Cultivar uma horta em apartamento é viável com as sementes certas e cuidados adequados, afirma Leandro Mello, especialista da ISLA Sementes. Ele destaca a popularidade de microverdes e flores comestíveis.

Montar uma horta em casa é viável mesmo sem quintal. A escolha das sementes e os cuidados adequados são fundamentais. Em entrevista, Leandro Mello, especialista da ISLA Sementes, destaca que é possível cultivar ervas frescas e legumes em apartamentos. Ele afirma: “É possível sim ter uma horta morando em apartamento”.
Para quem deseja iniciar, algumas sementes são recomendadas: manjericão, alface, coentro, espinafre, pimentão, pimenta e tomate-cereja. Embora o cultivo de temperos seja comum, Mello ressalta que é possível plantar uma variedade maior de hortaliças, desde que se conheçam as características de cada uma. “Basta conhecer as características da hortaliça que gostaria de cultivar e tomar os cuidados necessários”, explica.
As folhosas e ervas se adaptam bem a recipientes menores e podem ser colhidas várias vezes. No entanto, espécies de raízes, como cenoura e beterraba, exigem vasos mais profundos. “Os vasos precisam ser mais profundos, e isso é recomendado para algumas pessoas”, afirma Mello, que também destaca que cada espécie tem seu ambiente ideal, necessitando de sol e água regulares.
Uma tendência crescente é o cultivo de flores comestíveis, que são nutritivas e estéticas. Mello também menciona os microverdes, que são brotos jovens de vegetais e ervas, colhidos rapidamente, em cerca de dez a quinze dias. “Os microverdes são a melhor alternativa para quem quer retorno em pouco tempo”, diz ele, ressaltando que esses brotos demandam pouca luz e água.
Os cuidados essenciais incluem escolher um local que receba cerca de quatro horas de sol por dia, usar terra vegetal adubada e regar com moderação. Mello alerta que um erro comum é privar as plantas de luz. “Elas precisam muito de sol para se desenvolver”, enfatiza, recomendando posicionar os vasos em varandas ou perto de janelas bem iluminadas.
Começar uma horta em casa é mais simples do que parece. Com pouco espaço, luz e dedicação, é possível colher temperos e flores comestíveis, mesmo em apartamentos pequenos. Nossa união pode ajudar a promover projetos que incentivem o cultivo urbano e a sustentabilidade.

O ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, e o governador Clécio Luís destacaram a relevância do Amapá na Estratégia Brasil 2050, abordando diversificação energética e desenvolvimento sustentável. O evento em Macapá promoveu um debate sobre o futuro do país, enfatizando a importância do planejamento a longo prazo para enfrentar desigualdades e promover um desenvolvimento mais justo e sustentável.

A Comissão de Assuntos Econômicos do Senado pode aprovar um crédito externo de US$ 750 milhões para apoiar micro, pequenas e médias empresas na Amazônia Legal. O programa, que conta com a parceria do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social e do Banco Interamericano de Desenvolvimento, visa promover o desenvolvimento sustentável e reduzir desigualdades regionais. O senador Eduardo Braga destaca que essa operação representa um investimento estratégico na geração de empregos e na capacidade produtiva da região.

Uma mulher em Campo Grande denunciou violência doméstica ao solicitar dipirona pelo telefone 190, resultando na prisão do agressor. Ela elogiou a rapidez do atendimento policial.

A primeira etapa do Parque Urbano do Setor O, em Ceilândia, foi inaugurada após mais de 30 anos de espera, com presença do governador Ibaneis Rocha e entrega de kits esportivos. O parque, que conta com diversas áreas de lazer e esportes, simboliza a luta da comunidade por melhorias na qualidade de vida. O investimento foi de R$ 8 milhões, e a segunda etapa já foi autorizada.

Curso do programa Filhos deste Solo, da Emater-DF, capacita 65 filhos de agricultores no IFB, focando em gestão rural e planos de negócios, com suporte de 60 dias para estruturar empreendimentos.

O projeto Circo na Escola Chicão oferece oficinas gratuitas de circo, música, dança e teatro para jovens do Distrito Federal, promovendo inclusão social e desenvolvimento artístico. As atividades começam em 6 de agosto e vão até novembro de 2025, com foco na formação de plateia e geração de renda. As inscrições estão abertas para jovens a partir de 15 anos.