O programa SuperAção, lançado pelo governador Tarcísio de Freitas, busca inclusão social em São Paulo e pode receber apoio de partidos da oposição, apesar de críticas sobre sua eficácia. A proposta tramita em regime de urgência e pode ser votada na próxima semana.

O governador Tarcísio de Freitas, do Republicanos, lançou o programa SuperAção, uma iniciativa de inclusão social em São Paulo. O projeto visa oferecer ajudas de custo e capacitação a famílias em situação de vulnerabilidade. Apesar das críticas sobre sua eficácia, a proposta deve contar com apoio até de partidos da oposição, como o PT e o PSOL, e tramita em regime de urgência na Assembleia Legislativa.
A expectativa é que o programa, que promete atender 105 mil famílias em dois anos com um custo de R$ 500 mil, seja aprovado com uma maioria confortável. O líder da federação PSOL/Rede, Guilherme Cortez, afirmou que seria difícil votar contra um programa de distribuição de renda, embora parlamentares da oposição considerem a proposta uma estratégia de marketing em relação ao Bolsa Família.
O projeto passou por audiência pública e não precisa passar por comissões separadamente, apenas por um parecer conjunto. A votação está prevista para a próxima semana. Entre os pontos criticados pela oposição estão a falta de clareza no texto e a escolha das cidades que participarão do programa.
Os opositores destacam que o programa não atende adequadamente a demanda do estado e que a proposta está mal explicada. A avaliação é que, mesmo com as críticas, a aprovação é provável devido à pressão social e à necessidade de políticas de inclusão.
O programa SuperAção é visto como uma resposta do governador ao governo federal, especialmente em um cenário político polarizado. A inclusão de partidos da oposição na votação pode indicar uma tentativa de unir esforços em torno de uma causa social, mesmo em meio a divergências ideológicas.
Nessa situação, a união da sociedade civil pode ser fundamental para fortalecer iniciativas que busquem apoiar as famílias em situação de vulnerabilidade. Projetos como esse devem ser estimulados, e a mobilização da comunidade pode fazer a diferença na vida de muitos cidadãos que precisam de apoio.

O Brasil voltou a ser um dos 20 países com mais crianças não vacinadas, com 229 mil sem imunização em 2024, segundo dados da OMS e UNICEF. A cobertura vacinal não atingiu 90% para nenhuma das 17 vacinas monitoradas.

Mulheres no entretenimento adulto digital, como camgirls, encontram flexibilidade e autonomia para conciliar maternidade e carreira, apesar do preconceito. Elas compartilham experiências de superação e empoderamento.

O Flamengo firmou um contrato de patrocínio com a Betano, avaliado em R$ 268,5 milhões por temporada até 2028, e implementou medidas antirracistas em seu estatuto. A parceria, aprovada por 654 votos a favor, visa ampliar o alcance internacional do clube e inclui penalidades severas para atos discriminatórios.

O Maio Amarelo, iniciativa que promove a segurança no trânsito, destaca a urgência de ações integradas após o aumento de acidentes fatais no Rio de Janeiro em 2024, com 1.124 mortes registradas. Com o tema “Desacelere. Seu bem maior é a vida”, a campanha busca conscientizar sobre a importância de comportamentos responsáveis no trânsito, enfrentando o desafio de reduzir acidentes e suas consequências sociais e econômicas.

Felca, youtuber com mais de 4 milhões de inscritos, viralizou com o vídeo “adultização”, denunciando a exploração de crianças por influenciadores e recebendo apoio da deputada Erika Hilton. O vídeo, que alcançou 5 milhões de visualizações em um dia, expõe práticas abusivas e gera discussões sobre a segurança infantil nas redes sociais. Felca, que já enfrentou acusações infundadas, processou mais de 200 perfis por difamação.

Duas engenheiras da Universidade de Delft criaram o Lilium, um espéculo vaginal inovador e menos doloroso, arrecadando € 100 mil em financiamento coletivo para avançar em testes e certificações.