A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, defende que os 63 vetos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à Lei do Licenciamento Ambiental fortalecem a proteção ambiental e asseguram as metas de desmatamento zero e redução de emissões de CO2.

A Lei do Licenciamento Ambiental, recentemente aprovada pelo Congresso e sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, visa flexibilizar o processo de licenciamento ambiental no Brasil. No entanto, a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, destacou que os 63 vetos do presidente à lei asseguram uma maior proteção ambiental, mantendo as metas de desmatamento zero e a redução das emissões de dióxido de carbono (CO2).
Marina Silva afirmou que os vetos garantem a integridade do licenciamento, que, segundo ela, não foi comprometido. “Todo o trabalho foi feito para preservar a integridade do licenciamento. E isso ficou assegurado”, declarou a ministra. Ela enfatizou que as metas de desmatamento zero e a redução de CO2 entre 59% e 67% permanecem intactas com as alterações feitas.
A ministra também ressaltou que a manutenção do processo de licenciamento é fundamental para a proteção ambiental. Com os novos mecanismos introduzidos, o governo busca equilibrar a necessidade de desenvolvimento econômico com a preservação dos recursos naturais. Essa abordagem é vista como essencial para enfrentar os desafios ambientais do país.
Os vetos do presidente foram uma resposta a preocupações sobre os impactos que a flexibilização do licenciamento poderia ter sobre o meio ambiente. A decisão reflete um compromisso com a sustentabilidade e a proteção dos ecossistemas brasileiros, que são vitais para a biodiversidade global.
Além disso, a ministra destacou que a implementação eficaz das metas ambientais é crucial para o futuro do Brasil. A redução das emissões de CO2 e o controle do desmatamento são objetivos que exigem a colaboração de todos os setores da sociedade, incluindo o governo, empresas e cidadãos.
Nessa conjuntura, a mobilização da sociedade civil é fundamental. Projetos que visam a proteção ambiental e a promoção de práticas sustentáveis podem ser impulsionados com o apoio da comunidade. A união em torno de causas ambientais pode fazer a diferença na preservação do nosso planeta e na construção de um futuro mais sustentável.

A venda de áreas verdes em Salvador gera polêmica, com Daniela Mercury e Anitta se manifestando contra. Justiça suspende leilão no Morro do Ipiranga, destacando a importância ambiental do local.

Comlurb implementará um plano de R$ 5 milhões para limpar o Complexo Lagunar de Jacarepaguá, criando dez Ecopontos e dois ecoboats, visando reduzir 299,8 toneladas de resíduos diários.

O colapso de uma geleira nos Alpes Suíços soterrou o vilarejo de Blatten, destacando os riscos do derretimento glacial. Comunidades enfrentam inundações e escassez de água, com impactos diretos na agricultura e na cultura.

O livro "Fire in the South American Ecosystems" revela o papel positivo do fogo na biodiversidade sul-americana, desafiando a visão tradicional de destruição. Organizado por Alessandra Fidelis e Vânia Pivello, a obra reúne 56 autores e propõe novas políticas públicas para o manejo do fogo, destacando saberes indígenas e a necessidade de integrar conhecimento científico e cultural.

Cerca de 400 famílias do Movimento Sem Terra (MST) ocuparam a Usina São José para protestar contra a contaminação do Rio Piracicaba, resultando em intervenção policial com gás lacrimogêneo.

O Instituto Butantan anunciou a redução do desmatamento em seu projeto de expansão, cortando de 6,6 mil para 1,7 mil árvores e prometendo plantar 9 mil novas. A mudança visa atender preocupações ambientais e sociais.