O Ministério da Saúde prorrogou até 15 de julho de 2025 o prazo para instituições apresentarem projetos de oncologia no SUS, visando ampliar o acesso à radioterapia. Essa mudança, parte do Programa Nacional de Apoio à Atenção Oncológica (Pronon), permite que credenciamentos e propostas sejam submetidos simultaneamente, priorizando regiões com menor oferta de serviços.

O Ministério da Saúde prorrogou o prazo para a apresentação de projetos relacionados ao tratamento do câncer no Sistema Único de Saúde (SUS) através do Programa Nacional de Apoio à Atenção Oncológica (Pronon). A nova data limite é 15 de julho de 2025, permitindo que as instituições apresentem simultaneamente pedidos de credenciamento e projetos, com o objetivo de melhorar o acesso aos cuidados especializados e reduzir filas e tempos de espera.
Os projetos devem ser submetidos até as 23h59 do dia 15 de julho de 2025, utilizando a plataforma Transferegov.br. O resultado final da avaliação será divulgado em 19 de agosto de 2025, conforme a Portaria SE/MS nº 825, de 10 de junho de 2025. Essa mudança foi implementada pela Portaria GM/MS nº 7.224, de 16 de junho de 2025, que alterou o Anexo LXXXVI da Portaria de Consolidação GM/MS nº 5, de 28 de setembro de 2017.
A partir de agora, as instituições não precisam esperar um ano após o credenciamento para submeter seus projetos, o que visa qualificar e agilizar o processo. Os projetos devem focar na prestação de serviços médico-assistenciais em oncologia, alinhados às diretrizes da Política Nacional para Prevenção e Controle do Câncer (PNPCC).
Cada instituição pode submeter um único projeto, com valores variando entre R$ 500 mil e R$ 13 milhões. Projetos que visem expandir a radioterapia em regiões com menor oferta, especialmente nas regiões Centro-Oeste, Norte e Nordeste, e que possuam casamata (bunker) disponível para instalação de acelerador linear, receberão pontuação adicional na avaliação.
Essa iniciativa faz parte das ações prioritárias da Sala de Situação e Apoio à Gestão Ágil (SAGA-SUS), criada pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e reflete o compromisso do Governo Federal em garantir acesso integral aos serviços de saúde. Instituições com dúvidas podem acessar um webinário no YouTube ou entrar em contato com a equipe pelo e-mail cpron@saude.gov.br e telefone (61) 3315-3396/2922.
Projetos como esses são essenciais para melhorar a assistência a pacientes com câncer. A mobilização da sociedade civil pode ser fundamental para apoiar iniciativas que visem a ampliação do acesso a tratamentos oncológicos, especialmente em áreas carentes. Nossa união pode fazer a diferença na vida de muitos que necessitam de cuidados especializados.

A anemia, especialmente a causada pela deficiência de ferro, afeta milhões globalmente, com sintomas como falhas de memória e "nevoeiro" mental. O tratamento pode ser oral ou intravenoso, dependendo da gravidade.

Cuidar da saúde cardiovascular pode rejuvenescer biologicamente até seis anos, segundo estudo da American Heart Association. Hábitos saudáveis moldam um futuro mais longevo.

Bruna Biancardi e Viih Tube relatam experiências sobre a frenectomia de seus filhos, ressaltando a importância do diagnóstico precoce da anquiloglossia para um desenvolvimento saudável. A fonoaudióloga Flávia Puccini enfatiza que a intervenção rápida minimiza complicações.

Idosos a partir de 65 anos podem se vacinar contra a Covid-19 com a nova dose JN.1 no Rio de Janeiro, a partir de 1º de novembro. A imunização para maiores de 60 anos inicia em 11 de novembro. Além disso, vacinas contra influenza, febre amarela e sarampo também estão disponíveis.

O presidente Lula (PT) afirmou que um quarto mandato geraria ainda mais incômodo aos adversários, enquanto entrega 400 Unidades Odontológicas Móveis e critica Donald Trump em Sorocaba.

Estudo do Programa Genomas Brasil, financiado pelo Ministério da Saúde, revelou 8 milhões de variantes genéticas inéditas, com foco em doenças cardíacas e metabólicas. A pesquisa, que envolveu mais de 2,7 mil brasileiros, destaca a diversidade genética do país e pode transformar políticas de saúde pública.