A CEO da Dana Agro, Dana Meschede, foi premiada no BRICS Women's Startups Contest por desenvolver o primeiro bio herbicida do Brasil, destacando a inovação feminina no setor agrícola. O evento, que reconheceu 18 empreendedoras, visa valorizar a presença feminina em áreas tecnológicas.

A CEO da Dana Agro, Dana Meschede, foi premiada no BRICS Women's Startups Contest, realizado no dia 5 de agosto no Morro da Urca, no Rio de Janeiro. Ela se destacou entre mais de mil mulheres com sua startup, que desenvolve o primeiro bio herbicida do Brasil, uma inovação que visa reduzir o uso de pesticidas no meio ambiente. Meschede, que se formou em Agronomia em 1996, enfrentou um ambiente predominantemente masculino ao longo de sua carreira, onde a presença feminina é escassa.
Durante sua trajetória, Meschede se especializou na área de plantas daninhas, onde frequentemente era a única mulher em eventos do setor. Ela destacou que, para ser aceita, uma mulher no agro precisa ser "três vezes melhor". O reconhecimento no concurso, que premiou 18 mulheres em seis categorias, ressalta a força do empreendedorismo feminino no Brasil, especialmente em áreas tecnológicas.
O evento, organizado pelo Sebrae em parceria com a Aliança Empresarial de Mulheres do BRICS (WBA), contou com a presença de autoridades, incluindo a ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco. Margarete Coelho, diretora do Sebrae Nacional, enfatizou a importância de dar visibilidade às mulheres na tecnologia, um campo ainda hostil para elas. O prêmio de Meschede foi na categoria de Agricultura e Segurança Alimentar.
Além de Meschede, outras brasileiras também foram premiadas, como Nina Silva, que atua na área de Educação. Silva, CEO do Movimento Black Money & D'Black Bank, busca fortalecer a economia da comunidade negra. Ela ressaltou que seu prêmio é um reconhecimento de um trabalho coletivo em prol da inclusão e educação no Brasil.
A premiação também destacou Pamella Faustina Campos, de Minas Gerais, que desenvolveu um software industrial que ajuda a evitar erros de processo, resultando em economias significativas para seus clientes. A gerente de empreendedorismo feminino do Sebrae, Geórgia Nunes, comentou que muitas mulheres empreendem por necessidade, especialmente após a maternidade, e que é fundamental orientá-las para que vejam o potencial de seus negócios.
Iniciativas como essas devem ser apoiadas pela sociedade civil, pois elas não apenas promovem a inclusão, mas também geram impacto positivo nas comunidades. O reconhecimento do trabalho de mulheres empreendedoras é um passo importante para a transformação social, e a união pode ajudar a fortalecer esses projetos inovadores e essenciais para o futuro.

Sobreviventes de câncer pediátrico na América Latina enfrentam sérias complicações físicas e mentais, com apenas um terço realizando exames regulares. Estudo destaca a urgência de acompanhamento estruturado e políticas públicas eficazes.

A Casa da Palavra em Santo André lançará o livro “Cinemando por Aí!!!” em 14 de junho de 2025, às 15h, com entrada gratuita e sorteio de exemplares. A obra, de Diaulas Ullysses, destaca a história do cinema local.

Ana Lisboa, gaúcha e ex-advogada, transformou sua trajetória de superação em um negócio de sucesso, liderando o Grupo Altis, que já impacta 100 mil alunos em 72 países e prevê faturar R$ 50 milhões em 2024.
Na 50ª edição do GDF Mais Perto do Cidadão, realizada em Sol Nascente e Pôr do Sol, a comunidade teve acesso a serviços de saúde, incluindo vacinação e testes rápidos, com forte participação na imunização de animais. Os moradores aproveitaram a oportunidade para cuidar da saúde de seus pets e atualizar a vacinação de crianças, destacando o engajamento local e a importância do acesso facilitado a serviços essenciais.

A RNP lançou uma chamada pública de R$ 15 milhões para projetos de P&D em Saúde Digital, visando criar clusters de colaboração entre instituições de ensino. As propostas devem ser enviadas até 31 de julho.

Em 16 de abril de 2025, o Conselho Federal de Medicina (CFM) publicou a resolução nº 2.247, que proíbe a terapia hormonal antes dos 18 anos e bloqueadores hormonais na puberdade, além de restringir cirurgias de redesignação de gênero para maiores de 21 anos. Especialistas criticam a medida, apontando um retrocesso no bem-estar da população trans e na pesquisa científica, além de alegarem que a norma ignora as necessidades dos jovens afetados. A decisão gera preocupações sobre a saúde mental de adolescentes trans, que enfrentam riscos elevados de suicídio e depressão.