O Ministério da Saúde participou de ações do Programa Cidadania Marajó, promovendo saúde e cidadania no arquipélago do Pará. A iniciativa inclui a instalação de unidade Salta-Z, novos Caps e adesão ao Programa Saúde na Escola.

Entre os dias treze e dezessete de abril, o Ministério da Saúde integrou uma comitiva interministerial que participou das atividades do Programa Cidadania Marajó, coordenado pelo Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC), no Pará. Durante essa missão, foram realizadas diversas entregas estratégicas no arquipélago do Marajó, visando promover a cidadania e enfrentar as vulnerabilidades da região.
Uma das principais ações foi a instalação de uma unidade Salta-Z no Hospital Municipal de Melgaço, que assegura o fornecimento de água potável para o consumo e para procedimentos hospitalares. Além disso, foram implantados oito novos Centros de Atenção Psicossocial (Caps), ampliando o acesso à saúde mental em áreas isoladas, onde há forte presença de comunidades tradicionais e ribeirinhas.
Todos os municípios do arquipélago aderiram ao Programa Saúde na Escola, que promove ações de prevenção e cuidado em saúde em setecentas e vinte e quatro escolas. Essa adesão é um marco importante para a saúde infantil na região. Além disso, a inclusão de todos os municípios no Programa Nacional Telessaúde permitirá um acesso mais amplo à assistência especializada e à educação permanente de profissionais de saúde.
O Ministério da Saúde também destinou recursos para ações de promoção da segurança alimentar e nutricional em todos os dezessete municípios do Marajó, visando fortalecer o acesso a alimentos de qualidade, respeitando a cultura alimentar local. Com foco na saúde da mulher, foram capacitadas enfermeiras do Sistema Único de Saúde (SUS) para a oferta do Dispositivo Intrauterino (DIU), ampliando o cuidado integral à saúde sexual e reprodutiva.
Durante a missão, a Fundação Nacional de Saúde (Funasa) entregou uma nova unidade Salta-Z, que garante acesso à água potável, contribuindo para a segurança sanitária e controle de doenças. A quinta reunião do Fórum Permanente do Marajó foi um dos marcos da missão, reunindo representantes de diversos ministérios e da sociedade civil, destacando a importância da articulação interministerial para enfrentar os desafios da região.
Essas iniciativas refletem o compromisso do governo com a redução das iniquidades territoriais e a garantia do direito à saúde para todas as populações. A união da sociedade civil pode ser fundamental para apoiar e expandir projetos que visem melhorar as condições de vida no Marajó, promovendo a cidadania e enfrentando as vulnerabilidades históricas da região.

A Leapy, edtech fundada em 2022, captou R$ 12 milhões para expandir seu modelo de formação de jovens aprendizes, alcançando uma taxa de efetivação de 48%. A meta é impactar 15 mil jovens até 2026.

O CNJ está prestes a aprovar um modelo unificado de avaliação biopsicossocial para concessão do BPC, visando reduzir a judicialização e padronizar critérios. A proposta, liderada por Luís Roberto Barroso, busca adequar a análise às necessidades das pessoas com deficiência.

André Dahmer, cartunista de destaque, inaugura neste sábado (5) a exposição "Viver como quem está vivo: André Dahmer - 50 anos", celebrando seu cinquentenário com obras que refletem sua crítica social e contemporânea. A mostra gratuita, curada por Ana Paula Simonaci, inclui esculturas, fotografias e serigrafias, abordando temas como redes sociais e crise ambiental. O artista participará de um debate com o público às 13h.

O governo paulista planeja transferir seu centro administrativo para os Campos Elíseos, adicionando 230 mil m² de escritórios ao centro, com um investimento de R$ 4,7 bilhões em novas construções e retrofits. Essa movimentação pode revitalizar o mercado imobiliário da região, que enfrenta estagnação desde 2018 e possui um estoque de prédios antigos.

A nova Lei das Pesquisas Clínicas no Brasil visa aumentar o número de estudos e facilitar o acesso a tratamentos inovadores, destacando histórias de pacientes beneficiados. A legislação garante que participantes não arcariam com custos, promovendo avanços na saúde pública.

A inflação de itens essenciais no Brasil caiu, resultando na saída de 921 mil famílias do Bolsa Família em julho de 2025, o menor número desde a reformulação do programa em 2023. Essa mudança reflete um cenário de aumento de renda e emprego, especialmente entre os mais pobres, embora a trajetória fiscal do governo ainda represente um risco aos avanços sociais.