O ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, destacou no Senado o lançamento do Sistema de Defesa Civil Alerta e a emissão de mais de 8 mil decretos de emergência, com quase R$ 8 bilhões investidos.

O ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, participou de uma audiência pública na Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo do Senado, em Brasília, no dia oito de agosto. O foco do encontro foi o fortalecimento de políticas de turismo e desenvolvimento sustentável no Brasil. O ministro destacou a atuação do “sistema MIDR”, que inclui cinco secretarias e outras entidades, como a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf).
Durante a audiência, Waldez anunciou o lançamento do Sistema de Defesa Civil Alerta, já em operação nas regiões Sul, Sudeste e Nordeste. Ele também mencionou a resposta do ministério a desastres naturais, com a emissão de mais de oito mil decretos de emergência e calamidade desde 2023, beneficiando mais de três mil municípios. O investimento totalizou quase R$ 8 bilhões, auxiliando cerca de quinhentas mil famílias.
O ministro enfatizou a importância do fortalecimento institucional e da governança regional, destacando o engajamento dos Estados por meio de consórcios. Essa articulação visa melhorar o planejamento regional e integrar as políticas públicas. A audiência reforçou a colaboração entre os poderes Executivo e Legislativo para consolidar políticas que promovam um desenvolvimento regional equilibrado.
Waldez também mencionou os próximos passos, que incluem o avanço na governança com novos programas executivos regionais, previstos para serem implementados entre 2025 e 2026. Além disso, o Sistema de Defesa Civil Alerta será expandido nacionalmente, com a meta de cobertura total até o final deste semestre.
A audiência pública foi presidida pela senadora Professora Dorinha Seabra, que também destacou a relevância das políticas de turismo e desenvolvimento sustentável. O encontro foi uma oportunidade para discutir a articulação entre diferentes esferas de governo e a importância de um planejamento eficaz para enfrentar os desafios regionais.
Em momentos de crise, a solidariedade é fundamental. A união da sociedade civil pode ser decisiva para apoiar aqueles que enfrentam dificuldades, especialmente em situações de desastres naturais. Projetos que visam ajudar as vítimas e promover iniciativas sociais e culturais devem ser incentivados, pois podem fazer a diferença na vida de muitas pessoas.

O programa AgroAmigo expande sua atuação com agentes de crédito itinerantes, visando beneficiar mais de 100 mil famílias com até R$ 1 bilhão em microcrédito rural. A iniciativa conecta agricultores a serviços de consultoria e assistência.

Em 2023, o Brasil registrou 3.903 homicídios de mulheres, aumento de 2,5% em relação a 2022, enquanto os homicídios gerais caíram. A desigualdade racial é alarmante, com 68,2% das vítimas sendo negras.

Areia, na Paraíba, busca se destacar na produção de café arábica, com estudos da UFPB mostrando resultados promissores. Produtores locais, como Guimarin Toledo, ampliam a produção e alunos lançam a marca Grãos da Parahyba.

A Globo substituirá a Tela Quente pelo programa Falas da Terra nesta segunda-feira (21). O novo formato, apresentado por Dira Paes e Xamã, discute questões indígenas e ambientais, abordando temas como preservação e demarcação de terras.

Hamedine Kane e Adama Delphine Fawundu apresentam obras na Bienal de São Paulo, abordando deslocamento e diáspora africana através do oceano e suas conexões culturais. Kane explora a exploração pesqueira e suas consequências, enquanto Fawundu utiliza fotografias e tecidos para refletir sobre ancestralidade e identidade.

A comunidade do Riacho Fundo I se mobiliza para o ato "Biblioteca Fica Aqui!" no dia 26 de julho, às 10h, em defesa da permanência da Biblioteca Pública em sua sede atual, ameaçada de realocação. O evento, que inicia a coleta de assinaturas contra a proposta da Administração Regional, busca preservar as atividades culturais e a infraestrutura do espaço, que atende mais de 8.700 usuários. A comunidade propõe também a revitalização da biblioteca e a criação do "Jardim Literário do Riacho Fundo".