O Museu da Justiça, no Centro do Rio de Janeiro, inicia em julho a revitalização com salas interativas da SuperUber, destacando códigos antigos e casos marcantes da Justiça brasileira. A nova exposição traz histórias de Luiz Gama e Inês Etienne Romeu, promovendo uma reflexão sobre a evolução da Justiça no Brasil.

O Museu da Justiça, situado no Centro do Rio de Janeiro, está prestes a dar um passo significativo em sua revitalização. A partir de julho, duas salas do edifício histórico, que estavam sem uso, serão transformadas em espaços interativos. As novas instalações são fruto da colaboração com a SuperUber, uma empresa especializada em criar experiências culturais inovadoras.
A nova exposição terá um enfoque lúdico e audiovisual, apresentando os primeiros códigos regimentais de civilizações antigas, como o Código de Hamurabi. Além disso, a mostra irá explorar a evolução da Justiça no Brasil, destacando casos emblemáticos que marcaram a história do país.
Entre as histórias que serão contadas, destaca-se a de Luiz Gama, um advogado negro que desempenhou um papel crucial na libertação de centenas de escravizados. Outro exemplo significativo é o de Inês Etienne Romeu, a única sobrevivente da “Casa da Morte”, que dedicou sua vida à luta pelos direitos das vítimas da ditadura brasileira e de seus familiares.
A revitalização do Museu da Justiça não apenas enriquece a oferta cultural da cidade, mas também promove a reflexão sobre a história da Justiça no Brasil. As novas salas interativas têm o potencial de engajar o público de maneira mais profunda, tornando a experiência de visitação mais dinâmica e educativa.
Esse projeto representa uma oportunidade valiosa para a sociedade civil se envolver na preservação da memória histórica e na promoção dos direitos humanos. A participação da comunidade pode ser fundamental para garantir que essas histórias continuem a ser contadas e valorizadas.
Iniciativas como essa devem ser apoiadas e estimuladas, pois fortalecem a cultura e a educação. A união da sociedade pode fazer a diferença na promoção de projetos que visam preservar a memória e os direitos dos menos favorecidos, garantindo que as lições do passado não sejam esquecidas.

Adriana Baceti, de Itatiaia (RJ), compartilha sua história de superação após complicações graves no parto, ressaltando a importância da doação de sangue que a salvou. Sua missão é conscientizar sobre esse ato altruísta.

Cláudio de Oliveira lançou um projeto inovador focado em inclusão social e educação, gerando grande repercussão na mídia e estabelecendo parcerias com organizações locais. A iniciativa promete impactar positivamente a comunidade.

Cresce a preocupação com cursos de baixa qualificação para formação de terapeutas no Brasil, em meio ao aumento de doenças mentais e à proposta de regulamentação da prática terapêutica. Profissionais alertam para os riscos de atendimentos inadequados.

No Estadão Summit ESG 2025, especialistas enfatizaram que a diversidade nas empresas só traz resultados quando acompanhada de inclusão, destacando a resistência a essas práticas em várias regiões. Cris Kerr, CEO da CKZ Diversidade, ressaltou que um ambiente seguro é crucial para a inovação. Aline Nascimento e Tom Mendes abordaram a importância de considerar a diversidade no desenvolvimento de produtos, enquanto José Renato Nalini alertou sobre a emergência climática em São Paulo.

Ordem de serviço de R$ 491,3 milhões foi assinada para duplicar a capacidade de bombeamento no Eixo Norte do Projeto de Integração do São Francisco, beneficiando 237 municípios e 8,1 milhões de pessoas. O presidente Lula e a governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, destacaram a importância da água para a produção e a vida no sertão.

O Governo do Distrito Federal (GDF) iniciou a expansão da Linha 1 do Metrô-DF, com novas estações e aquisição de trens, visando dobrar a capacidade de transporte em cinco anos. Apesar disso, persiste um déficit de servidores.