A mobilização contra o projeto de lei 2.159/2021, que altera o licenciamento ambiental, ganhou força com a hashtag #PLdaDevastação, impulsionada por artistas e ativistas. Com mais de 294 mil menções, a hashtag se tornou um dos assuntos mais comentados nas redes sociais, refletindo a preocupação de cientistas e ambientalistas sobre os impactos negativos da proposta. Celebridades como Anitta e Débora Bloch estão engajadas em adiar a votação, que pode agravar a degradação ambiental e afetar acordos internacionais do Brasil.

O projeto de lei 2.159/2021, que propõe alterações no licenciamento ambiental no Brasil, está gerando grande mobilização social. Recentemente, a hashtag #PLdaDevastação se destacou nas redes sociais, alcançando o terceiro lugar nos trending topics do X, com mais de 294 mil menções. Celebridades como Anitta e Débora Bloch estão à frente de um movimento que busca adiar a votação do projeto, prevista para esta semana.
Entre os apoiadores da mobilização, estão nomes como Marcos Palmeira, Ailton Krenak e Daniela Mercury. A pressão social se intensificou, com um aumento de 275,6% nas postagens contrárias ao PL nas últimas 24 horas, abrangendo plataformas como X, Instagram e Facebook. O movimento visa não apenas adiar a votação, mas também promover um debate mais amplo sobre os impactos da proposta.
De acordo com especialistas, a aprovação do projeto pode resultar em sérios danos ao meio ambiente, além de comprometer transações comerciais internacionais e gerar problemas diplomáticos para o Brasil, em desacordo com acordos já firmados. A coordenadora do Observatório do Clima, Suely Araújo, descreveu o PL como a "pior lei ambiental das últimas quatro décadas", ressaltando a necessidade de um debate mais aprofundado sobre suas implicações.
A mobilização nas redes sociais tem sido significativa, com a hashtag PL da devastação não Congresso sendo uma das mais mencionadas. Organizações da sociedade civil e do setor empresarial já encaminharam cartas às lideranças do Congresso e ao Ministério das Relações Exteriores, alertando sobre os riscos associados ao projeto e pedindo um adiamento da votação.
Apesar da pressão popular, até o momento, o presidente da Câmara, Hugo Motta, não sinalizou qualquer possibilidade de adiamento. O projeto foi incluído na pauta da Casa na terça-feira, aumentando a urgência da mobilização social. A participação ativa da sociedade é vista como crucial para influenciar a decisão dos legisladores.
Neste cenário, a união da sociedade civil pode ser decisiva para garantir que vozes contrárias ao PL sejam ouvidas. Projetos que busquem apoiar a preservação ambiental e promover o debate sobre a legislação podem ser fundamentais para enfrentar os desafios impostos por essa proposta. A mobilização em torno do PL 2.159/2021 é um exemplo claro de como a sociedade pode se mobilizar em defesa de causas que impactam diretamente o futuro do país.

O governo de São Paulo planeja leiloar em setembro de 2026 os primeiros contratos do programa Integra Resíduos, com doze consórcios municipais já aderidos. A iniciativa visa otimizar a gestão de resíduos sólidos no estado.

Mega operação do Ibama contra desmatamento ilegal na Amazônia provoca revolta entre ruralistas no Pará, levando o governador Helder Barbalho a buscar apoio federal para contestar embargos que afetam milhares de hectares.
Evento em março de 2025 revisou normas de proteção a cavidades subterrâneas no Brasil, destacando a necessidade de um modelo estatístico robusto e inclusão no Cadastro Nacional de Informações Espeleológicas. A discussão, promovida pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), visa aprimorar a proteção e garantir a conservação desse patrimônio natural.

O VIII Congresso Internacional de Educação Ambiental dos Países Lusófonos e o IX Encontro Nacional de Educação Ambiental do Ibama ocorrerão em Manaus, abordando justiça ambiental e emergência climática. Os eventos visam fortalecer a atuação do Ibama e promover diálogos sobre práticas transformadoras em Educação Ambiental.
Ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, se reuniu com gestores do Pará para discutir liberação de recursos e ações de Defesa Civil, priorizando a proteção da Amazônia. O encontro destacou a implementação de um sistema moderno de alerta precoce, visando salvar vidas e fortalecer a cultura de prevenção nas comunidades vulneráveis da região.

Belém se prepara para a COP30, enfrentando a urgência de obras de drenagem devido ao aumento de desastres climáticos, que cresceram 222% entre 2020 e 2023, refletindo a falta de resiliência do Brasil.