O Ministério da Saúde destinará R$ 561 milhões para pesquisas científicas em 2025, cinco vezes mais que no governo anterior, priorizando Saúde da Mulher e Oncologia, com 49,4% dos projetos liderados por mulheres.

O Ministério da Saúde anunciou um investimento de R$ 561 milhões em pesquisas científicas para o ano de 2025, conforme a Lei Orçamentária Anual (LOA) da União. Este valor representa um aumento significativo em relação à média anual de R$ 110 milhões do governo anterior, destacando um compromisso renovado com a ciência no Sistema Único de Saúde (SUS). As áreas prioritárias para os novos investimentos incluem Saúde da Mulher, Oncologia, Doenças Raras e Doenças Negligenciadas.
Em 2024, o investimento em pesquisa já havia alcançado R$ 262,7 milhões, beneficiando 336 iniciativas científicas através de editais de Chamadas Públicas. Um dado relevante é que 49,4% dos projetos foram liderados por mulheres, evidenciando o protagonismo feminino na ciência e reforçando a equidade de gênero nas pesquisas. A titular da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação e do Complexo Econômico-Industrial da Saúde (Sectics), Fernanda de Negri, destacou a importância do setor saúde como um dos maiores investidores em ciência e tecnologia no mundo.
Durante a Semana de Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I) para o SUS, que ocorre em Brasília, a secretária enfatizou que o aumento do investimento é uma decisão política clara para fortalecer o SUS. O evento, que reúne cerca de 550 participantes, incluindo pesquisadores e convidados, promove diálogos sobre temas como enfrentamento à desinformação em saúde e a importância da pesquisa em genômica aplicada ao SUS.
A Semana CT&I para o SUS também marca o início das pesquisas aprovadas em 2024, com a apresentação dos projetos a uma banca técnica do ministério. Essa iniciativa é resultado de uma parceria entre o Ministério da Saúde e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), que viabilizou a publicação de nove editais de Chamadas Públicas. Os projetos selecionados visam produzir evidências que atendam às necessidades de saúde da população.
Os projetos contemplados abrangem desde soluções para o tabagismo e doenças crônicas até novas tecnologias em genômica e terapias avançadas. A diretora do Departamento de Ciência e Tecnologia (Decit), Meiruze Freitas, ressaltou que a ciência tem o potencial de transformar realidades e salvar vidas, e que o investimento em ciência, tecnologia e inovação é um marco histórico para o SUS.
O fortalecimento das pesquisas no SUS é essencial para promover um cuidado mais eficiente aos pacientes. A união da sociedade civil pode ser um fator decisivo para apoiar iniciativas que busquem soluções inovadoras em saúde, contribuindo para um sistema mais robusto e acessível a todos. Projetos que visam a saúde pública merecem ser incentivados e apoiados pela comunidade.

A farmacêutica Renata R. M. Zuvela Pera lançou "Frontiers of Healing", que discute a acessibilidade a tratamentos médicos e propõe uma abordagem multidisciplinar para combater desigualdades no acesso a medicamentos.

O presidente Lula sancionou a ampliação das cotas para negros, indígenas e quilombolas em concursos públicos federais de 20% para 30%, promovendo maior equidade e representatividade. A medida é vista como um avanço na justiça racial e pode impactar positivamente a mobilidade social desses grupos historicamente marginalizados.

Juliana Garcia dos Santos, agredida brutalmente pelo namorado em um elevador, representa a alarmante realidade da violência contra a mulher no Brasil, que atinge recordes históricos em feminicídios e tentativas.

Professores de Ceilândia lamentam a morte de aluna após desafio perigoso nas redes sociais. A polícia investiga os responsáveis e alerta sobre a segurança infantil online.

Elaine Moura, empreendedora goiana, lidera a PopCorn Gourmet, que planeja expandir para dois mil pontos de venda e alcançar R$ 29 milhões em faturamento até 2025, com foco em diversidade e inovação.

Estudo revela mais de 8 milhões de variantes genéticas em 2.723 brasileiros, destacando a diversidade genética do país e suas implicações para a saúde pública. A pesquisa, publicada na Science, pode inspirar novos diagnósticos e tratamentos.