O empreendedor catarinense Mohamad Abou Wadi, conhecido como Moha, transforma a educação em saúde no Brasil com o Grupo Kefraya, que recebeu investimentos e planeja expansão internacional até 2026.

O empreendedor catarinense Mohamad Abou Wadi, conhecido como Moha, identificou uma lacuna significativa no mercado educacional ao perceber a dificuldade de acesso a cursos de especialização na área da saúde. Em 2000, após sua experiência como dentista, ele fundou o Instituto Orofacial das Américas (IOA) com o objetivo de oferecer especializações acessíveis e de qualidade. Com um faturamento projetado de R$ 500 milhões para 2025, Moha expandiu seu império educacional para outras áreas da saúde, transformando a educação odontológica no Brasil.
O IOA começou com poucos cursos, mas rapidamente ganhou notoriedade. Moha utilizou sua própria clínica e experiência acadêmica para estruturar os cursos, buscando atender à demanda crescente de dentistas que enfrentavam dificuldades semelhantes às suas. O sucesso do IOA levou à criação do Grupo Kefraya, que inclui diversas marcas e unidades educacionais, como o Lapidare e o ITC (Instituto de Treinamento em Cadáveres).
Um marco importante na trajetória do Grupo Kefraya foi a aquisição da UniAvan, um centro universitário tradicional em Santa Catarina. A UniAvan fortaleceu a presença do grupo em áreas como medicina e odontologia, oferecendo um portfólio robusto de cursos presenciais e a distância. Atualmente, o grupo conta com setenta e três unidades no Brasil, sendo trinta e uma próprias e o restante franquias, com presença em dezesseis estados.
Recentemente, o Grupo Kefraya recebeu investimentos do Grupo SEB e do private equity Crescera Capital. Com isso, aguarda a autorização do Ministério da Educação (MEC) para lançar um curso de graduação em Medicina em Florianópolis, marcando uma nova fase de expansão. Além disso, o grupo planeja expandir internacionalmente, com unidades previstas para o México, Colômbia e Espanha até 2026.
O diferencial do Grupo Kefraya reside na ênfase na educação prática. Moha destaca que a metodologia permite que os alunos tenham contato direto com pacientes em laboratórios e clínicas, algo que não é viável no modelo de ensino a distância. O grupo foi pioneiro ao introduzir o uso de peças anatômicas frescas, permitindo que os alunos realizem treinamentos em condições realistas, o que se alinha às novas exigências do MEC.
A inovação no portfólio de cursos tem sido fundamental para o crescimento do grupo. Moha sempre buscou atender a nichos de mercado, lançando programas educacionais que preenchem lacunas existentes. Projetos como esses devem ser estimulados pela sociedade civil, pois a educação de qualidade é essencial para o desenvolvimento profissional e social. A união em torno de iniciativas que promovam a formação de profissionais capacitados pode fazer a diferença na vida de muitos.

Sara surpreendeu sua mãe, Shirley de Almeida, ao anunciar que conquistou uma bolsa de 100% para fisioterapia em Palmas, após não ser aprovada na primeira chamada do Prouni. O vídeo da emoção viralizou.

UFRJ enfrenta crise orçamentária com dívidas de R$ 61 milhões e infraestrutura precária. O reitor Roberto Medronho busca parcerias com o setor produtivo para enfrentar o subfinanciamento, enquanto a universidade receberá R$ 406 milhões em 2025, valor insuficiente para cobrir custos básicos.

A Universidade de São Paulo (USP) investe R$ 230 milhões em melhorias no ensino de graduação, com destaque para a reinauguração do Laboratório de Saúde e a reestruturação de salas na Escola de Engenharia de São Carlos.

As provas do Enem 2025 ocorrerão em 9 e 16 de novembro, com inscrições de 26 de maio a 6 de junho. O exame avalia cinco áreas do conhecimento e é essencial para acesso ao ensino superior.

Mais da metade dos distritos de São Paulo não atinge a média do Ideb. O prefeito Ricardo Nunes propõe gestão privada para escolas com baixo desempenho. A cidade de São Paulo enfrenta uma grave crise educacional, com 53 dos 96 distritos não alcançando a média nacional do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) para os anos iniciais do ensino fundamental. As disparidades são alarmantes, com diferenças de até 50% entre regiões. O prefeito Ricardo Nunes responsabiliza os professores pelo baixo desempenho e sugere a privatização das escolas com os piores resultados. A desigualdade na educação se reflete também nas condições de trabalho dos docentes, que enfrentam sobrecarga nas áreas mais vulneráveis.

O ensino técnico em São Paulo atinge 145 mil alunos em 2025, um crescimento de 93% em relação ao ano anterior, impulsionado pelo programa Beem e investimentos de R$ 41 milhões em infraestrutura.