O Ministério da Educação (MEC) anunciou a Prova Nacional Docente (PND), que avaliará recém-formados e servirá como concurso unificado. A prova terá duração de 5h30 e substituirá o Enade para estudantes do último ano.

O Ministério da Educação (MEC) anunciou, nesta terça-feira, o edital da Prova Nacional Docente (PND), que tem como objetivo avaliar profissionais recém-formados e servir como um concurso unificado para estados e municípios participantes. A prova poderá ser realizada por quem já se formou, permitindo que esses profissionais se inscrevam a qualquer momento em concursos que utilizem o teste como critério de seleção. Os estudantes do último ano da graduação são obrigados a realizá-la, substituindo o Exame Nacional de Desempenho do Estudante (Enade).
A PND terá duração de cinco horas e trinta minutos e será composta por duas partes: formação geral e componente específico. A parte de formação geral incluirá trinta questões de múltipla escolha, abordando situações-problema e conteúdos pedagógicos comuns a todas as áreas, além de uma questão discursiva que avaliará a clareza e a coerência na escrita. O componente específico contará com cinquenta questões de múltipla escolha, focando em situações-problema e estudos de caso relacionados a cada área de Licenciatura.
Os coordenadores de curso serão responsáveis pela inscrição dos alunos no PND, garantindo que todos os estudantes do último ano participem do exame. A prova permitirá que os candidatos utilizem suas notas para concorrer a vagas em qualquer local do Brasil, semelhante ao que ocorre com o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).
Com a implementação da PND, o MEC busca padronizar a avaliação dos docentes e melhorar a qualidade do ensino no país. Essa iniciativa é parte de um esforço contínuo para garantir que os profissionais da educação estejam bem preparados para enfrentar os desafios do ensino contemporâneo.
Além disso, a PND poderá impactar positivamente a formação de professores, uma vez que a avaliação se concentrará em habilidades práticas e teóricas essenciais para a atuação docente. A expectativa é que essa mudança contribua para a valorização da profissão e a melhoria dos índices educacionais no Brasil.
Nessa nova fase, a união da sociedade civil pode ser fundamental para apoiar iniciativas que promovam a educação de qualidade. Projetos que visem a capacitação e o suporte a novos professores podem fazer a diferença na formação de uma geração de educadores mais preparados e engajados.

São Paulo obteve avanços na alfabetização, mas ainda ficou abaixo da média nacional, com 48,25% das crianças alfabetizadas. O MEC divulgou os dados, revelando que a meta de 2024 não foi atingida.

A Defensoria Pública do Distrito Federal lançou o projeto Conhecer Direito, que oferece 50 bolsas de estudo para o PAS da UnB, visando ampliar o acesso à educação superior para estudantes da rede pública. Os interessados devem se inscrever, completar módulos online e apresentar comprovante de matrícula até 30 de maio. O projeto, que integra a formação de estagiários da DPDF, também prevê um simulado em junho para classificação das vagas.

O Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) promove nesta sexta-feira (30/5) o Dia da Inclusão Digital no Fórum de Ceilândia, oferecendo capacitação gratuita para acesso a serviços online da Justiça. A ação, organizada pela Secretaria de Atendimento ao Jurisdicionado (SEAJ), visa facilitar o uso autônomo das ferramentas digitais, com orientações sobre consulta de processos, uso do sistema PJe, e participação em audiências virtuais. Este evento é o primeiro de três edições programadas para 2025, com próximas datas em Planaltina e Santa Maria.

Jonathan Haidt, autor de "A Geração Ansiosa", alerta que a tecnologia prejudica a aprendizagem infantil e defende a proibição de redes sociais para menores de 16 anos, propondo mais investimentos em playgrounds.

UFRJ enfrenta crise orçamentária com dívidas de R$ 61 milhões e infraestrutura precária. O reitor Roberto Medronho busca parcerias com o setor produtivo para enfrentar o subfinanciamento, enquanto a universidade receberá R$ 406 milhões em 2025, valor insuficiente para cobrir custos básicos.
Estudo revela que 19,5 milhões de autônomos e informais no Brasil não contribuem para a Previdência, perdendo acesso à aposentadoria e benefícios do INSS. Especialistas alertam sobre a importância da contribuição e da documentação da união estável.