O Hemorio enfrenta uma queda de 30% nas doações de sangue durante as férias escolares, levando a Secretaria de Saúde a convocar a população para ajudar a salvar vidas. A situação é crítica, com estoques no limite e a demanda por transfusões alta.

O Hemorio, hemocentro estadual do Rio de Janeiro, enfrenta uma crise em seus estoques de sangue. Durante as férias escolares de julho, o hemocentro registrou uma queda de 30% nas doações nos primeiros 14 dias do mês, enquanto a demanda por transfusões nas mais de cem unidades de saúde atendidas continua alta. A Secretaria de Estado de Saúde fez um apelo à população para que compareça e ajude a salvar vidas.
O diretor do Hemorio, Luiz Amorim, destacou que a média diária de doadores varia entre 300 e 350, e que os estoques estão sempre no limite. Ele enfatizou a importância da doação, afirmando que "é rápido, seguro, simples e pode salvar até quatro vidas". A situação atual é preocupante, especialmente quando comparada a meses normais.
A esteticista Renata Franco da Silva, de 48 anos, aproveitou uma folga para contribuir. Ela visitou o Hemorio e ressaltou a necessidade de doações regulares para manter os estoques abastecidos. Renata mencionou que muitas pessoas só percebem a importância da doação quando alguém próximo precisa, como foi seu caso, onde um amigo de seu marido poderia necessitar de transfusão durante uma cirurgia.
Para doar sangue, é necessário ter entre 16 e 69 anos, pesar mais de 50 quilos e estar em boas condições de saúde. É preciso apresentar um documento oficial com foto. Menores de 18 anos devem estar acompanhados de um responsável legal e levar a autorização disponível no site do Hemorio. Não é necessário jejum, mas recomenda-se evitar alimentos gordurosos nas quatro horas anteriores à doação e não consumir bebidas alcoólicas nas doze horas anteriores.
O Hemorio atende diariamente, incluindo fins de semana e feriados, das 7h às 18h, na Rua Frei Caneca, nº 8, no Centro do Rio. A unidade de Duque de Caxias funciona das 7h às 14h, de segunda a sexta-feira, no Hospital Municipal Dr. Moacyr Rodrigues do Carmo. Informações adicionais podem ser obtidas nas redes sociais do Hemorio ou pelo Disque-Sangue.
Nessa situação crítica, a união da sociedade pode fazer a diferença. Projetos que incentivem a doação de sangue e ajudem a conscientizar a população são essenciais para garantir que os estoques do Hemorio permaneçam adequados e que vidas possam ser salvas. Cada ação conta e pode impactar positivamente a vida de muitos.

Após a repercussão do uso de sensores de glicose por crianças, um Projeto de Lei no Senado busca garantir a oferta gratuita desses dispositivos no SUS, visando reduzir desigualdades de acesso. A proposta pode transformar o tratamento da diabetes tipo 1 no Brasil.

O Brasil retoma a produção de insulina humana após mais de 20 anos, com a entrega de 207.385 unidades pela Biomm, em parceria com a Wockhardt, para o SUS. A medida visa garantir a segurança dos pacientes diabéticos.

O hospital Mont Serrat, em Salvador, é o primeiro do SUS voltado a cuidados paliativos, oferecendo conforto e humanização a pacientes com doenças graves. Relatos de pacientes destacam a qualidade do atendimento e a importância do ambiente familiar.

O anticorpo monoclonal nirsevimabe, aprovado pela Anvisa em 2023, demonstrou eficácia de 83% na prevenção de hospitalizações por vírus sincicial respiratório em bebês. A meta-análise de 27 estudos confirma sua importância na proteção contra infecções graves.

Avanços em inteligência artificial estão transformando o tratamento do câncer, melhorando diagnósticos e personalizando terapias, embora desafios persistam na integração e qualidade dos dados.

Sport é condenado a pagar R$ 4,6 milhões a Everton Felipe por danos. A decisão da 9ª Vara do Trabalho do Recife destaca a falta de suporte médico e fraude em direitos de imagem. Everton, que se aposentou aos 26 anos devido a lesões graves no joelho, busca reparação por danos materiais e morais.