Ministério da Saúde lança caderneta de vacinação digital no aplicativo Meu SUS Digital, facilitando acesso a informações de saúde infantil. Impressa continua a ser distribuída.

O Ministério da Saúde anunciou, nesta quinta-feira (10), o lançamento da versão digital da caderneta de vacinação infantil, acessível pelo aplicativo Meu SUS Digital. Essa inovação visa facilitar o acesso dos responsáveis às informações de saúde e vacinas de seus filhos, mantendo a distribuição da caderneta impressa, que é entregue no momento da alta hospitalar.
A caderneta impressa contém dados sobre o crescimento e desenvolvimento da criança, abrangendo desde o nascimento até os nove anos de idade. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destacou a importância dessa digitalização, mencionando que muitos pais enfrentam dificuldades ao esquecer a caderneta ao levar os filhos para vacinar. Com a nova ferramenta, os responsáveis poderão acessar não apenas informações sobre vacinas, mas também dados sobre saúde, orientações de consulta e evolução do crescimento.
O ministro também informou que o Ministério da Saúde está em contato com clínicas privadas para garantir que as doses aplicadas na rede particular sejam atualizadas no sistema do SUS (Sistema Único de Saúde). A secretária de Atenção Primária à Saúde, Ana Luiza Caldas, acrescentou que os pais poderão inserir informações sobre a saúde da criança na plataforma digital.
Para acessar a caderneta digital, os usuários devem ter o aplicativo Meu SUS Digital instalado em seus celulares. O acesso é feito com uma conta Gov.br. Após o login, é necessário clicar na seção "Miniapps", selecionar "Caderneta da Criança", adicionar uma nova criança e aceitar o termo de responsabilidade, informando o CPF da criança e a senha da conta Gov.br.
Após o cadastro, os responsáveis terão acesso à caderneta digital, que promete facilitar o acompanhamento da saúde infantil. Essa iniciativa é um passo importante para modernizar o acesso à saúde e garantir que as informações estejam sempre à mão, evitando contratempos nas unidades de saúde.
Iniciativas como essa são fundamentais para melhorar o acesso à saúde infantil e podem inspirar a sociedade civil a apoiar projetos que promovam a saúde e bem-estar das crianças. A união em torno de causas sociais pode fazer a diferença na vida de muitas famílias.

Mariana Rios anunciou sua gravidez após optar pela fertilização in vitro, superando dificuldades e uma perda gestacional. Ela e o namorado enfrentam incompatibilidade genética, elevando riscos na gestação.

Suicídio entre músicos é alarmante, exigindo intervenções urgentes. Artigo destaca a vulnerabilidade de artistas e propõe ações para desestigmatizar o tema.

Um estudo da Universidade da Colúmbia Britânica revela que sinais de alerta da esclerose múltipla podem aparecer até 15 anos antes dos sintomas clássicos, como fadiga e problemas de saúde mental. A pesquisa, publicada na JAMA Network Open, destaca a importância de reconhecer esses sintomas precoces para possibilitar intervenções mais eficazes e melhorar o diagnóstico da doença.

Pesquisadores do Instituto Butantan e da USP descobriram compostos de origem animal que eliminam o parasita da esquistossomose, oferecendo novas esperanças de tratamento. A pesquisa destaca venenos de serpentes e extratos de besouros como promissores, superando as limitações do Praziquantel, único medicamento disponível.

A partir de agosto de 2025, o Distrito Federal começará a soltar semanalmente quatro milhões de mosquitos Aedes aegypti infectados com a bactéria Wolbachia para combater doenças como dengue e zika. A estratégia visa reduzir a transmissão ao aumentar a população de mosquitos portadores da bactéria, que impede o desenvolvimento dos vírus. As liberações ocorrerão em áreas com histórico de surtos, priorizando comunidades vulneráveis.

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