Um vídeo viral no TikTok mostra uma mãe ensinando sua filha a ser gentil, mas não submissa, destacando a importância de limites e empatia. A abordagem gerou identificação entre pais e educadores.

Um vídeo que se tornou viral no TikTok gerou um intenso debate sobre a educação emocional de meninas. Nele, uma mãe compartilha sua abordagem de ensinar a filha a ser gentil, mas não submissa. A mãe, identificada como @remissmama222, enfatiza a importância de estabelecer limites claros, mesmo ao ser empática. Essa filosofia é aplicada desde os primeiros anos da filha, que agora tem treze anos.
A mãe relata um momento marcante da infância da filha, quando, aos dois anos, ela reagiu firmemente a um colega que estava tirando seus brinquedos. Com um claro "NÃO. EU NÃO GOSTO DISSO", a menina demonstrou a habilidade de se posicionar de forma assertiva. A mãe observou que essa atitude representava uma gentileza que não se submete, destacando que "gentileza tem espinha dorsal".
Segundo a mãe, a sociedade frequentemente impõe às meninas a expectativa de serem sempre dóceis e agradáveis, o que pode dificultar seu desenvolvimento emocional. Essa pressão cultural pode levar muitas a não se posicionarem ou a não defenderem seu espaço emocional. Por isso, ela acredita que é crucial ensinar que ser gentil não significa ser passiva.
Atualmente, a filha enfrenta os desafios do ensino fundamental com essa mesma postura. Ela se posiciona contra brincadeiras maldosas e demonstra empatia, ajudando quem precisa. A mãe observa que a filha não busca agradar a todos, mas sim estar em paz consigo mesma, o que é um reflexo de sua educação.
A mãe ressalta que, embora a filha ainda tenha comportamentos típicos da adolescência, como revirar os olhos, ela sabe se fazer ouvir nas situações que realmente importam. A combinação de empatia e limites é vista como a verdadeira essência da gentileza. A mensagem final do vídeo convida à reflexão sobre como a educação emocional pode impactar a vida das meninas.
Em um mundo que ainda espera que meninas sejam sempre agradáveis, a criação de uma filha gentil e firme é um ato de coragem. Projetos que promovem essa educação emocional devem ser apoiados pela sociedade civil, pois podem transformar o futuro e ajudar a construir uma geração mais consciente e assertiva.

Quase um quinto dos jovens brasileiros de 15 a 29 anos que não trabalham nem estudam é analfabeto funcional, revelam dados de 2024 do Inaf. A estagnação do analfabetismo funcional no Brasil, que atinge 29% da população de 15 a 64 anos, destaca a urgência de ações em educação e capacitação.

Estudo revela que a maternidade reduz a participação feminina no trabalho no Brasil. A pesquisa da Fundação Getulio Vargas mostra que mães enfrentam maior informalidade e desemprego, evidenciando a urgência de políticas públicas eficazes.

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O Dia do Livro Infantil, em 2 de abril, celebra Hans Christian Andersen e destaca a importância da leitura, especialmente com a queda de leitores entre crianças de 5 a 10 anos.

Prefeitura de São Paulo, sob gestão de Ricardo Nunes (MDB), planeja ampliar parcerias com escolas privadas para melhorar a educação municipal a partir de 2026. A iniciativa visa replicar o modelo do Liceu Coração de Jesus, que já apresenta resultados positivos.

A volta às aulas pode ser desafiadora para crianças, que enfrentam a adaptação à rotina após as férias. A pedagoga Mariana Ruske ressalta a importância da comunicação e empatia para lidar com esse desconforto.