O Ministério da Saúde lançou o Comitê Nacional de Prevenção da Mortalidade Materna, Fetal e Infantil, visando reduzir mortes evitáveis e abordar desigualdades sociais. A iniciativa é parte de um esforço contínuo para melhorar a saúde das mulheres e crianças no Brasil.

O Ministério da Saúde anunciou, na segunda-feira (26), a criação do Comitê Nacional de Prevenção da Mortalidade Materna, Fetal e Infantil (CNPMMFI). Através da Portaria GM/MS nº 6.941, foi estabelecido um colegiado permanente, técnico-científico e consultivo, com a missão de formular e monitorar políticas públicas voltadas para a redução das mortes evitáveis de mulheres, bebês e crianças no Brasil.
Entre as responsabilidades do comitê estão o diagnóstico da situação atual da mortalidade materna, fetal e infantil, o acompanhamento do plano nacional de enfrentamento do tema e a proposição de estratégias que considerem desigualdades sociais, raciais e regionais. A composição do comitê é diversificada, incluindo representantes do Ministério da Saúde, de outras pastas, da sociedade civil, de instituições científicas e de conselhos profissionais.
A criação do CNPMMFI é parte de um conjunto de ações estruturantes promovidas pelo Ministério da Saúde para enfrentar a mortalidade materna, fetal e infantil. Recentemente, foi realizada uma oficina nacional para a qualificação de profissionais de saúde e lideranças comunitárias, em colaboração com a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas).
A iniciativa também se conecta ao eixo Saúde da Mulher da Sala de Apoio à Gestão Ágil do SUS (Saga SUS), um espaço técnico intersecretarial que monitora políticas prioritárias. Nesse contexto, são acompanhadas ações como a ampliação do acesso à anticoncepção, a resposta a emergências obstétricas e a melhoria da atenção no pré-natal e no pós-parto.
Renata Reis, coordenadora-geral de Atenção à Saúde das Mulheres, destacou a importância de cuidar da saúde das mulheres como um compromisso coletivo, enfatizando o fortalecimento da autonomia e do protagonismo feminino. As estratégias visam enfrentar as chamadas “três demoras” que contribuem para a mortalidade materna: reconhecer o risco, acessar o serviço e receber atendimento adequado.
O cuidado integral e respeitoso às mulheres envolve a qualificação do pré-natal, a educação em saúde, o envolvimento de lideranças locais e a implementação de boas práticas de segurança do paciente. Em situações como essa, a união da sociedade civil pode ser fundamental para apoiar iniciativas que visem a melhoria da saúde materna e infantil, promovendo um futuro mais seguro e saudável para todos.

Isabela Godoi, influenciadora digital de São Caetano do Sul, compartilha sua luta contra a Doença de Crohn, destacando a importância de grupos de apoio e a esperança na busca por tratamentos eficazes.
Após a morte da cantora Preta Gil, o Hospital AC Camargo viu um aumento na procura por colonoscopias, essenciais para a detecção precoce do câncer de intestino. O Inca desenvolve um programa nacional de rastreamento da doença.

Cerca de um terço dos brasileiros acima de 35 anos apresenta gordura no fígado, segundo estudo da UFMG, UFRGS e USP, destacando a importância de hábitos saudáveis para a reversibilidade da condição.

Natani Santos, de 35 anos, foi mordida pelo próprio cachorro, Jacke, em Ji-Paraná (RO), resultando em ferimentos graves e perda do lábio superior. Após o ataque, Jacke foi sacrificado devido à sua agressividade extrema, mesmo sem diagnóstico de raiva. Natani, abalada e sem saber da eutanásia, agora se prepara para cirurgia de reconstrução facial.

Novas abordagens para tratar a Doença de Parkinson estão surgindo no Brasil, incluindo cirurgia DBS e ultrassom focado, além do potencial da Cannabis medicinal e inovações futuras.

O câncer colorretal, um dos mais comuns e letais, teve um aumento de 79% nos diagnósticos entre jovens nas últimas três décadas. Sintomas como alterações intestinais e sangue nas fezes não devem ser ignorados.