Motorista é investigado por crime ambiental após manobras perigosas em duna de Canoa Quebrada. Valécio Nogueira Granjeiro foi multado em R$ 2.934,70 e teve o direito de dirigir suspenso. A prefeita de Aracati intensificará a fiscalização.

Um motorista, identificado como Valécio Nogueira Granjeiro, está sob investigação da Polícia Civil por realizar manobras perigosas em uma picape sobre uma duna na praia de Canoa Quebrada, no município de Aracati. O incidente, que ocorreu no último sábado, resultou em uma multa de R$ 2.934,70 e na suspensão do direito de dirigir do empresário, que é proprietário de supermercados na cidade de Russas.
A Polícia Civil instaurou um procedimento para apurar um possível crime ambiental, embora não tenha especificado qual artigo da legislação ambiental pode ter sido infringido. A legislação prevê penas que variam de três meses a cinco anos de prisão, além de multas, para crimes que causem danos a áreas de proteção ambiental.
Valécio foi autuado pelo Departamento Municipal de Trânsito de Aracati com base no artigo 175 do Código de Trânsito Brasileiro, que trata de manobras perigosas. O impacto da manobra foi tão forte que o veículo teve os quatro pneus danificados e todos os airbags acionados. O carro foi apreendido e está sob a custódia da Secretaria de Segurança Cidadã e Ordem Pública de Aracati.
A advogada Eveline Correia, especialista em meio ambiente, analisou o caso e destacou que a conduta de Valécio pode ser enquadrada no artigo 50 da Lei Federal 9.605/1998, que proíbe a destruição de vegetação em áreas de proteção. As dunas, segundo a advogada, são consideradas parte da flora e, portanto, sua preservação é essencial.
A prefeita de Aracati, Roberta de Bismarck, classificou a ação do motorista como irresponsável e inaceitável. Em nota, ela anunciou a intensificação da fiscalização nas áreas de proteção ambiental, visando garantir um turismo seguro e ético no município. A gestão municipal se comprometeu a acompanhar o caso junto à Polícia Civil e a aplicar as punições necessárias.
Esse episódio ressalta a importância da preservação ambiental e da responsabilidade no uso de áreas naturais. Vítimas de incidentes como esse podem precisar de apoio para a recuperação e para promover a conscientização sobre a proteção de nossos ecossistemas. A união da sociedade civil pode fazer a diferença na promoção de iniciativas que valorizem a preservação e o turismo sustentável.

Chef Saulo Jennings lidera a programação gastronômica da COP 30 em Belém, prometendo pratos amazônicos para líderes mundiais, com foco em sustentabilidade e visibilidade da culinária brasileira.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva vetou 63 dispositivos do projeto de lei que flexibiliza o licenciamento ambiental, priorizando a proteção ambiental e os direitos indígenas. O governo enviou um novo projeto ao Congresso para corrigir lacunas.

A Antártida enfrenta a segunda menor área de gelo marinho registrada, com impactos diretos na cadeia alimentar, especialmente no krill, essencial para a vida marinha. Cientistas alertam sobre a necessidade urgente de proteção.

O Observatório do Clima critica a organização da COP30 em Belém, apontando que os altos preços de hospedagem podem tornar o evento excludente e prejudicar a participação internacional. A falta de soluções do governo pode resultar em um evento esvaziado e com baixa credibilidade.

Um vídeo impressionante mostra uma onça-pintada tentando capturar uma sucuri no Pantanal, destacando a interação entre essas espécies. O registro viraliza, chamando a atenção para a fauna local e a importância da preservação.

O Supremo Tribunal de Justiça (STJ) deve decidir sobre a legalidade de licenças para desmatamento no Pantanal, com um caso envolvendo 20,5 mil hectares pronto para julgamento. A nova lei estadual exige licenças mais rigorosas.