Censo Escolar de 2024 mostra que 85% das escolas brasileiras promovem ações em direitos humanos, mas a diversidade ainda é tratada de forma isolada. Mudanças climáticas afetam a educação, com 64% das escolas no Rio Grande do Sul suspensas por enchentes.

A educação no Brasil enfrenta desafios significativos, especialmente no que diz respeito à inclusão e diversidade. O Censo Escolar de 2024 revelou que oitenta e cinco por cento das escolas desenvolveram ações relacionadas a direitos humanos, mas a maioria ainda aborda temas de diversidade de maneira isolada. Além disso, sessenta e quatro por cento das escolas no Rio Grande do Sul suspenderam aulas devido a enchentes, evidenciando o impacto das mudanças climáticas na educação.
O direito à educação vai além da simples presença em sala de aula. É fundamental garantir um ambiente que respeite a diversidade e combata a discriminação. O Censo Escolar de 2024 incorporou um questionário sobre diversidade e inclusão, com noventa e três por cento de taxa de resposta na rede pública. A pesquisa investigou o funcionamento das escolas e a presença de áreas temáticas no currículo, como a educação em direitos humanos.
Os dados mostram que oitenta e cinco por cento das escolas afirmaram ter desenvolvido ações em direitos humanos em 2024, com resultados semelhantes para educação ambiental (oitenta e sete por cento) e relações étnico-raciais (oitenta e nove por cento). No entanto, a maioria das instituições ainda trata esses temas de forma pontual, por meio de projetos isolados e eventos comemorativos, sem integrá-los de maneira transversal ao currículo.
Enquanto a transversalidade não se tornar uma norma, a diversidade continuará sendo tratada como um adendo, e não como parte essencial da formação escolar. A pesquisa também revelou que, em 2024, sessenta e quatro por cento das escolas do Rio Grande do Sul suspenderam atividades devido a enchentes, enquanto quarenta por cento no Acre interromperam o calendário por incêndios florestais. Essas interrupções comprometem a aprendizagem e a trajetória escolar dos alunos.
A mudança climática já é uma realidade nas escolas, e os dados reforçam a necessidade de currículos que integrem a educação ambiental, preparando os estudantes para práticas sustentáveis. Além das áreas investigadas, é crucial acompanhar temas como gênero, saúde mental e inclusão digital, que impactam a construção de uma escola inclusiva e equitativa.
Uma sociedade diversa e justa começa na escola. Projetos que promovem a inclusão e a diversidade devem ser estimulados pela sociedade civil. Nessa situação, nossa união pode ajudar os menos favorecidos a superar os desafios enfrentados, garantindo um futuro mais igualitário e sustentável para todos.

O INSS e o Ministério da Previdência Social aumentaram o prazo de concessão do auxílio-doença via Atestmed para até 60 dias, após críticas à redução anterior. A medida é válida por 120 dias e visa aliviar a fila de quase 4 milhões de segurados.

Estão abertas as inscrições para 3.455 vagas em cursos gratuitos do programa Qualifica SP, promovido pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico, com início em 25 de agosto. Os interessados devem se inscrever até 17 de agosto.

A Universidade Cruzeiro do Sul oferece quinze cursos gratuitos online, com certificação e sem exigência de formação prévia, promovendo o desenvolvimento profissional. As capacitações abrangem áreas como Animação Digital, Design Thinking e Gestão de Pessoas, disponíveis por tempo indeterminado.

A pesquisa da Cátedra Oscar Sala da USP revela que apenas sete universidades brasileiras têm diretrizes para o uso de inteligência artificial, evidenciando a urgência de regulamentação na educação superior.

A Unicamp lançou quatorze cursos online gratuitos na Coursera, abrangendo saúde, educação e logística, com opção de certificado mediante taxa. Acesso livre e flexível para todos.

Jonathan Haidt, psicólogo social, celebra a proibição de celulares nas escolas brasileiras e defende regras rigorosas em casa, como limitar redes sociais antes dos 16 anos e proibir telas à noite. Ele destaca os riscos distintos para meninas e meninos, enfatizando a importância de proteger a saúde mental dos jovens.