Relatório revela que 83 praças no Rio de Janeiro apresentam riscos para crianças, com brinquedos quebrados e falta de segurança, exigindo revitalização urgente. A situação afeta a socialização e bem-estar da comunidade.

A manutenção das praças no Rio de Janeiro é uma questão urgente, especialmente para a segurança das crianças. Um relatório recente revelou que oitenta e três praças apresentam riscos, como brinquedos quebrados e falta de segurança. Esses espaços, fundamentais para a socialização, estão se tornando perigosos, especialmente nas periferias das zonas Norte e Oeste, onde a maioria dos problemas foi identificada.
A vereadora Thais Ferreira (PSOL), responsável pelo relatório “Qual criança tem o direito de brincar?”, destacou que a maioria das praças analisadas apresenta ferros expostos, fiações à mostra e grades danificadas. A situação é alarmante em locais como a Praça do Largo, em Vicente de Carvalho, onde moradores relatam abandono, falta de limpeza e manutenção inadequada dos brinquedos.
Na Praça das Musas, em Jacarepaguá, os brinquedos estão deteriorados e o piso frequentemente alaga. A Praça João Hélio, inaugurada em 2022, também enfrenta problemas, como a ausência de grades de proteção e deterioração rápida dos equipamentos. Esses espaços, que deveriam ser seguros para as crianças, estão se tornando locais de risco.
Além dos riscos físicos, o estudo avaliou a acessibilidade e a qualidade dos brinquedos. Apenas trinta e oito praças tinham todos os brinquedos em bom estado, e apenas três delas possuíam brinquedos adaptados para cadeirantes. A maioria das praças bem estruturadas está localizada em áreas nobres, como a Zona Sul, enquanto as periferias enfrentam descaso e abandono.
A Comlurb, responsável pela revitalização das praças, informou que, de janeiro a maio deste ano, foram realizados mais de mil atendimentos, incluindo 176 revitalizações. No entanto, a maioria dessas ações ocorreu nas zonas Oeste e Norte, priorizando bairros socialmente vulneráveis. A falta de manutenção contínua e a necessidade de um planejamento urbano adequado são evidentes.
Esses espaços públicos são essenciais para a convivência comunitária e a autoestima dos moradores. A revitalização das praças pode transformar a realidade de muitas comunidades. A união da sociedade civil pode ser um passo importante para garantir que esses locais voltem a ser seguros e acolhedores para todos, especialmente para as crianças que precisam de um ambiente seguro para brincar e socializar.

Exposição no Instituto Moreira Salles revela a resistência cultural dos paiter-suruí por meio da fotografia, destacando sua vida cotidiana e história familiar. A mostra será levada às aldeias após o encerramento.

A empresa X lançou uma nova linha de produtos sustentáveis, destacando um produto inovador que é eficiente e acessível, além de parcerias com ONGs para promover a conscientização ambiental.

O CNPEM desenvolve o primeiro protótipo brasileiro de ressonância magnética, com investimento de R$ 8 milhões, para atender a demanda do SUS em regiões remotas. A iniciativa visa melhorar o acesso a exames de imagem.

O governador Ibaneis Rocha anunciou a construção de sete novas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) no Distrito Federal, visando aliviar a sobrecarga hospitalar. Ele destacou a assinatura do contrato e a necessidade de investimentos em saúde.

Carolina Temponi, analista de RH, superou um linfoma não Hodgkin e, após receber 15 transfusões, lançou uma campanha de doação que mobilizou amigos e desconhecidos, ressaltando a importância da solidariedade.

O projeto Pedal Cultural retorna com passeios ciclísticos guiados e gratuitos em Niterói, promovendo cultura e sustentabilidade. Serão dois roteiros mensais, um ecológico e outro histórico-cultural, abertos a partir dos 12 anos.