer em São Paulo.

A Bienal do Livro Rio promove o painel “Potência Criativa” com artistas que abordam arte como resistência e identidade, mediado por Michele Miranda. O evento ocorrerá no dia 19 de junho, às 19h, no Riocentro. Além disso, o Crematório e Cemitério da Penitência inicia a Campanha do Agasalho para ajudar pessoas em vulnerabilidade. No último congresso Paulista de Neurologia, foi lançado o livro "Neuronopatias motoras", reunindo especialistas da área.

Ana Maria Braga revelou a data da festa do Criança Esperança 2023, marcada para 27 de outubro, com Xuxa, Angélica e Eliana como apresentadoras, celebrando os 40 anos do projeto e performances especiais.

A empresa X lançou uma linha de produtos sustentáveis e agora implementará um programa de reciclagem com organizações locais, oferecendo descontos aos consumidores que devolverem itens antigos. Essa iniciativa visa reduzir o impacto ambiental e promover a conscientização ecológica.

Claudia Rodrigues, humorista da Globo, compartilha sua trajetória de superação após 25 anos do diagnóstico de esclerose múltipla, inspirando outros com palestras motivacionais ao lado da noiva, Adriane Bonato.

Debora Falabella dirigirá a peça "Até aquele dia", que aborda a relação pai-filho e temas como feminicídio e machismo. Estreia em São Paulo no segundo semestre, com apoio financeiro de R$ 777 mil.