Mulheres estão conquistando posições de liderança na indústria do champanhe, como Catherine Petit na Moët Hennessy, desafiando normas patriarcais e promovendo mudanças significativas no setor.

Apesar dos esforços para alcançar a igualdade de gênero no mercado de trabalho, a participação feminina ainda é inferior à masculina, especialmente em cargos de liderança. No entanto, a indústria de bebidas, em particular a do champanhe, está se destacando como uma exceção. Mulheres estão conquistando posições de destaque em grandes empresas do setor, como Julie Cavil, na Krug, e Séverine Frerson, que se tornou a primeira mulher a ocupar a função de chef de cave na Maison Perrier-Jouët em duzentos anos.
Catherine Petit, diretora-geral da Moët Hennessy no Brasil, é um exemplo dessa transformação. Com uma carreira que inclui a liderança de negócios na África e na Argentina, ela enfrenta desafios relacionados a normas patriarcais. Catherine compartilha experiências de resistência, como a recusa de consultores homens em aceitá-la como chefe e situações em que homens se opuseram a que ela pagasse contas durante reuniões.
Essas situações, embora mais raras, ainda ocorrem. Catherine menciona que homens de países muçulmanos, como o Líbano, têm dificuldades em negociar com mulheres. Apesar disso, ela se mostra otimista em relação ao ambiente de trabalho no Brasil, destacando a acolhida e a qualidade das relações. Contudo, ela observa que a cultura de curto prazo pode ser estressante para europeus, mas se adaptou a essa realidade.
No Brasil, o contrabando é um desafio maior do que as falsificações, que são mais comuns na África. Catherine relata que a alfândega brasileira está mais atenta e que a empresa tem investido em experiências exclusivas para consumidores, como eventos especiais. O Brasil já foi um dos dez maiores mercados consumidores da Champagne Veuve Clicquot e atualmente busca retomar essa posição.
Catherine Petit, natural de Toulouse, França, tem uma trajetória marcada pela paixão por vinhos e champanhes. Ela também valoriza os espumantes brasileiros, considerando a Chandon do Brasil superior a muitos champanhes internacionais. A empresa tem se adaptado a novas demandas, como bebidas menos alcoólicas, exemplificadas pelo Chandon Garden Spritz, elaborado com ingredientes orgânicos.
Como mãe solo, Catherine criou seu filho com dedicação, equilibrando sua carreira e a maternidade. Ela é entusiasta do projeto Bold Woman Award, que homenageia mulheres empreendedoras. A força e determinação de Catherine refletem a história de mulheres que, como Madame Clicquot, romperam barreiras no setor. A união em torno de iniciativas que promovem a igualdade de gênero e o empoderamento feminino pode ser um passo importante para transformar ainda mais o cenário atual.

Grupos comunitários de caminhada, corrida e trilha estão se multiplicando em São Paulo, promovendo saúde e conexões sociais. Essas iniciativas ocupam espaços públicos e oferecem treinos gratuitos, fortalecendo o pertencimento e a interação entre os participantes.

Elenco da novela "Vale Tudo" se une à Defensoria Pública do Rio de Janeiro em campanha contra a violência de gênero, destacando a importância de acolher mulheres em situações de abuso. A ação, que ocorre no Agosto Lilás, visa conscientizar sobre as diversas formas de violência e oferecer suporte às vítimas.

Estudo revela que a série "Os 13 porquês" correlaciona-se com um aumento de 28,9% nos suicídios adolescentes nos EUA. Especialistas discutem a representação do suicídio na mídia e suas consequências sociais.

Roberto Giugliani, geneticista da UFRGS, foi agraciado com o Prêmio Guthrie / ISNS-Revvity de 2024, destacando suas contribuições à triagem neonatal. A premiação, a ser entregue em 2026, ocorre em um momento crucial para a ampliação do teste do pezinho no Brasil, onde apenas sete doenças raras são diagnosticadas precocemente na maioria das regiões.

Médicos oftalmologistas voluntários atenderam 250 moradores de rua em Salvador, doando 188 pares de óculos e encaminhando casos complexos para clínicas do SUS. A ação faz parte da iniciativa Pop Rua Jud do CNJ.

O Hospital da Criança de Brasília lançou a campanha “Lesões de pele em pediatria”, promovendo jogos interativos e estandes educativos para engajar equipes na prevenção e tratamento de lesões cutâneas. A iniciativa inclui mascotes que simbolizam prevenção e tratamento, além de palestras de especialistas.