O Ministério da Educação (MEC) anunciou mudanças significativas para o Enem 2025, incluindo inscrição pré-feita para alunos de escolas públicas e a possibilidade de usar a prova como certificado de conclusão do ensino médio. As inscrições ocorrem de 26 de maio a 6 de junho.

O Ministério da Educação (MEC) anunciou mudanças significativas para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de dois mil e vinte e cinco. Entre as novidades, destaca-se a inscrição pré-feita para alunos de escolas públicas, uma medida que visa facilitar o acesso ao exame. Além disso, os estudantes poderão utilizar a prova como certificado de conclusão do ensino médio, ampliando as oportunidades para aqueles que buscam a certificação.
As inscrições para o Enem ocorrerão entre os dias vinte e seis de maio e seis de junho. As provas estão agendadas para os dias nove e dezesseis de novembro na maior parte do Brasil. No entanto, os municípios de Belém, Ananindeua e Marituba terão datas diferentes, com o exame sendo realizado em trinta de novembro e sete de dezembro.
Todos os candidatos devem se inscrever pelo site oficial do Enem. A taxa de inscrição será de R$ 85,00, mas há isenção para alunos do terceiro ano do ensino médio em escolas públicas, bolsistas integrais em instituições privadas de baixa renda e pessoas registradas no Cadastro Único (CadÚnico), desde que o pedido de isenção tenha sido feito entre quatorze e vinte e cinco de abril.
Recentemente, o jornal O GLOBO lançou um teste para auxiliar os interessados em se prepararem para o Enem. O teste, elaborado por professores do Colégio AZ, contém dez questões de cada área do conhecimento abordada na prova. Além disso, um guia de estudos foi disponibilizado, com orientações mensais sobre o que estudar em disciplinas como Redação, Linguagens, Ciências Humanas, Matemática e Ciências da Natureza.
Essas mudanças visam não apenas facilitar o acesso ao exame, mas também garantir que mais estudantes possam concluir o ensino médio e ingressar no ensino superior. O MEC, sob a liderança do ministro Camilo Santana, busca tornar o Enem mais inclusivo e acessível, refletindo uma preocupação com a educação de qualidade para todos.
Nesta nova fase do Enem, é fundamental que a sociedade se una para apoiar iniciativas que promovam a educação e o acesso ao conhecimento. Projetos que visam ajudar estudantes a se prepararem para o exame podem fazer a diferença na vida de muitos jovens, contribuindo para um futuro mais promissor e igualitário.

Estão abertas as inscrições para o programa CULTSP PRO, que oferece 425 vagas em 20 cursos gratuitos de formação cultural em São Paulo, com foco em diversas áreas até 6 de julho. A iniciativa visa capacitar trabalhadores do setor cultural e criativo, promovendo oportunidades de crescimento e aprimoramento profissional.

O Santander lançou o programa Santander Imersão Digital, oferecendo 60 mil bolsas de estudo gratuitas em tecnologia, com inscrições até 14 de setembro. A iniciativa, em parceria com a Alura e FIAP, visa capacitar iniciantes e profissionais em transição de carreira, com formação prática e acompanhamento de especialistas. O curso abrange áreas como UX, Mobile e DevOps, e não exige conhecimento prévio. Os participantes terão acesso a mais de 1.600 cursos online e receberão certificados ao final da imersão, prevista para o segundo trimestre de 2026.

A Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) oferece seis cursos gratuitos para pessoas com 60 anos ou mais, com foco em aprendizado e integração social. As inscrições são presenciais e limitadas a 168 vagas.

O Brasil permanece com uma taxa de 29% de analfabetismo funcional em 2024, sem avanços desde 2018, destacando a necessidade de ações para adultos acima de 40 anos, segundo estudo da Ação Educativa.

A Fundação Bradesco e a Microsoft lançaram novos cursos gratuitos online em inteligência artificial, visando inclusão digital e qualificação profissional. Com quase 4,5 milhões de matrículas desde 2021, a iniciativa busca suprir a demanda por profissionais na área de tecnologia.

O Ministério Público Federal (MPF) cobra agilidade do Conselho Nacional de Educação (CNE) na elaboração de um plano para repor aulas perdidas devido à violência nas escolas. A comissão do CNE deve apresentar propostas em até 120 dias, considerando aulas online e encontros aos sábados.