A música "Weightless", do Marconi Union, reduz a ansiedade em até 65%, segundo estudo do Mindlab International, comparando seu efeito ao de meditações profundas. A composição foi criada para promover relaxamento e bem-estar.

A música tem sido uma ferramenta terapêutica em diversas culturas ao longo da história, promovendo relaxamento e bem-estar emocional. Um estudo recente do Mindlab International revelou que a faixa "Weightless", do grupo britânico Marconi Union, pode reduzir a ansiedade em até 65%. Essa descoberta destaca a eficácia da música como um método de tratamento não invasivo para o estresse.
A composição de "Weightless" foi desenvolvida em colaboração com terapeutas sonoros, visando induzir um relaxamento profundo. Os cientistas observaram que a música provoca uma queda significativa nos sinais de ansiedade, superando outras faixas testadas. O neurocientista David Lewis-Hodgson, responsável pela pesquisa, comparou o efeito da música ao de técnicas de meditação profunda.
Durante o estudo, os participantes enfrentaram situações de estresse ao resolver quebra-cabeças desafiadores, enquanto seus sinais fisiológicos eram monitorados. A música "Weightless" demonstrou uma capacidade única de desacelerar batimentos cardíacos, reduzir a pressão arterial e diminuir os níveis de cortisol, o hormônio do estresse.
Embora o uso da música como terapia remonte a práticas de culturas indígenas, este estudo é pioneiro ao fornecer dados objetivos sobre os efeitos de uma composição específica. A combinação de ritmos e frequências de "Weightless" impacta diretamente o cérebro, oferecendo novas possibilidades para tratamentos de ansiedade.
Além da música, técnicas de respiração consciente e atenção plena também têm se mostrado eficazes na redução do estresse. Especialistas ressaltam a importância de hábitos saudáveis para o bem-estar emocional, sugerindo que essas práticas podem ser facilmente incorporadas à rotina diária.
Nessa situação, nossa união pode ajudar os menos favorecidos a encontrar alívio e apoio emocional. Projetos que promovem o uso da música e técnicas de relaxamento merecem ser estimulados pela sociedade civil, contribuindo para um ambiente mais saudável e equilibrado.

O programa Prato Cheio, criado em 2020, celebra cinco anos com aumento do benefício de R$ 250 para R$ 280, ampliando o número de beneficiários de 100 mil para 130 mil e estendendo a concessão para 18 meses. O Governo do Distrito Federal anunciou melhorias significativas no programa, que visa garantir dignidade alimentar a famílias vulneráveis. O investimento social também cresce, refletindo um compromisso com a segurança alimentar e a economia local.

Durante o feriado da Semana Santa, o programa "Lazer Para Todos" do GDF atraiu 30.400 visitantes ao Zoológico e 9.569 ao Jardim Botânico, promovendo educação ambiental. O acesso gratuito, que se estendeu de quinta a segunda-feira, incentivou famílias e turistas a explorarem os espaços ao ar livre de Brasília. O diretor-presidente do Zoológico destacou a importância da iniciativa para a conservação das espécies ameaçadas.

O Governo de São Paulo liberou R$ 184 milhões em créditos para empresas femininas, visando reduzir a dependência financeira e a violência contra mulheres. A iniciativa oferece condições facilitadas e apoio a empreendedoras.

A Companhia Energética de Brasília (CEB IPes) expande a iluminação em áreas de lazer, promovendo segurança e incentivo ao esporte noturno. A modernização com LED e equipamentos recuperados transforma espaços públicos e beneficia comunidades.

O Governo Federal ampliará o microcrédito nas regiões Centro-Oeste e Amazônica, com a participação da Caixa, Banco do Brasil e Banco da Amazônia, utilizando fundos constitucionais pela primeira vez. A iniciativa visa aumentar a capilaridade dos recursos para as populações mais distantes, conforme anunciado pelo ministro da Integração e Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, em audiência pública no Senado. Além disso, o ministério já emitiu mais de 8.179 decretos de emergência, atendendo mais de 3.000 municípios, com investimentos de quase R$ 8 bilhões.

A morte de Bruna Oliveira da Silva, mestranda da USP, e o assassinato de dez mulheres no Rio Grande do Sul evidenciam a urgência de ações contra a violência de gênero no Brasil. A sociedade clama por atenção e políticas efetivas.