A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) desenvolve um plano de segurança hospitalar para combater a violência nas unidades de saúde, visando proteger servidores e usuários. O projeto, liderado por Valmir Lemos, envolve articulação interna e experiências passadas, buscando um ambiente mais seguro e acolhedor. Medidas imediatas já estão em vigor para lidar com agressões e danos ao patrimônio.

Com o intuito de promover um ambiente mais seguro para servidores, colaboradores e usuários da rede pública de saúde do Distrito Federal, a Secretaria de Saúde (SES-DF) deu início à elaboração de um plano de segurança hospitalar. Essa iniciativa foi motivada por episódios de violência, incluindo agressões físicas e danos ao patrimônio, que ocorreram em unidades básicas de saúde (UBS) e hospitais.
O secretário-adjunto de Integração da SES-DF, Valmir Lemos, destacou a importância de uma articulação interna e de uma escuta qualificada durante a construção do plano. Ele enfatizou que “a segurança deve ser pensada como parte do cuidado em saúde. Quem cuida também precisa ser protegido”. O plano visa garantir a proteção dos profissionais de saúde e dos pacientes.
A elaboração do plano segue a determinação do gestor da pasta, Juracy Lacerda, e levará em consideração experiências anteriores, a realidade das unidades de saúde, o uso de ferramentas tecnológicas e a colaboração com órgãos do sistema de segurança. O objetivo é criar um ambiente mais seguro, acolhedor e funcional, respeitando as especificidades de cada unidade.
A construção do plano será um processo coletivo, envolvendo reuniões entre diferentes setores da SES-DF para reunir propostas e ideias. Embora o plano ainda esteja em fase de planejamento, a SES-DF já está adotando medidas imediatas em situações de violência, registrando e acompanhando casos de agressões e depredações.
Nos casos de agressões contra servidores, colaboradores ou pacientes, a SES-DF realiza o registro dos fatos, acompanha as apurações e responsabiliza os envolvidos. O mesmo procedimento será aplicado em situações de depredação ou ameaças ao patrimônio público, garantindo que as medidas necessárias sejam tomadas.
Nessa situação, a união da sociedade pode ser fundamental para apoiar iniciativas que visem a segurança nas unidades de saúde. Projetos que promovam a proteção e o acolhimento dos profissionais e usuários devem ser incentivados, contribuindo para um ambiente mais seguro e saudável para todos.

A Hebraica Rio, clube de Laranjeiras, lançou uma turma de tênis de mesa para alunos com Parkinson, já com dois inscritos, ampliando o acesso à modalidade em um contexto de crescente popularidade.

Em 2025, o Programa Água Doce (PAD) superou a meta de 100 sistemas de dessalinização, beneficiando milhares de famílias no semiárido brasileiro com água potável. A iniciativa, coordenada pelo Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional, já implantou 110 unidades, promovendo saúde e dignidade nas comunidades afetadas pela seca.

O governo paulista planeja transferir seu centro administrativo para os Campos Elíseos, adicionando 230 mil m² de escritórios ao centro, com um investimento de R$ 4,7 bilhões em novas construções e retrofits. Essa movimentação pode revitalizar o mercado imobiliário da região, que enfrenta estagnação desde 2018 e possui um estoque de prédios antigos.

Levantamento do Ieps revela que 37% dos projetos de saúde de 2024 no Congresso Nacional contradizem normas do SUS, gerando insegurança jurídica e riscos à eficácia das políticas de saúde.

Cazuza, ícone do rock brasileiro, faleceu há 35 anos, em 7 de outubro de 1990, devido a complicações da aids, sendo um dos primeiros artistas a assumir publicamente sua condição. Sua luta ajudou a desestigmatizar a doença na década de 1980.

A Câmara dos Deputados aprovou o projeto de lei que visa proteger crianças e adolescentes nas redes sociais, com foco em controle parental e proibição de monetização em jogos. O texto, de autoria do senador Alessandro Vieira, agora retorna ao Senado após a aprovação simbólica, enfrentando resistência de partidos de oposição. As novas regras incluem ferramentas para limitar o uso e impedir a exposição a conteúdos inadequados, além de multas significativas para empresas que não cumprirem as diretrizes.