Dezessete mulheres se formaram no curso de Pintora Residencial, promovido pelo Instituto BRB e Senai-DF, destacando a capacitação feminina em um setor tradicionalmente masculino. A iniciativa visa inclusão e geração de renda.

Dezessete mulheres receberam, no dia 31 de julho, o certificado do curso de qualificação profissional de Pintora Residencial, oferecido pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial do Distrito Federal (Senai-DF). A capacitação foi realizada por meio do projeto Trilhando o Futuro, uma iniciativa do Instituto BRB que visa atender pessoas em situação de vulnerabilidade social. Desde o ano passado, o Senai-DF é responsável pela execução do projeto, que busca desenvolver habilidades profissionais para facilitar a inclusão no mercado de trabalho.
As aulas ocorreram entre maio e julho, no Instituto Embalando Sonhos, localizado na região administrativa de Samambaia. Durante a cerimônia de formatura, Edna Ribeiro, oradora da turma, ressaltou a importância da capacitação feminina em um setor tradicionalmente dominado por homens. “Voltar à sala de aula depois de anos não foi fácil, mas fomos encorajadas a vencer as dificuldades e concluir o curso com louvor”, afirmou Edna, que agora planeja buscar uma vaga no setor industrial.
O curso teve uma carga horária de 200 horas-aula, abordando conteúdos como matemática, cálculos de área e de material, além de técnicas de pintura, incluindo estilos tradicionais, texturizados e grafiato. A diretora de Parcerias do Instituto BRB, Lunara Gonçalves, destacou que a educação e a qualificação são fundamentais para transformar vidas e quebrar ciclos de dependência financeira.
Diego Albuquerque, coordenador de Projetos Educacionais do Senai-DF, enfatizou a relevância da inserção de mulheres no mercado de trabalho. “As concluintes do curso de pintura estão aptas a ocupar uma vaga de emprego e a transformar a própria realidade, impactando suas famílias e comunidades”, disse. A secretária da Mulher do DF, Giselle Ferreira, também esteve presente e comentou sobre a superação de barreiras do machismo, ressaltando a autonomia econômica que o projeto proporciona.
A cerimônia contou com a presença de diversas autoridades, incluindo a presidente do Instituto Embalando Sonhos, Lady Laura Caetano, e a diretora de Educação do Instituto BRB, Ivane Simonette. Desde o início da parceria entre o Instituto BRB e o Senai-DF, já foram qualificadas 126 pessoas desde 2024, demonstrando o compromisso com a inclusão social e a capacitação profissional.
Iniciativas como essa são essenciais para promover a igualdade de oportunidades e a autonomia das mulheres. A união da sociedade civil pode ser um fator crucial para apoiar e expandir projetos que visam transformar vidas e oferecer novas possibilidades a quem mais precisa.

Felipe Bressanim, conhecido como Felca, gerou repercussão na Câmara dos Deputados com suas denúncias sobre a exploração de crianças nas redes sociais, resultando em propostas de combate à adultização. Após um vídeo que acumulou quase 30 milhões de visualizações, o presidente da Câmara, Hugo Motta, anunciou a pauta de projetos para restringir conteúdos prejudiciais. Felca, que relatou ter recebido ameaças, adotou medidas de segurança, incluindo carro blindado. Ele critica a normalização dos jogos de azar e alerta sobre os riscos que esses representam para os adolescentes.

Flavia Aranha, estilista pioneira em sustentabilidade, anuncia novas coleções na Flip, incluindo itens para casa e uma collab com Amyr Klink, destacando o artesanato local de Paraty.

Metáfora sobre menus de restaurante revela desigualdade social no Brasil, instigando jovens a questionar as disparidades de oportunidades entre diferentes grupos. A reflexão promove um apelo por justiça e inclusão.

A Pamonha Cabocla Tereza, de Serrania, Minas Gerais, evoluiu de um negócio familiar informal em 2007 para uma produção de 1,5 mil pamonhas diárias, faturando R$ 250 mil mensais e expandindo para cinco estados. A inovação e práticas sustentáveis impulsionaram seu crescimento, atraindo novos clientes e gerando empregos.

A Prefeitura do Rio de Janeiro decretou a desapropriação de 16 imóveis no centro, visando revitalizar a área e atrair novos moradores. O projeto Reviver Centro, iniciado em 2021, inclui subsídios de até R$ 3.212 por metro quadrado para restauração.

Whindersson Nunes revelou ter recebido o diagnóstico de superdotação, gerando debate sobre as dificuldades emocionais enfrentadas por pessoas com altas habilidades no Brasil. A psicóloga Laís Mutuberria destaca a necessidade de compreensão e suporte para esse grupo.