O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional reconheceu a emergência em Ibirajuba e Casinhas, permitindo acesso a recursos federais para enfrentar a estiagem. As prefeituras podem solicitar ajuda para ações de defesa civil.

O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) reconheceu, no dia oito de agosto, a situação de emergência nas cidades de Ibirajuba e Casinhas, em Pernambuco, devido à estiagem. A portaria que formaliza essa decisão foi publicada no Diário Oficial da União (DOU), permitindo que as prefeituras dessas localidades solicitem recursos federais para ações de defesa civil.
Com o reconhecimento, as prefeituras podem acessar verbas para a compra de itens essenciais, como cestas básicas, água mineral e kits de limpeza. Essa medida é crucial para atender às necessidades imediatas da população afetada pela seca, que já impacta diversas regiões do estado.
Atualmente, Pernambuco conta com cento e cinco reconhecimentos de emergência, sendo cem relacionados à estiagem e cinco a chuvas intensas. Essa situação evidencia a gravidade dos problemas climáticos enfrentados pelo estado, que já afeta a vida de milhares de cidadãos.
Os municípios que obtêm o reconhecimento federal podem solicitar recursos ao MIDR através do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). A equipe técnica da Defesa Civil Nacional analisa as solicitações e, após aprovação, publica uma nova portaria no DOU com os valores a serem liberados.
A Defesa Civil Nacional também disponibiliza cursos a distância para capacitar agentes municipais e estaduais no uso do S2iD. Essas capacitações são fundamentais para melhorar a gestão das ações de defesa civil e garantir que os recursos sejam utilizados de forma eficaz.
Nesta situação crítica, a solidariedade da sociedade civil é essencial. A união de esforços pode fazer a diferença na vida das pessoas afetadas pela estiagem, proporcionando apoio e recursos para a recuperação e o fortalecimento das comunidades vulneráveis.

Um estudo paulista revela que a recuperação de vegetação nativa pode aumentar o PIB agropecuário em até R$ 4,2 bilhões anuais, destacando a importância da polinização para a agricultura. Pesquisadores mapearam áreas agrícolas e fragmentos de vegetação, evidenciando que a restauração de ecossistemas pode beneficiar a produtividade de cultivos como soja, laranja e café. As recomendações já foram integradas ao Plano Estadual de Adaptação e Resiliência Climática.

O Instituto Talanoa revelou a estrutura da presidência brasileira da COP30, destacando a inclusão de moradores da Amazônia e a diversidade de atores nas negociações. O evento promete uma abordagem inovadora e colaborativa.

Campo Grande, reconhecida como "Tree City of the World", inicia a erradicação da leucena, espécie exótica que ameaça a biodiversidade local, visando proteger o ecossistema. A medida é considerada um avanço por especialistas.

Uma pesquisa do projeto Rede Biota Cerrado, liderada pelo professor Antônio Aguiar, revela espécies de abelhas exclusivas da Chapada dos Veadeiros em risco de extinção devido à mudança climática e ações humanas. A conservação é urgente.

A COP30 em Belém enfrenta pressão internacional com 25 países solicitando soluções para altos custos de hospedagem e logística precária, ameaçando transferir o evento. A insatisfação cresce entre nações sobre a organização.

A COP30, conferência da ONU sobre o clima, será realizada em Belém, Brasil, de 10 a 21 de novembro de 2025, com foco na Amazônia. A nova plataforma COP30 Events visa organizar e divulgar eventos relacionados à conferência, promovendo maior participação e visibilidade. Com a alta demanda por hospedagem, o governo contratou navios de cruzeiro para acomodar participantes, enfrentando críticas sobre os altos preços de hospedagem e a logística do evento.