O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou três leis para combater a violência contra a mulher, incluindo monitoramento de agressores e aumento de penas. As novas normas visam fortalecer a proteção às mulheres, com medidas como a utilização de tornozeleiras eletrônicas, penalizações mais severas para violência psicológica e combate à discriminação de mães em processos seletivos.

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, sancionou, em 24 de abril de 2025, três novas leis voltadas ao combate à violência contra a mulher. As medidas, que foram aprovadas recentemente pelo Congresso, incluem o monitoramento de agressores com tornozeleira eletrônica, o aumento da pena para violência psicológica quando praticada com o uso de inteligência artificial e a punição para discriminação de mães e gestantes em processos seletivos.
A primeira lei, de autoria da deputada Jandira Feghali, estabelece um aumento de cinquenta por cento na pena para crimes de violência psicológica que utilizem tecnologias como deepfakes. Atualmente, a pena varia de seis meses a dois anos de reclusão, além de multa. Dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública indicam que, em 2023, o Brasil registrou 38.507 casos de violência psicológica, um aumento de 33,8% em relação ao ano anterior.
Outra medida sancionada visa combater a discriminação em processos seletivos de bolsas de estudo ou pesquisa, proposta pela deputada Erika Hilton. A nova norma prevê que colaboradores de instituições que praticarem atos discriminatórios poderão ser excluídos por meio de processo administrativo, garantindo assim mais igualdade para mães e gestantes.
Além disso, a proposta que aprimora a Lei Maria da Penha, de autoria do deputado Gutemberg Reis, estabelece a monitoração eletrônica de agressores durante a aplicação de medidas protetivas em casos de violência doméstica. O dispositivo de monitoramento deve estar vinculado a um aplicativo que alerta tanto a vítima quanto a Polícia Militar em caso de aproximação do agressor.
Em 2023, foram concedidas 663.704 medidas protetivas, e 66 feminicídios ocorreram enquanto as vítimas tinham medidas protetivas em vigor, representando 12,7% das ocorrências totais. Esses dados ressaltam a importância das novas leis sancionadas, que buscam aumentar a proteção e a segurança das mulheres no Brasil.
Essas iniciativas representam um passo importante no combate à violência de gênero, mas a sociedade civil também pode contribuir para fortalecer essas ações. Projetos que visem apoiar vítimas e promover a igualdade de gênero devem ser incentivados, pois a união em torno dessas causas pode fazer a diferença na vida de muitas mulheres.

A Justiça Federal determinou que a União pague R$ 200 mil por danos morais coletivos devido a declarações homofóbicas de Milton Ribeiro, ex-ministro da Educação. A indenização será destinada ao Fundo de Defesa de Direitos Difusos, visando apoiar a população LGBTI+.

Lúcia Helena Corrêa, cabeleireira carioca, transformou sua vida após curso da Fundação Darcy Vargas. A L'Oréal Brasil, sob Marcelo Zimet, investe em diversidade e produtos para cabelos crespos, ampliando sua presença no mercado.

Valdeci de Sousa, produtor de leite no Ceará, destaca os ganhos da Rota do Leite, que trouxe assistência técnica e cooperativismo, elevando a qualidade e o valor do seu produto. A iniciativa do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) transforma a vida de pequenos agricultores, promovendo desenvolvimento regional e dignidade no campo.

Terracap lança edital para concessão de 40 imóveis a entidades religiosas e sociais no DF. O terceiro edital oferece oportunidades para igrejas e organizações assistenciais, promovendo a segurança jurídica e o fortalecimento de suas atividades.

Heitor, um bebê com cardiopatia, passou cinco meses na UTI Neonatal, e sua chegada motivou o avô Dico a enfrentar um câncer de próstata, aumentando suas chances de tratamento. A conexão entre eles é inspiradora.

Ministro Alexandre de Moraes exige ações da Procuradoria-Geral de Justiça de São Paulo contra abusos na Cracolândia, após denúncias de violência da Guarda Civil e despejo de espaço cultural.