A Prefeitura de São Paulo, em seis meses de gestão, realizou 109 entregas com R$ 3,9 bilhões em investimentos, abrangendo saúde, educação, mobilidade e meio ambiente. Destacam-se novas unidades de saúde, parques e iniciativas de transporte sustentável.

A Prefeitura de São Paulo, nos primeiros seis meses da atual gestão, realizou 109 entregas significativas em diversas áreas da cidade, com investimentos totais de R$ 3,9 bilhões. As ações incluem a inauguração de novas unidades de saúde e educação, requalificação de terminais de ônibus, criação de novos parques e urbanização de áreas vulneráveis, além da construção de mais de 1,5 mil moradias populares.
Entre as iniciativas de maior destaque, estão a entrega do Centro Educacional Unificado (CEU) Rei Pelé, o Centro TEA, que atende pessoas com Transtorno do Espectro Autista, e o programa Mamãe Tarifa Zero, que oferece transporte gratuito para mães levarem seus filhos à escola. Também foram investidos R$ 1,9 bilhão em obras iniciadas nesse período.
Com foco na proteção ambiental, a gestão entregou 350 novos ônibus elétricos e 56 caminhões movidos a biometano, um combustível sustentável. Foram inaugurados três novos parques e lançada a Trilha Interparques, que possui 182 quilômetros de extensão. Além disso, 50 mil árvores foram plantadas e 15 novos Jardins de Chuva foram instalados, totalizando 420 unidades voltadas à drenagem sustentável.
No setor de mobilidade, a Prefeitura entregou mais 18 quilômetros de estruturas cicloviárias e 20,5 quilômetros de Faixa Azul. A recuperação estrutural de cinco viadutos e a duplicação do complexo viário João Beiçola também foram concluídas. A Guarda Civil Metropolitana (GCM) recebeu 500 novos agentes, totalizando 7,5 mil integrantes, e mais 10 mil câmeras foram integradas ao sistema de monitoramento da cidade.
Na área da saúde, foram entregues três novas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), um Centro de Exames da Mulher e um Centro Especializado em Reabilitação (CER). O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) ganhou 60 novas motos, e a cidade agora conta com o primeiro heliponto de emergência na marginal Tietê. Na educação, a Rede Municipal de Ensino superou a meta nacional de alfabetização para o segundo ano do Ensino Fundamental.
Além disso, 37 novas obras foram iniciadas, incluindo drenagem e combate a enchentes, como os reservatórios Rio Verde e Paraguai-Éguas. Projetos em andamento incluem Parcerias Público-Privadas (PPPs) e a construção de novos equipamentos culturais e sociais. Nessa situação, nossa união pode ajudar os menos favorecidos, promovendo iniciativas que beneficiem a comunidade e estimulem o desenvolvimento social.

A Penitenciária Feminina do Distrito Federal lançou o projeto "CorpoConsciente – Escuta de Si", que promove oficinas de bem-estar emocional para detentas, permitindo a redução da pena. As atividades, realizadas às sextas-feiras, incluem caminhadas, automassagens e movimentos livres, visando a saúde mental e a dignidade no sistema prisional. As psicólogas Clara Costa e Thais Germano conduzem as oficinas, que já mostraram resultados positivos nas primeiras semanas, com relatos de leveza e alívio entre as participantes.

O Distrito Federal se destaca na prevenção ao HIV, alcançando a categoria 4 na PrEP e a menor taxa de descontinuidade do tratamento no Brasil, com 21%. A SES-DF promove acesso seguro e gratuito à profilaxia.

A UFRJ realizará a primeira edição do Clube de Jogos Coppe em seis de agosto, apresentando o jogo Rolé Carioca, que promove aprendizado sobre a cidade de forma lúdica e interativa. Até cinco participantes poderão explorar locais e curiosidades cariocas, unindo educação e inovação.

O movimento ESG se consolida no Brasil, com setenta e um por cento das empresas adotando práticas sustentáveis, impactando positivamente a reputação e o engajamento com colaboradores e investidores.

A Semana Nacional da Pessoa com Deficiência Intelectual e Múltipla, de 21 a 28 de agosto, convoca as igrejas evangélicas a refletirem sobre a inclusão real, além da presença física, de fiéis com deficiência. A falta de diálogo e o capacitismo ainda excluem esses indivíduos, que possuem dons e habilidades valiosas.

Arqueólogos descobriram ossos humanos no antigo Cemitério do Campo da Pólvora, em Salvador, revelando um sítio sagrado e histórico, o "Cemitério dos Africanos", protegido pelo Iphan. A pesquisa, iniciada em maio, destaca a importância cultural e a necessidade de preservar a memória dos escravizados.