MEC lança Enamed, exame anual obrigatório para formandos em medicina, visando qualidade e seleção para residências. O Ministério da Educação (MEC) instituiu o Enamed, uma avaliação anual que será aplicada a todos os concluintes de medicina, com a primeira edição marcada para outubro deste ano. O exame tem como finalidade avaliar a qualidade do ensino e auxiliar na seleção para residências médicas. A prova, composta por cem questões objetivas, será obrigatória e quem não participar não poderá concluir o curso. As inscrições começam em julho, e os resultados serão divulgados em dezembro. Além disso, médicos formados poderão realizar a prova para concorrer a vagas de residência.

O Ministério da Educação (MEC) anunciou a criação do Enamed (Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica), uma avaliação anual obrigatória para os estudantes de medicina. O exame tem como finalidade avaliar a qualidade do ensino nos cursos de medicina do Brasil e auxiliar na seleção para residências médicas. A primeira aplicação está prevista para outubro deste ano, e a expectativa é que cerca de 42 mil alunos participem. Aqueles que não realizarem a prova não poderão concluir o curso.
O Enamed será baseado na mesma matriz de referência do Enare (Exame Nacional de Residência), utilizado para selecionar candidatos a vagas de residência médica. Assim, o exame medirá as competências e habilidades exigidas pelas Diretrizes Curriculares Nacionais. A prova será composta por cem questões objetivas de múltipla escolha, abrangendo áreas como clínica geral, cirurgia geral, ginecologia e obstetrícia, pediatria, medicina da família e comunidade, saúde mental e saúde coletiva.
As inscrições para o Enamed devem ser abertas em julho, conforme informações do MEC. Médicos já formados também poderão realizar a prova para concorrer a vagas de residência pelo Enare. Estudantes que não pretendem usar os resultados do Enamed para ingressar na residência estarão isentos de taxa, mas aqueles que desejarem utilizar os resultados deverão se inscrever no Enare e pagar uma taxa de R$ 330,00, conforme a última edição.
Os resultados do Enamed serão utilizados pelo MEC para subsidiar uma comissão interministerial que analisará a qualidade dos cursos de medicina e proporá atualizações nas diretrizes curriculares. Essa comissão contará com representantes dos Ministérios da Saúde e da Educação, além de entidades médicas e instituições de ensino. O foco será a definição clara das expectativas em cada etapa da formação médica.
O ministro da Educação, Camilo Santana, mencionou a intenção de criar uma nova avaliação para os estudantes na metade do curso, visando identificar falhas na formação antes da conclusão. No entanto, ainda não há um prazo definido para a implementação dessa proposta. O Enamed, por sua vez, representa um avanço significativo na avaliação da formação médica no Brasil.
Essa nova avaliação pode ser um passo importante para garantir a qualidade do ensino médico no país. A sociedade civil pode se mobilizar para apoiar iniciativas que promovam melhorias na formação de profissionais da saúde, contribuindo para um sistema de saúde mais eficiente e acessível a todos.

A Fuvest respondeu a preocupações de estudantes sobre mudanças no vestibular, incluindo novos gêneros textuais na redação e reestruturação das questões. A fundação implementará um programa de escuta psicológica para ajudar os vestibulandos.

A Prefeitura de São Paulo convocou 25 diretores de escolas para um curso de formação devido a resultados insatisfatórios no Ideb, gerando polêmica sobre a responsabilidade dos gestores. A medida, vista como punição, levanta questões sobre a falta de apoio e transparência na gestão educacional.

A Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que destina parte do lucro do pré-sal para políticas de permanência estudantil em universidades públicas, visando reduzir a evasão de cotistas. A proposta, que altera a Lei nº 12.858/2013, permitirá que instituições de ensino tenham recursos para oferecer bolsas a estudantes em situação de vulnerabilidade. A médica e professora da USP, Ludhmila Hajjar, destacou a importância da aprovação, que segue agora para sanção presidencial, com boas expectativas de se tornar um programa social permanente.

O Sesi São Paulo prioriza a melhoria do ensino de matemática com iniciativas como o PCMat e a pós-graduação Matemática², impactando milhares de professores e alunos e promovendo avanços significativos nas avaliações.

A Universidade Católica de Brasília (UCB) anuncia um novo campus na Asa Sul e a implementação da inteligência artificial 'M' para suporte educacional. O reitor Carlos Longo destaca a ampliação da presença da instituição e a inovação no ensino a distância.

Estão abertas as inscrições para o curso gratuito "Projeto Querino na sala de aula", promovido pela Escola Fundação Itaú, que visa enriquecer o ensino sobre a cultura afro-brasileira. Com carga horária de 30 horas, a capacitação é voltada a educadores da Educação Básica e busca fomentar atividades antirracistas nas escolas. As inscrições podem ser feitas no site da fundação.