Museu de Arte de Brasília celebra 65 anos da cidade com atividades gratuitas. O evento, de 19 a 21 de novembro, inclui contação de histórias, oficinas de arte e uma caminhada cultural, promovendo experiências inclusivas e artísticas para todas as idades.

O Museu de Arte de Brasília (MAB) está promovendo uma programação especial em comemoração aos 65 anos de Brasília. As atividades ocorrerão entre os dias dezenove e vinte e um de novembro e são gratuitas, destinadas a todas as idades. No primeiro dia, a programação inclui contação de histórias para bebês, uma visita guiada com intérprete de Libras e uma oficina de arte abstrata voltada para crianças a partir de quatro anos.
No domingo e na segunda-feira, as atividades continuam com um teatro de luz e sombras para crianças acima de três anos, além de uma oficina chamada "Brasília em Maquetes" para jovens e adultos. A principal atração será a mediação "Linhas que contam histórias", que proporcionará uma caminhada cultural entre o MAB, a orla do Lago Paranoá e a Concha Acústica, incluindo visitas a locais normalmente fechados ao público, como os camarins da concha.
Ao final da caminhada, os participantes serão convidados a um piquenique coletivo no gramado do museu, onde cada um deve levar seu próprio lanche. Todas as atividades são gratuitas, mas há um limite de vagas, e não é necessário realizar inscrição prévia. A programação completa pode ser consultada nas redes sociais do museu.
Essas atividades fazem parte da terceira edição do MAB Educativo, que visa promover ações de mediação cultural ao longo do ano no Distrito Federal. Escolas podem agendar visitas através da plataforma Conecta. O projeto, que conta com apoio do Fundo de Apoio à Cultura do DF (FAC), espera receber treze mil pessoas em 2025.
O secretário de Cultura e Economia Criativa, Claudio Abrantes, destacou a importância do MAB Educativo, afirmando que é um exemplo do impacto positivo que iniciativas apoiadas pelo FAC têm na formação cultural da população. Ele ressaltou que lançar essa edição no aniversário de Brasília é uma forma simbólica de conectar a cidade à sua vocação artística.
Iniciativas culturais como essa são fundamentais para fortalecer a identidade e a história de Brasília. A união da sociedade civil pode ser um grande impulso para que projetos culturais continuem a florescer e a impactar positivamente a comunidade. Juntos, podemos apoiar e estimular ações que promovam a arte e a cultura em nossa cidade.

Programa inédito de Elis Regina, gravado em 1967, revela sua versatilidade. Carlos Leite Guerra, amigo da cantora, trouxe à tona esse tesouro perdido, que mistura música e bate-papo descontraído.

O Sesc levará 17 autoras à Feira Literária de Paraty (Flip) 2025, com mesas focadas em vozes femininas e temas como experiências editoriais independentes e poesia. O evento ocorrerá de 30 de julho a 3 de agosto.

Bares tradicionais da Asa Norte, Baóbar e Pardim, tiveram seus alvarás para música ao vivo cassados pelo Instituto Brasília Ambiental (Ibram) devido a reincidências em poluição sonora. Artistas e frequentadores reagem com indignação, considerando a ação uma repressão cultural. O Baóbar, que promove o projeto Samba Nosso, e o Pardim, famoso por suas rodas de MPB, enfrentam restrições severas, enquanto alegam seguir normas de volume. Ambos aguardam desdobramentos legais.

Escola de Educação Infantil Alziro Zarur celebra o Dia dos Povos Indígenas com a etnia Kariri-Xocó. A visita incluiu ritos tradicionais, danças e cantos, promovendo a valorização cultural. A atividade faz parte do projeto "Viver Pindorama", que integra práticas culturais e educativas.

A Casa do Sol, lar da escritora Hilda Hilst, reabre após 18 meses de restauro com a Feira Literária Hilstianas, promovendo cultura e revitalização do espaço. O evento inclui atividades artísticas e residências criativas.

Dolores Club, no Centro do Rio, celebra a música e a diversidade cultural com shows de artistas como Jesuton e Jônatas Belgrande, homenageando mulheres na música.