Moradores do programa Aluguel Reencontro, em Itaim Paulista, enfrentam problemas estruturais graves e falta de móveis, além de dificuldades de comunicação com a administradora e ameaças de despejo.

O programa Aluguel Reencontro, da gestão Ricardo Nunes, busca realocar famílias em situação de rua para apartamentos, mas enfrenta sérias críticas. Moradores de um condomínio no Itaim Paulista relatam problemas estruturais, como danos no banheiro e falta de móveis, além de dificuldades de comunicação com a administradora e ameaças de despejo.
A situação é alarmante para a família de Suelen, que enfrenta o teto do banheiro caindo e problemas elétricos que resultam em chuveiros frios. Eles estão no apartamento há um mês, após quatro anos em abrigos municipais. Outros moradores também relatam obras inacabadas e mau cheiro nas áreas comuns do prédio, inaugurado no ano passado.
Além das condições precárias, os moradores reclamam da falta de apoio para adquirir móveis essenciais. Suelen e sua vizinha Aline ainda dormem no chão, utilizando colchões cedidos por abrigos. Aline, que já enfrentou a rua durante a gravidez, destaca a dificuldade em conseguir abrigo e a falta de recursos para mobiliar seu novo lar.
Guilherme, outro morador, menciona o preconceito enfrentado no prédio, tanto por parte de vizinhos quanto da administradora. Ele também relata a constante ameaça de despejo, que poderia forçá-los a retornar aos abrigos e perder a chance de novas vagas no programa.
O Fórum da Cidade de São Paulo já havia constatado essas condições em uma visita em maio. O relatório apontou problemas como mofo e cupins nos apartamentos. A Secretaria Municipal de Saúde afirma que a Unidade Básica de Saúde Jardim Romano Vila Itaim é a referência para os moradores, oferecendo suporte, mas as reclamações persistem.
A Diagonal, empresa responsável pela gestão do programa, recebeu mais de R$ 17 milhões e afirma que realiza vistorias e oferece suporte aos beneficiários. No entanto, os moradores sentem que suas necessidades não estão sendo atendidas. Em situações como essa, a união da sociedade civil pode fazer a diferença, proporcionando apoio e recursos para melhorar as condições de vida dessas famílias.

O Governo Federal firmará um convênio de R$ 1,4 milhão com a Casa Hope após a suspensão do apoio estadual. Ministros buscam reverter a decisão do governo de São Paulo para garantir mais recursos à instituição.

Ministério Público de São Paulo processa a prefeitura por falta de vagas em Serviços de Acolhimento Institucional, resultando na separação de irmãos e deslocamento de jovens para áreas distantes. A situação agrava a vulnerabilidade de crianças e adolescentes em risco.

A AACD, ao completar 75 anos, visa atender 1 milhão de pacientes, enfrentando desafios financeiros e investindo em tecnologias inovadoras para reabilitação. A meta é garantir dignidade e mobilidade a todos.

O Governo do Distrito Federal promoveu uma força-tarefa para acolher pessoas em situação de rua no Plano Piloto, desmantelando estruturas improvisadas e oferecendo assistência social. A ação, coordenada pela Casa Civil, envolveu várias secretarias e resultou no atendimento de sete pessoas, além da remoção de dois caminhões de entulho. Serviços nas áreas de saúde, educação e assistência foram disponibilizados, incluindo auxílio emergencial de R$ 600, vagas em abrigos e encaminhamentos para programas de qualificação.

O Instituto Doando Vida por Rafa e Clara (IDV) promoveu uma animada festa junina para 80 crianças, oferecendo diversão e confraternização às famílias da Chácara Santa Luzia. O evento, repleto de danças e comidas típicas, foi um momento especial, destacando a importância do apoio comunitário e das doações para a continuidade das atividades da instituição.

Divaldo Franco, médium e líder espírita, faleceu aos 98 anos após lutar contra câncer na bexiga. Homenagens ocorrerão na Mansão do Caminho, onde ele deixou um legado de acolhimento e educação.